Evisceramento de sonhos para encher a noite de suores constelares
De sonho em sonho,
pedaços dos dias e das noites
se engancham nos dentes frios
e invisíveis que toram,
naco a naco,
a carne veludo quente que se arrepia.
O quarto lotado
de fantasmas surreais,
a pele macia lotada de estrelas suores - líquida
constelação de um imapeável
mar -
evisceram a solidão
a ferro&fogo, escrava do toque
que hoje chegou pelo vento.
Desonho e vivo o vinho
dessa lucidez embriagante
que tua letraria embebeda,
fermentando letras no suco da alma
cheia da poesia que me emprestam entrelinhas
e covas para sepultar um vazio
inexumável .
poesia escrita em
Segunda canção para gentilhombres, de Juliaura...
Excelente trabalho, seus versos estão ótimos deixo meu voto e admiração. Abraço...
delen · Cotia, SP 10/9/2008 01:54
Fechando a votaçao pra publicar seu belo texto
parabéns
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