Enquanto ela dormia com eles por dinheiro
Ou morria de medo em manhãs inúteis...
Nós a víamos levando tiros em favelas
E indo para Paris, sendo bem infeliz.
Quase tragicamente a víamos rodando com meninos escuros
E sem se importar com a dor na carne
Nós, que ríamos quando ela nos olhava azul
Enquanto sofríamos a euforia contida de bancos escolares
Ou
Nas primeira sessões de cinema, quando falávamos as frases de filmes antigos
Foi quando nossa vida fez mais sentido.
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- Eu voei hoje!!
- Por quê?
- Eu voei porque queria achar um lugar para amarrar a ponta da corda. Mas você estava muito longe
Já tentei muito voar para amarrar a ponta da corda.
...
Hoje uso uma âncora.
âncoras nunca são boas, definitivamente
Marcela Fells · Belo Horizonte, MG 10/10/2006 15:23
Antes , pensava eu :
Uma corda atada, do nada ao nada.
Agora, imagino que:
Só mesmo atada do nada ao nada / acorda é capaz de suster a
leveza, do que quer que seja que haja em você.
eu adorei esse poema...e aqueles pontinhos e tracinhos? parecem cordas...ou uma cerca. adorei e eu sei do que vc tá falando...um dia a corda dá laço! acredite! beijão
dáia flórios · Rio de Janeiro, RJ 8/12/2006 14:54Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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