eu não tenho patotas
não tenho quem me banque
não sou Fernando Pessoa
não tenho Florbela que me espanque
não vim ao mundo à toa
eu busco outras rotas.
Quando o talento arde em febre
O poeta fica sarcástico efervesse o bom humor.
Parabéns Fàbio.
muito legal. uma crítica social em uma nota só.
parabéns.
Social não, é pessoal mesmo. Um poema à clef, hehehe...
Fábio Fernandes · São Paulo, SP 20/11/2006 10:59Não sou de muitos comentários e nem consigo votar em qualquer texto, mas o seu poema é gigantesco por ser pequeno.... Deu até vontade de pôr música nele... Eu que agora estou lendo os poemas de Álvaro de Campos.
Carlos Gomes · Recife, PE 13/12/2006 01:37
Gigantesco por ser pequeno.
Putz, me senti o gigante Adamastor! :-)
Muito obrigado, prezado e diletíssimo poeta recifense!
(e querendo pôr música nele, faça-o sem receio, que muito me agradaria).
Descobri esse seu poema agora. É bom demais, caro Fábio. Me identifiquei totalmente. Que rotas vc anda seguindo, que não publica mais essas suas pequenas joias aqui?
Ilhandarilha · Vitória, ES 23/6/2007 13:17Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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