Comia com os olhos
admirava detalhes
Os olhares imorais e reles
que brotavam aguinha na pele
grudavam coxas e dedos
e fazia, fazia, fazia
e subia, variava, ora lua, ora estrelas : como gostava de vê-las!
Neusa Doretto
Do tocar-se
Espetacular!
Abraço
Carlos ETC
http://interludios.blogspot.com
tesao de poema! quem nao orvalha com uma visao dessa?
bjssssssssss;
Orvalhemos-nos! Que lindo!
beijos,
CImbovich.
Neutzscha
Na poesia vejo como um elo entre o real e a fantasia
Sempre gosto de leituras curtas
Não sou apegado a livros ainda mais que procuramos respostas, mas rápidas diante da velocidade que o tempo de hoje nos oferece.
Você em Espiã mostrou a origem e o meio cabe-nos o complemento, ou seja, o fim.
A viagem em seus versos nos dá a liberdade democrática de escolha até do cenário.
Gostei muito
Fico feliz em receber sua mensagem em convite.
Parabéns
Um abraço
Você deveria transferir o que fosse comentário que esta em sugestão para comentário pois ao ser publicada a poesia ficará somente os dos comentários.
abraço
Eu não sou Voyeuse e nunca fui; creio que nem a Primavera me fará orvalhar de novo... Hoje, tenho novos motivos para ver e ouvir estrelas... Mas não se iluda! Já passei por esse tempo... Agora eu fico só na saladinha. com sal, azeite e vinagre... Mas gostei
do teu poema; nota 10!
Beijosss
corrigindo meu lapso [ao invés de comentar, enviei como sugestão] :)
o poema é sensual, na medida. insinuante, sem ser explícito. cotemplativo [vai além do espiar] e provocante, tanto que de imediato rabisquei um versinho, de improviso:
voyeuse
a lua cheia
gozava só
ao vê-las
:
entrelaçadas
estrelas
nuas
poema bom não passa batido, deixa sequelas no leitor. esse versinho acima já foi burilado, mas o que vale é registrar o impacto inicial.
adorável, Neusa!
beijo!
A construção do erótico sem deixar explícito o que cada palavra diz, pede para ser decifrada, exigência consoante a da pele, que se gruda, que sente o roçar da epiderme, o encontro dos músculos em movimentos carregados de sugestões, que nos leva a pensar se o autor é um voyeur, ou se ele(ela) se deslocada para fora de si, na busca do há de contemplativo na "cópula carnal'.
Wuldson Marcelo · Cuiabá, MT 15/10/2010 17:11
Falou tudo em poucos versos!
Um abraço no seu sorriso!
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