Expiação

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Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG
18/8/2008 · 222 · 77
 

A mãe havia tomado um Diazepan e um Rivotril, mas já eram duas horas da madrugada e nada de dormir. Estava lá deitada na cama, olhando para o teto e ouvindo o marido roncar. Às vezes os remédios funcionavam, às vezes não. Esse era o caso daquele dia e, como sempre, quando isso acontecia, ficava se lembrando do tempo em que se casara, dormia como um anjo e o ronco grave do esposo era uma sonoplastia sonífera que a fazia dormir... Agora, aquele barulho infernal a despertava; nervosa, ela ficava recapitulando os problemas do dia: a briga dos filhos por causa da televisão, as baixas notas do rapaz, o novo namorado da garota, a discussão que tivera com o marido por causa da sogra, a conta de luz que aumentara, suas rugas e seus cabelos brancos...

Dormiu. Custou, porém dormiu. Não aquele sono dos justos, profundo, constante, oco e sem sonhos, mas um sono picado, entremeado por fragmentos de pesadelos inacabados; dentre eles o mais comum era um em que ela vestia uma meia calça medicinal para varizes, suas pernas, pesadas, cansadas de suportar o peso da vida daquele dia e, de repente, aparecia um gato acinzentado, quase sem pêlos, esquelético, que tentava subir-lhe pelas pernas, as garras grudando no tecido da meia, desfiando-a, chegando mesmo a cravar-lhe nas veias inchadas, o sangue esguichando pelos orifícios. Então acordava, ensopada de suor.

Não foi o despertador que a acordou às cinco e trinta, mas um barulho diferente, estranho, parecia um.... mugido de vaca! Sim, era um mugido de vaca e vinha de dentro da própria casa! A mulher se levantou rapidamente, o marido virou para o lado resmungando alguma coisa e caindo no sono novamente. Era sábado, nem ele nem o casal de filhos precisava acordar cedo. A mãe calçou errado as sandálias e foi arrastando os passos para ver o que era aquilo. Ao chegar à sala, deparou-se com o absurdo que imaginara: era mesmo uma vaca, grande, gorda e malhada, em cima do tapete, mugindo e mastigando na sua condição de bovídeo, presa por uma corrente cuja extremidade estava fincada no assoalho de tábua corrida. Aproximou-se cautelosa do animal, esfregou os olhos como que para dissipar uma miragem ou despertar de um delírio. A vaca continuava lá. Ruminando. Parecia olhar fixamente para um porta-retrato, onde estava uma foto da família. A mulher começou a rodeá-la lentamente, protegendo-se fora do diâmetro imaginário em que a outra poderia se locomover. Quem fizera aquilo? O pior era que a corrente parecia brotar do chão, como uma raiz rompendo o concreto na rua. A vaca mugiu novamente, alto e reverberante. A mulher se assustou, saiu correndo pelo corredor, entrou no quarto, balançou o marido, fustigando-o com gestos bruscos: - Acorda homem! Tem um vaca na nossa sala de estar!

O marido acordou resmungando. As pálpebras semi-fechadas:
- Que foi mulher?! Ficou louca?

- Tem uma vaca na nossa sala de estar! Vem ver! Você não vai acreditar.

E não acreditou mesmo. Ficou atônito, pasmado, estupefato, com uma das mãos sobre a boca, observando a vaca. O que o perturbou nem foi o fato de vaca estar ali, dentro da sua casa, mas sim a ausência de vestígio de trabalho humano: não havia pó, serragem ou lasca de madeira, apenas os grilhões que surgiam do chão e circundavam o pescoço dela. E os elos da cadeia de metal? Totalmente inteiros, uniformes, sem um mínimo traço de emenda. Saindo de seu torpor, ele segura a corrente pelas duas mãos, inclina-se para trás, faz uma força imensa para arrancá-la, as veias do pescoço estufadas. Tudo em vão: a corrente estava firmemente grudada no chão. Ele pára ofegante. Esfrega o queixo. A filha surge do corredor.
- Que é isso?

O pai e a mãe olham simultaneamente para a adolescente. Ele, com os cabelos grudados na testa pelo esforço, responde nervoso:
- Uma vaca. Não está vendo?

- Como ela foi parar aí? – perguntou a menina abrindo os braços.

