Recordista do Guinness Book of Records com mais de mil livros publicados, o autor Ryoki Inoue, ou José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue, já foi alvo de notícias em todos os principais jornais e revistas do mundo, desde Veja, IstoÉ, Manchete, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Wall Street Journal, New York Times, Der Spiegel, Lire, Culture e outras, como tem sido entrevistado por emissoras de Televisão como Rede Globo, SBT, Cultura, Bandeirantes e Nippon Television Network.
Formado médico pela USP, especialista em Cirurgia do Tórax, Ryoki deixou a medicina em 1986 para se tornar escritor.
Em pouco tempo, dominou 95% dos pocket books publicados no Brasil: escreveu 999 novelas em seis anos, entre estórias de faroeste, guerra, policiais, espionagem, amor e ficção científica.
Críticos e jornalistas falam sobre o autor:
"A maioria das pessoas não conseguem ler na mesma velocidade que ele escreve." Jô Soares, Jô Onze e Meia
“As histórias de seus livros são de tirar o fôlego. Como os eventos ocorrem em minutos e dias, Ryoki faz os batimentos cardíacos dos leitores aumentarem. É difícil interromper a leitura por causa da narração que acontece como num filme, como no bom cinema americano com todos os ingredientes repletos de sexo, corrupção, violência, política, espionagem e um final surpreendente.
Ryoki é o Pelé da literatura.” Alexandre Garcia, Rede Globo TV
"Ele produz capítulos inteiros durante suas idas ao banheiro." Matt Moffet, Wall Street Journal
“A produção literária do incansável Ryoki Inoue
levou-o não apenas ao Guinness Book como o autor mais prolífico do mundo, mas também a ser comparado a Georges Simenon por alguns críticos internacionais. Outros comparam seu estilo e sua velocidade de produção com Sidney Sheldon. Outros dizem que ele pode ser posto ao lado de Harold Robbins, principalmente pela forma como tece as tramas de seus thrillers.” Flávio Tiné
Para ele, o segredo do processo criativo está em noventa e oito por cento de suor, um por cento de talento e um por cento de sorte. Além disso, disciplina e aplicação é o que faz com que ele consiga ficar sentado diante de seu computador e daí não saia antes do the end de sua nova obra.
Ryoki não deixou de escrever: produziu vários romances, trabalhou como ghost writer para pessoas famosas e para empresas, escreveu roteiros e, com o objetivo de aperfeiçoar seus conhecimentos no campo da espionagem — obviamente para melhor criar seus romances — dedicou-se durante três anos à pesquisa e ao estudo da Inteligência Competitiva e fez inúmeras traduções de livros, artigos e teses para empresas desse ramo.
Recentemente ele lançou pela Editora Globo o livro "SAGA", um romance de 365 página que conta a história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil. E o livro técnico, pela Summus, "Vencendo o desafio de escrever um romance", onde trata o processo criativo e redacional como técnica, enfatizando a disciplina, a pesquisa e a organização. A obra traz informações valiosas tanto para escritores iniciantes como para os que já publicaram e desejam se aprimorar.
E vem por aí o "O Fruto do Ventre", um livro que, segundo a Editora Record, promete ser um sucesso com mais de 500 páginas repletas de ação e muito suspense.
Quem quiser já pode aproveitar e baixar no site www.ryoki.com.br dois de seus livros, "A BRUXA" e "A Carta Amassada"
BOA LEITURA!
Oi, Georges. Eu já tinha ouvido falar no Ryoki, mas foi ótimo ler a sua colaboração para me detalhar mais a história dele. Queria te sugerir que publicasse algo no Overblog sobre ele, uma entrevista; um artigo como esse, com fotos; uma resenha crítica de um dos livros dele. Fica aí a sugestão.
Grande abraço.
Caro Viktor, agradeço sua mensagem e seguindo a sua sugestão, resolvi publicar uma matéria parecida no Overblog. Espero que goste e, sobretudo, acompanhe o trabalho desse fantástico escritor.
Um grande abraço, georges.
Tentei começar a ler o livro "Carta Amassada", disponível pra download no site, não passei da primeira página. Muito ruim, clichê num nível absurdo. Esses livros devem entupir sebos ao redor do Brasil, o lote de 30 a 0,50 centavos. Típico record sem sentido dessa bosta de Guinness.
