Início, eu não te conheço
minha agulha, meu alvo
meu prego de prata
Parceiro imperfeito
terror sagrado
minha coisa incompleta
Durante, eu te conheço
minha luva, meu espelho
meu orvalho dourado
testemunha discreta
dos meus crimes
de todas as coisas que nós somos
Fim, eu desconheço a mim e a tudo
Porque minha juventude é velha
minha juventude é velha
Dizer que gostei não reflete como esse poema me tocou.
Vida, vida, somos assim, desconhecidos, cúmplices e, ao final, quem sabe?
Perfeito!
beijos
é, minha juventude também é velha
votado
beijos no ♥;
Outra vez. Será assim mesmo. Terá um momento assim?
Andre Pessego · São Paulo, SP 1/10/2007 21:43
Cidadão!!!
Na poesia encontrarás
- longe, breve, não se sabe o dia -
a fonte de rejuvenescer
ou o caminho para se perder de vez!
Aqui terás vários farois.
GRANDE abraço!!!
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