Logo atrás, aparece o rapaz bocejando. Passa pela cena inusitada, vai direto à cozinha e grita para mãe:
-Mãeeeee! Não tem café?

-Não. Tem leite. Serve? – respondeu a mulher com um sorriso meio sarcástico, meio delirante nos lábios.

O marido olha para ela sério, reprovando a brincadeira.

O rapaz entra na sala coçando as nádegas e pára abruptamente, com o queixo caído, ao ver a vaca.
- Pô, que doido!!! Como ela foi parar aí? – repete a mesma pergunta que a irmã.

- Acabei de colocar, não está vendo? – ironizou o pai.

- Pô, mas não tem nem sinal de trabalho, tipo assim, uma sujeirinha!

- Pois é, idiota, ela apareceu aqui sem mais nem menos, alguém deve ter feito isso à noite.

- Por que alguém faria isso? – indagou a mulher, balançando a cabeça.

- Pô, se fosse alguém a gente iria ouvir o barulho. Eu não ouvi nada – falou o rapaz.

- Nem eu – completou a moça.

- Como se vocês tivessem o sono leve como o meu, né? Dormi eram quase três horas, acordei agora e tenho certeza de que não ouvi barulho nenhum, a não ser o ronco do seu pai... é talvez fosse isso: o trovão do ronco do seu pai me impediu de ouvir.

Os filhos riram.

- Calem a boca! Isso não é hora para brincadeiras. Tem algo estranho aqui. Mesmo se alguém fizesse isso, teria deixado algum tipo de sinal, mas não tem porra nenhuma! A corrente sai da tábua como se fosse uma planta.

- É, e o chão está enceradinho como eu o deixei ontem – comentou a mulher apontando para todo o assoalho da sala.

- Vamos procurar se tem alguma pista de algo pela casa, mas cuidado, heim! Anda! Vamos, não fiquem aí parados! – gritou o pai, tirando todos daquele estado de assombramento.
Procuraram em todos o lugares: levantaram os tapetes, vasculharam as latas de lixo, as portas, janelas e fechaduras, nenhum sintoma de arrombamento ou possíveis marcas de pegadas estranhas, nem das patas do animal encontraram. Nada.

- MMMMMMMMuuuuuuuuuuuuuuuuu. – mugiu a vaca e todos correram para a sala novamente, chegando quase ao mesmo tempo.

- Engraçado – disse a menina – ela parece que está encarando nossa foto na estante.

- Deve estar olhando para você, coleguinha dela, né? – zombou o garoto.

- Ou então você, pois acha que você é um touro por causa dos chifres – respondeu a garota.

- Calem a boca, seus idiotas, já disse, porra, isso não é hora de brigar. E você, sua tonta, vá pegar minha caixa de ferramentas – gritou o marido com a mulher.

- Tonta é a sua mãe, aliás, ela também é uma vaca – respondeu a mulher ao marido enquanto ia à garagem.
A mulher voltou quase arrastando a imensa caixa de ferramentas e a entregou ao marido.

- Imprestável!!! Como me deixa carregar esse peso todo sem nenhuma ajuda?

O homem abriu a caixa com orgulho, falando dos nomes e dos tipos de ferramentas, da marca e do made in, uma verdadeira maravilha de última geração para os pais de família, comprada do programa Allshop. Contudo a serra de lâminas circulares para corte de metal, o machado afiadíssimo e até mesmo o maçarico, nada, nem mesmo um risco se fez em qualquer elo da corrente, que se mantinha ali intacta, trança de material misterioso indestrutível.

- Puta que o pariu! Que negócio é este?

- Acho que estamos todos tendo uma alucinação coletiva, o professor de filosofia falou um negócio desse na sala, doido... – o garoto tentou explicar.

- Que alucinação o quê? Não vê que estamos todos lúcidos – discordou o pai.

- Ai, porra!!! – Berrou o garoto ao ganhar um beliscão da irmã.

- Viu? -disse a menina- não é sonho nem alucinação.

- Agora, sua vaca, eu é que vou te pegar.

E o irmão pulou em cima da irmã que escapuliu para o outro lado, e ficaram os dois correndo ao redor da vaca.

-Paaaaaaaremmm!!!

-MMuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!

Gritou histericamente a mulher e mugiu bem alto a vaca.
Silêncio total. Todos estáticos.

