Digito a poesia
com a fúria dos
digitadores de fim-de-semana.
Imprimo,
amasso a folha tomado por uma
descrença completa no que escrevi.
Corto, recorto e jogo tudo num caldeirão fervente.
Faço um sopão de letras
e sorvo tudo, num só trago.
Votado, irmão!
Grande ímpeto poético!
Também adoro sopa de letrinhas... Sempre aquece nossos corações...
Lindo!
Abrçs.
Descrença completa...
É isso mesmo que às vezes acontece, né..?
Massa!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Sérgio,
O poema nos impõe o contrário da prudência da vida ordinária, na dúvida, ultrapasse. Apresse o passo além da acomodação das abóboras. Coma sangrando, beba do cerne, mesmo quente, que não é beirada de arrimo algum. Nem fria, nem morna a poesia é.
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!