Ramiro Quaresma · Belém, PA 1/3/2007 09:25
Ramiro, você costuma chupar o sorvete sem tirar o papel?
Georges Kirsteller · São Paulo, SP 1/3/2007 12:46
Georges, eu já tinha ouvido falar desse escritor. Uma amiga minha amou o livro A BRUXA e agora que você informou o link não perdi tempo e já estou fazendo o download! Aliás, do Carta Amassada também. Obrigada!!!
Bjos, Paty.
Não tenho nada contra Literatura "pulp", folhetinesca, até acho que Ryoki Inoue escreve bem, mas é literatura que não faz pensar, é novela, feita para ser consumida numa sala de espera ou com a perna quebrada. Falou Georges, gostou do site que você fez pra ele, deve ter custado uma nota.
Ramiro Quaresma · Belém, PA 2/3/2007 21:00
Meu caro Ramiro, a diferença entre um folhetim norte-americano e um folhetim brasileiro é que o "dos homi" é chamado, aqui, de best-seller.
Não vamos falar de clássicos e nem de autores tupiniquins que ostentam fardão ou, ainda menos, daqueles que são candidatos a uma imortalidade tão paradoxal que o primeiro (e se não for o único) direito que visam é aquele de poder ser sepultado no túmulo da ABL. O túmulo dos imortais... Também não podemos esquecer que Monteiro Lobato repudiou esse direito. E caprichou, dentro do estilo da época, em escrever uma literatura solta, de rápida leitura e que só fazia trabalhar o subconsciente. Lobato talvez tivesse podido ser considerado como um dos precursores da indução subliminar.
E também foi criticado! Muitos achavam exatamente que a literatura dele (especialmente a destinada ao público leitor adulto) era leve demais, rápida demais.
Passou o tempo em que havia tempo para a maioria das pessoas poderem ler. Ryoki tem essa perspectiva como público-alvo. Ele quer - e produz - o que se deve chamar de literatura de lazer. Uma literatura que, se você der um pouco de rédeas ao seu subconsciente, vai conseguir apreender muita coisa útil. E vai ter, também no que pensar. Mas, se a sua vida - aliás, como a da imensa maioria dos leitores atuais - estiver tão atabalhoada e tão cheia de preocupações e estresses que não permita ao subconsciente enxergar outras coisas que não os seus próprios problemas, ler um livro do Ryoki pode e deve fazer seu cérebro descansar. E isso, além de lhe proporcionar a oportunidade de sonhar um pouco. Exatamente como faz(ia) Sidney Sheldom ou Harold Robbins. Exatamente como se você sentasse diante da televisão e - apenas para se distrair - assistisse a um filme de ação. Este é e sempre foi o objetivo de Ryoki: distrair o leitor. E, se você quiser se aprofundar um pouco mais em suas teorias, leia o livro que ele acabou de publicar pela Summus "Vencendo o desafio de escrever um romance". Agora, se tiver um pouco mais de paciência, no segundo semestre deste ano ele estará lançando, pela Record, "O Fruto do Ventre", romance histórico para nenhum Dan Brown botar defeito.
Patrícia, eu que agradeço! Espero que goste desse romance. bjo.
Georges Kirsteller · São Paulo, SP 2/3/2007 23:40
Bom eu conheci o Ryoki atarvés de seu filho e esta foi uma das experiências mais gratificantes, por ele ser uma das pessoas mais interessantes que pude conhecer até hoje.
Confesso ter lido poucos livros dele, ainda mais em relação a quantidade recorde de publicações dele, mas este pouco contato que tive com as palavras de Ryoki, eu pude constatar que ele realmente é muito bom...
Ryoki e sensacional como escritor, amigo e ser humano...
Gosto demais e indico, vale a pena lê-lo....Seja baixando na net ou comprado os livros dele...
Comece e termine ao menos um livro e ai poderá ter uma boa opinião sobre esse surpreendente escritor!!
Amigos, sei que é impossível agradar à todos. Mas para aqueles que gostaram do artigo e acima de tudo, interessaram-se pelo trabalho do autor, podem ter a chance de ganhar um livro autografado. Então, participem e boa sorte!
Georges Kirsteller · São Paulo, SP 4/3/2007 16:00Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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