- Porra, o que eu faço? Chamo os vizinhos? Não! Vamos virar motivo de chacota. Ligo para polícia? Como vou explicar essa porcaria para eles? Não sei nem o que fazer. Só falta a gente ter que criar esse animal aí. Mais gastos... despesas com ração... Que merda! – exclamou o pai.

- Tá louco? – interrompeu a mulher – Merda vai ser o que ela vai fazer se não tirarmos ela daí: vai cagar e mijar na minha sala toda. Meu tapete persa!!!

- Eu tive uma idéia – disse o garoto, indo à cozinha e logo depois voltando com um copo na mão. – vou beber o leite dela!

- Cuidado, ela pode te dar um coice!

- Não, mãe, ela parece ser tão mansinha!

O menino, lentamente, aproximou-se da vaca, arredou a mesa de centro para perto dela, sentou-se e, meio desajeitadamente, começou a comprimir-lhe a teta. E não é que, mesmo sem ter ordenhado qualquer animal antes, o primeiro jato saiu tão impetuosamente, tão abundante, tão caudaloso, a ponto de quase encher o copo inteiro? O líquido era de um branco viscoso, espumante, morno e exalava um cheiro envolvente, tenro e suave, produzido nas entranhas da maternidade para alimentar qualquer infância perdida.

E foi com ânsia que o rapaz levou o copo à boca. Lábios tremendo e coração palpitando. Mas bebeu. Bebeu primeiro experimentado, depois fazendo um aceno de aprovação com a cabeça para a família que o observava como se ele estivesse provando da ambrosia que Hebe servia aos deuses. Depois bebeu a goles fortes: o pomo-de-adão em movimentos claramente visíveis. O leite escapulia pelas extremidades da boca, descendo pelo pescoço, ensopando a camisa do pijama. Os olhos fechados, a fisionomia informando um sabor indescritível.

Qualquer um que estivesse ali, naquele momento, sentiria sede. Foi por isso que a mãe foi à cozinha e apareceu com mais três copos. O marido e a filha concordaram sem dizer uma palavra, cada qual apenas pegando o seu. A mãe assentou ao lado do filho, na mesa de centro, o pai e a filha se ajoelharam do outro lado da vaca. As quatro tetas agora ocupadas. Os jatos foram como o primeiro: jorros copiosos e golfadas fartas, de sobejar os copos de vidro e escorrer pelos dedos, braços e respingar pelos cotovelos. Poças alvas se formando ao redor de cada membro da família, os semblantes, iluminados.

Todos se serviram diversas vezes até se saciarem. O primeiro a dizer algo foi o pai:
- Meu Deus!!!

- Que é isso??? – exclamou a mãe.

- Doido... – murmurou o garoto.

- Será que tem jeito da gente guardar na geladeira? - perguntou a garota.

Não, não tinha. O leite secou completamente. Por mais que espremessem, por mais que apalpassem, por mais que apertassem e deslizassem a mão sobre as tetas, não saía uma gota sequer. O líquido havia exaurido.

- Engraçado. A vaca parece rir – observou o filho, começando ele mesmo a sorrir e aos poucos a soltar gargalhadas que contaminaram a todos os membros da família.

Em pouco tempo, todos davam risadas de arrebentar os pulmões, de fechar os olhos e balançar o corpo freneticamente. E uma mão nas pernas, puxou o movimento que se tornou um carinho, que refletiu no outro, cujo ombro recebeu a cabeça do companheiro ao lado, que retornou um afago. Os quatros estavam agora em pé, abraçados, rindo, chorando, acarinhando-se e perdoando-se.

- Esse licor-lácteo nos embriagou e ébrios, tornamo-nos fracos diante de nosso orgulho estúpido, rendemo-nos, assim, ao amor – disse o pai.

- O pai tá falando esquisito – observou a filha – mas... eu entendi!

- Já sei como retirá-la daí! – afirmou a esposa. Nos olhos, uma claridade espiritual – Vamos cortá-la e comê-la!

- Mas ela nos deu tanto de si... não seria isso uma maldade? – questionou a filha.

- Sim, uma crueldade – concordou o irmão - bebemos do leite dela até secar!

- MMMuuuuuuuuuuuu! – novamente mugiu a vaca.

- Nossa! De novo ela parece sorrir, olhando para a nossa foto !!! – mencionou a garota espantada.

