Escritura

Wilhelm Sasnal
1
ella · Cametá, PA
31/3/2007 · 74 · 16
 


e o sol rasga
as costas do poema
com suas sólidas
garras

agarra meus pelos
em minha solidão
de cinema

amarras
elos
poesia em gotas
pilulas de fonemas

sombras
em procissão
escura secura
invadindo o momento


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Ella
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José
 

Magníficos versos!!
Agradecido, José!

José · Criciúma, SC 29/3/2007 16:38
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Pedro Vianna
 

"escura secura"
concretíssimo isso Ella.
Curti mesmo.

Pedro Vianna · Belém, PA 29/3/2007 16:49
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Carlos ETC
 

Demais, ella!
Simplesmente demais!
Abração!

Carlos ETC · Salvador, BA 30/3/2007 12:55
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ella
 

Obrigada José.

ella · Cametá, PA 31/3/2007 11:55
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ella
 

Ah Pedro.
A vida é concreta.

ella · Cametá, PA 31/3/2007 11:56
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ella
 

Que gentileza ETC

ella · Cametá, PA 31/3/2007 11:56
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Maldoror
 

Senti o impacto violento de teu poema ella.

Maldoror · Belém, PA 31/3/2007 11:59
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Pedro Vianna
 

Concrete Jungle.

Pedro Vianna · Belém, PA 31/3/2007 12:14
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Felipe Obrer
 

Ella, tentei escrever um poema-comentário, mas desisti. Reli e apaguei, achei miúdo demais pra comentar teu verbo. O que posso dizer é que me tocou.
Abraço!

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 31/3/2007 13:11
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Dand M.
 

Como será tua figura fosforecendo na estranha e bela Cametá, justo quando a poesia te assola? Como será? Ouve-se um sax, um tambor, uma nave espacial? Ella... dona dos versos. Eu quero!

Dand M. · Belém, PA 31/3/2007 18:29
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ella
 

Maldoror,
também sou leitora de Lautréamont.
Será que tua crueldade é tão intensa assim?

ella · Cametá, PA 1/4/2007 09:58
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ella
 

Felipe, sinto-me honrada...

ella · Cametá, PA 1/4/2007 09:59
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ella
 

Dand, Dand,
chega às minhas mãos teu livro Branco
e quem empalidece sou eu. Também quero...

ella · Cametá, PA 1/4/2007 10:00
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Pepê Mattos
 

Não há teia que capture a Poesia.

Nem mãos que a retenham pelas ilhargas.

Algas indisolutas,
por quais cometas vagam?

Que metas procuras?

Que metais hão de te liquefazer?

Cometas, metas, metais...

Outra não és,
que não alga desgarrada
nos degraus do mato,
tão ribeirinho quanto o caboclo
solitário a cismar:
Cametá!

Pepê Mattos · Macapá, AP 19/4/2007 18:53
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Cintia Thome
 

Excelenteeeeeeee. O sol rasga o poema.....Amei

Cintia Thome · São Paulo, SP 16/6/2007 19:24
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Dand M.
 

Ella, por pavor, preciso sentir o cheiro de sua pele branca pelo verso. Esta cidade infecta está me destruindo aos poucos. Escreva-me um poema.

Dand M. · Belém, PA 17/6/2007 08:55
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