- Doido! Parece que ela está concordando com a idéia da mamãe! – observou o irmão.

- Posso usar alguma ferramenta minha, para matá-la. – disse marido.

- Não! – retrucou a mãe.

A genitora chamou a filha e ambas entraram na cozinha. Um barulho de gavetas e portas, um remexer de talheres, sinfonia de aço inox. Em pouco tempo as duas aparecem no umbral da sala. A mãe com um facão que havia sido adquirido para alguma ocasião especial, em que convidados importantes estivessem presentes.

O objeto reluzia refletindo um facho de luz da alvorada que vinha de uma aresta da cortina. A esposa entregou-a ao marido. O movimento fez um ângulo que jorrou o brilho da aurora nos olhos do homem, mas isso pareceu não incomodá-lo, ao contrário, a claridade pareceu repercutir dentro dele. Os olhos pareciam efeito de fotografia, quando ficam vermelhos.

Os quatro se posicionaram quase em ângulos simétricos ao redor do animal. Havia uma compaixão infinita no olhar de cada um, porém a única forma de tirar a vaca dali era despedaçando-a, visto que os grilhões eram, aparentemente, indestrutíveis. Mas não era esse o motivo do sacrifício, era algo mais subjetivo, mais inconsciente, mais etéreo...
Embora o pai nunca tivesse matado nem mesmo uma frágil galinha e tampouco entendesse da anatomia de qualquer ser, o primeiro golpe foi fatal. Cortou o pescoço do animal, atingido uma veia, talvez importante, de onde esguichou sangue suficiente para cobrir todo o porta-retrato da família, e a estante, e a estátua de mármore do deus grego hades (porém eles não sabiam), e as taças de cristal (chegando mesmo a quase encher algumas delas), e o tapete persa até que a vaca caiu, quebrando a mesa de centro, a respiração diminuindo. O folêgo da família quase acompanhou simultaneamente a frequencia do animal até a morte.

- Meu Deus! Ela não emitiu um único gemido! - exclamou a filha interrompendo o silêncio.

A poça de sangue se esparramava grossa, brilhante, exalando um cheiro forte de vida por todo o aposento num movimento lento, porém constante e, aos poucos, aquele líquido viscoso-rubro já tomava conta de todo o chão de tábua corrida da sala, formando um imenso espelho vermelho.

A mãe retornou à cozinha e trouxe mais facas. Distribuiu-as ao esposo e aos filhos. Todos se ajoelharam e começaram a cortar. Primeiro a pele, um couro se deixou desprender numa peça quase inteira de veludo preto e branco. As carnes eram de um macio vigoroso, não oferecendo resistência à lâmina, porém apresentando a existência da fibra e os contornos de alcatras, contra-filés e músculos. Um cheiro agora de carne inundou a sala despertando uma fome estranha, algo entre primordial e essencial. Os ossos foram desmembrados, desarticulados, um a um, nenhum foi quebrado.

- Assaremos a carne – afirmou o pai.

E como se estivessem ensaiado, cada dupla foi para um local: o pai e o filho foram para o quintal nos fundos da casa. A mãe e a filha para a cozinha.

Lá fora, os homens retiravam toda a quinquilharia envolta por teias de dentro da pequena churrasqueira, que há tempos não era utilizada e, como não havia carvão, os destroços da mesa de centro, foram usados como lenha. Enquanto isso, mãe e filha carregavam peças gordas e consistentes de carne, colocavam em sacos plásticos, lotaram todo o freezer e a geladeira e depois, começaram a temperar o que sobrou: o sal grosso era jogado à medida dos olhos, e as quatro mãos revolviam as compostas gordurosas, vermelhas e fibrosas num revirar harmônico. Golpes eram desferidos, formando sulcos nos quais o sal, embebido da salmoura que minava aos poucos da carne, era introduzido.

O pai e o filho admiravam a força das mulheres, que carregavam vasilhas grandes lotadas de pedaços generosos de colchão mole, fraldinha, alcatra, costela e picanha, o contorno dos bíceps delicados iluminado pelo suor refletindo o sol da manhã.

O pai dispôs a grelha sobre um tronco de uma árvore que servia de mesa e todos se assentaram ao redor. A boca entreaberta esperava pelo movimento da mão, a língua recebeu um quinhão e desgustando, contorcia-se em prazer. O rosto desenhou na fisionomia o gozo profundo e os olhos fechados contemplavam uma diversidade de sensações, que se acumulavam no coração e explodiam num fluxo pela ramificação dos vasos. Floresceu um êxtase reverberado em pêlos eriçados por todo o corpo. Agora um entrelaçamento de oito braços formava um ser só, rosa carnívora orvalhada de lágrimas exalando o odor da dor transmutado em amor. As narinas contraindo-se e relaxando-se, fôlego misto de espírito e fumaça ascendendo em espirais lentos, formando uma nuvem que se dispersava sutilmente sobre a casa, despertando em quase toda a vizinhança saudades do que poderia ter sido, perdão para poder ser.

Há quem diga que viu uma estrela brilhando ao lado do sol pela manhã, naquele dia. Um mendigo, um meteorologista e um agricultor afirmaram ter visto algo como um cavalo voador, um Pégaso ou algo parecido atravessando o céu e sumindo no horizonte.

No centro comercial, na fila diante do açougue, alguns reclamavam do preço da carne.

Sobre a obra

Este conto me imcomodou para ser escrito. Escrevi, reescrevi e ainda sinto que falta muito para lapidá-lo, entretanto, se eu não o libertasse um pouco de mim, não conseguiria escrever mais nada. Ele ficou engasgado entre meus dedos. Quero agradecer especialmente a Sônia Brandão http://www.overmundo.com.br/perfis/sonia-brandao e ao Thiers http://www.overmundo.com.br/perfis/thiers pelas dicas sempre valiosas. Grato também a CD http://www.overmundo.com.br/perfis/compulsao-diaria dessa pedra bruta do texto que procuramos lapidar e a todos os overmanos que comentam as publicações do aprendiz aqui.

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Autoria
Wellington P. Coelho
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ana wagner
 

Nossa Wellington! Quase perdi o fôlego para ler tudinho de uma vez e rapidamente. Teu conto é realmente fantástico, com muito boa narração tua e contém mesmo muitas metáforas. Você sabe que gosto
dos seus escritos que lembram a realidade fantástica de alguns escritores latino-americanos. Parabéns por mais um texto intrigante
e totalmente fora do comum! Volto para votar. Beijo.

ana wagner · Porto Alegre, RS 16/8/2008 16:58
1 pessoa achou til · sua opinio: subir
clara arruda
 

Meu amigo querido.Paro por alguns minutos tudo o que estou fazendo para ler seu conto.Confesso que pela primeira vez me vejo lendo como no meu tempo de criança.Do surreal eu pude sentir uma coisa mágica na aparição da vaca.Mas, isso é uma divagação da minha mente talvez...Prometo reler com mais atenção e voltar para fazer minhas considerações finais.Um beijo em seu coração.

clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 16/8/2008 17:24
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

maravilha de texto amigo poeta, depois eu volto.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 16/8/2008 17:41
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Pedro Monteiro
 

Amigo Wellington.
Bela imagem e excelente conto. Como diz a amiga Ana Wagner, é de perder o fôlego.
Tudo muito lindo.
Abraços

Pedro Monteiro · São Paulo, SP 16/8/2008 17:42
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brigitte
 

Wellington, um magnífico conto!
As metáforas nos dão a chave de leitura. A vaca na Índia é um animal sagrado´por ser fonte de alimentação desde o couro até os ossos. E o alimento que animou e esquentou o coração de todos na família foi o leite, fonte de vida para os bebês. A aparição da vaca pode ser definido como uma alegoria à aparição do sagrado para reafirmar os laços de amor da família que estavam estremecidos.
Sensacional texto!

brigitte · Goiânia, GO 16/8/2008 18:17
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azuirfilho
 

Wellington Coelho · Belo Horizonte (MG)
Expiação

Um texto grande que prende a gente numa leitura até o final.
Muito boa leitura apaixonante e preocupante devido o Tema táo importante na vida e o seu dia a dia.
Muito bom.
Senti pelo sacríficio do animal.
A Situascáo diferente de náo terem conseguido livrar o animal era para terem respeitado a vida.
Vou aguardar a continuidade mas, acho que deve de aproveitar o texto táo bem feito e gostoso de ler para ajudar a difundir valores de Humanidade e de chances de superacáo das dificuldades que nós humanos estamos vivendo com muita violéncia e ninguem mais acreditando em ninguém.
Já desacreditamos de quase tudo.
Precisamos de coisas boas para acreditar e Libertar.
Parabéns.
Abracáo Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 16/8/2008 18:35
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Thiers
 

Well, gstei mto como sempre.. Gst desse teu clima surreal... beirando alucinação.. aliás uma alucinação familiar ..rsrs.. O que me passou como explicação q segundo disse nem vc conseguiu perceber td, é o qstão de que a familia era desunida e a presença da vaca que dá leite e carne, como uma qstão religiosa. Um a forma de doar amor, paz, entendimento. N me preocupo mto com isto, o q mais vle pra mim é o aspecto surreal que prende e vc quer entender o que tá acontecendo. Acho q real/ faltou uma finalização; alguma coisa tem que acontecer.... Ou a vaca sumir, ou a vaca virar um anjo.. sei lá tem que ter um fechamento que pode ser surreal tbém.

Thiers · Rio de Janeiro, RJ 16/8/2008 19:15
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celina vasques
 

Acho que a vaca vai virar anjo! rsrsrs

Muito Bom!!!

Adorei!

beijo no coração!

celina vasques · Manaus, AM 16/8/2008 19:20
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Ivy Gomide
 

Muuuuuuu....... surreal aparecer uma sra vaca na sua sala. realmente alguma coisa meio off precisava acontecer naquele cotidiano q arrasta chinelos. Um cotidianozinho pobre. Onde aquela pobre mulher precisa de tanto remédio.. Vc já tomou essa coisa de rivotril? Uma vez tomei meio comprimido e passei mal por umas 10hs... Horrível!!
Mas ela tava precisando sonhar.. vc n acha q sonhar pra ela era a forma de fugir daquele mundo inóspito? Pois n quero interpretar um conto...rsrs .. é a minha área( sou Psi). Mas penso Wellington q alguma coisa precisa mudar e a saída é o sonho...ou será delírio familiar?
Adorei

Bjim

Ivy Gomide · Rio de Janeiro, RJ 16/8/2008 19:59
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Raiblue
 

Welll,querido...mais um conto surrealista maravilhoso!!!

Um 'quê' psicológico fortíssimo....a vaca como símbolo do sagrado...que dá o leite que alimenta a vida....e que uniu afamília desintegrada....talvez fosse sonho e o sonho fosse o desejo que havia em cada um de se harmonizar...de resgatar o amor.... ou de simples fuga da realidade totalmente fragmentada... a possibilidade de perdão para que a paz reinasse também veio desse pequeno instante de delírio...o alimento como a comunhão....a celebração da união através da carne....hehe...e do vinho(o leite)
....

Genial,Welll...adorei!
E não acho que faltou finalização ,super bem desenvolvido,uma delícia de se ler... instigante...misterioso....e extremamente simbolista,metafórico!!!

Parabéns,meu querido!!
um beijinhos bluecarinhoso...
Bleu

Raiblue · Salvador, BA 16/8/2008 21:00
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Raiblue
 

Ah...amei a imagem....perfeita!!!
Parabéns pela colagem!!
bjksblue

Raiblue · Salvador, BA 16/8/2008 21:01
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Hideraldo Montenegro
 

Que imaginação! Que criatividade! Consegue nos prender na narrativa. Engraçado a bondade que vaca nos transmite. Sempre existe alguma vaca em nossas vidas. Um simbolismo profundo, bem colocado. Grande contista. Mais do que votos, merece nossa admiração.

Hideraldo Montenegro · Recife, PE 16/8/2008 21:10
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Raiblue
 

Esqueci de falar do título...'expiação'...a remissão dos pecados...pelo sangue...perfeito!!

Raiblue · Salvador, BA 16/8/2008 21:22
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Wellington Coelho
 

Pessoal,
Sinceramente grato pelos comentários.
Ivy, Celina, Thiers e Azuir
Uma observação: o conto já está concluído. Talvez terminei subitamente, talvez tenha que mudar a conclusão, vou acompanhar a avaliação de vocês e depois vejo o que faço. Seja como for.
Brigadão

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 16/8/2008 21:38
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Nydia Bonetti
 

Fantástico, Wellington. Impossível parar a leitura. Tem que ser devorada inteira, de uma vez só... Que coisa. Ha muito tempo uma leitura não me impressionava tanto. Um texto perfeito, carregado de símbolos, mistérios e ensinamentos. E a colagem que linda!
Aplausos!
beijo

Nydia Bonetti · Piracaia, SP 16/8/2008 23:12
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Ailuj
 

Aff,li tudinho,nao tem como nao ler até o fim
Adorei já esta lapidado,mas entendo vc,,somos eternos insatisfeitos conoscos
Um beijo

Ailuj · Niterói, RJ 17/8/2008 00:00
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Sigrid Spolzino
 

Chega certo ponto... que não tem outro jeito... chegar ao final para saber como acaba...rsrs
Vc. sabe mesmo contar um conto! rs
Parabéns!
Qto a lapidação... não tem jeito, amigo escritor... sempre vai acontecer...
Votado
Baci

Sigrid Spolzino · Brasília, DF 17/8/2008 01:51
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Sigrid Spolzino
 

Digo, voltarei para votar... já pedi para me lembrar aqui em cima...rs

Sigrid Spolzino · Brasília, DF 17/8/2008 01:52
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Cristiano Melo
 

Wellington,
rapaz que conto mais cheio de mensagens... Uma família presa numa neurose tão comum e enfadonha, por que não se separam? Ambiente hostil e de pequenas batalhas, uma arena, e a vaca como elemento de reflexão coletivo, o leite que é sugado até secar, dá a sensação da via deles que eles mesmos deixam secar...
O final da vaca que poderia ter inspirado algo diferente aos integrantes familiares só serviu para pedaços, destroços de um anjo sem asas.
Muito bom seu texto, mestre em dar voltas e voltas no texto, mas com propósito.
Parabéns
abraços

Cristiano Melo · Brasília, DF 17/8/2008 08:43
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Nic NIlson
 

Surreal. Muito bem escrito. Maravilha!

Nic NIlson · Campinas, SP 17/8/2008 10:19
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Coluna do Domingos
 

Texto muito bom.

Coluna do Domingos · Aurora, CE 17/8/2008 11:43
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Compulsão Diária
 

Well, querido, todos disseram tudo. surreal, sacrifício, neurose familiar, símbolos entrevistos, a colagem na imagem - arte digital- bacana, sugestões para o final: se falta, ou não.
Seus leitores aqui tentaram de várias maneiras ajudá-lo nas metáforas que são enigmas até mesmo pra vc. Ok! Não sabe se as pistas ficaram "claras"?! Seria necessa´rio? Hum, acho que não.

Enfim, que dizer? O que dever dizer?
Vc conseguiu produzir o texto que estava , como disse? Ah, "engasgado entre meus dedos". E olha ele aqui. Bacana, forte, sanguinário rs. Muito louco, Well, well.;))

E a Pam?!!
(leitora oportunista cobra o autor rs.)
Cadê a Pam?!!!
tutti baci
Parabéns
CD

Compulsão Diária · São Paulo, SP 17/8/2008 15:01
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Marcos Paulo Carlito
 

O texto é fodido de bom. Um dos melhores que já li. O conteúdo é muito emblemático, quase sulrealista mas ao mesmo tempo carregado de racionalidade.
Instinto, família, socialidade e o próprio existir são questionados quando lemos o texto.
O estilo também é bom, claro e permeado de sutilezas inteligentes, misturando uma pitada de humor e um toque de chulismo na medida do real.

O escritor promete muito. Deve continuar e publicar.

Grande abraço Guaicuru!!!

Marcos Paulo Carlito · , MS 17/8/2008 15:52
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Robert Portoquá
 

Fantástico em todos os sentidos.
Gostei da narrativa também.
Parabéns.
Abçs

Robert Portoquá · Adamantina, SP 17/8/2008 16:38
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Josalba Ramalho
 

Ler seu conto numa tarde de domingo, imersa em sentimentos de familia, só potencializou a força do texto. A vaca sagrada, imensa, acorrentada e à mercê já tem um espaço na minha sala também. Forte imagem. Abraço,

Josalba Ramalho · Florianópolis, SC 17/8/2008 17:12
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Wellington Coelho
 

Pessoal,
Agradeço a todos pelos comentários. Acho que vou mudar alguma coisa, mas ainda não sei bem como. Talvez parte dele ainda continua "engasgada" entre os dedos.

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 17/8/2008 18:34
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Guilherme de Faria
 

Uau! Louco! Muito bom... mas tem famílias que têm um elefante na sala e todos fingem não ver... É conhecida como "doença da negação". Mas, a sua... é uma vaca catártica, não destruiu a família, pelo contrario: "o pai e o filho admiravam a força das mulheres". A família parece ter se unido num plano mais alto, um pouco acima da sua vulgaridade habitual.
Parabéns, Wellington!
Um abraço do cordelista

Guilherme de Faria · São Paulo, SP 17/8/2008 19:18
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Cristiano Melo
 

Well Wellington,
O final como um elemento etéreo no conto, dá um contraponto na estória, do cotidiano ao lúdico. E que os reclames no açougue possam ser apaziguados com o seu devido tempo e trabalho de plantio...Olha aí, viajei mais ainda e acho que desta vez nem eu entendi o que escrevi!!!hehehe
Quero apenas destacar a esperança em meio à desesperança do contraponto colocado!
Asas de um cavalo alado!
abraços
PS: como a CD escreveu e eu não ia escrever para não lhe pressionar, resolvi escrever mesmo assim, já que a CD é compulsiva e eu também....heheh. Cadê o restante da estória papo cabeça?! Pam Pam Pam Pam...

Cristiano Melo · Brasília, DF 17/8/2008 20:09
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Hideraldo Montenegro
 

Realmente, ficou ótimo!

Hideraldo Montenegro · Recife, PE 17/8/2008 20:17
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Wellington Coelho
 

Cristiano,
A Pam está cortando o cabelo do Máximo Moraes. Os dois estão se lembrando de tanta coisa e eu aqui, tentando pegar algo para o próximo capítulo.
Agora, a CD e vc dizerem que aguardam o restante da história é um estimulo em tanto para o aprendiz aqui.
Brigadão mesmo

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 17/8/2008 20:18
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Hideraldo Montenegro
 

E, ficou mais mágico

Hideraldo Montenegro · Recife, PE 17/8/2008 20:48
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walnizia santos
 

Wellington, gosto muito dos seus trabalhos.
Este eu achei muito bom, criativo, meio louco.
Parabéns. Volto depois.
Abraços

walnizia santos · Brasília, DF 17/8/2008 21:30
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Raiblue
 

Gostei das mudanças Welll, o texto ficou mais conciso nos últimos parágrafos...e acho q vc seguiu os conselhos do Thiers,não foi?Deu um rumo mais definido à vaca..., ficou legal, mas eu tinha gostado tbém do mistério que havia ficado em torno da vaca no texto anterior..., que nos deixava imaginando o que quiséssemos..
Está muito bom!Como sempre....

Também estou louca pra rever a Pam,viu?Não demora não,tá?

besitos bluen_cantados...
Beijinhos bluecarinhosos...
Blue

Raiblue · Salvador, BA 17/8/2008 22:15
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Compulsão Diária
 

Well, ficou bom assim tb. Agora...Pam rsrs

Compulsão Diária · São Paulo, SP 17/8/2008 22:45
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ayruman
 

Muito bom. Com personalidade e inventivo!

Aguardo na fila. jbconrado

ayruman · Cuiabá, MT 17/8/2008 23:09
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Sônia Brandão
 

Wellington, sua idéia foi fantástica. Você foi feliz já na escolha do título. Num texto surreal você conseguiu embutir as mensagens
de paz, de harmonia, de redenção. Muito bom. Parabéns.
bjs

Sônia Brandão · Bauru, SP 18/8/2008 00:09
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Andre Pessego
 

Esperei para onde ia parar. Vou voltar. Um belo enredo,
andre

Andre Pessego · São Paulo, SP 18/8/2008 04:46
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Vives
 

AMIGO, LONGO TEXTO, DEVE TER DADO MTO TRABALHO MESMO. MAS ESTÁ PERFEITO. VIM, LI, VOTEI E VOLTAREI.
POEBEIJOS.

Vives · Porto Alegre, RS 18/8/2008 06:11
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raphaelreys
 

Um texto realmente incomum e intrigante meu caro overmano! Parabéns pela escrita.

raphaelreys · Montes Claros, MG 18/8/2008 07:31
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EdimoGinot
 

põe o bode, tira o bode.
E a escrita parece aflitar para te contar...
Beleza de Realismo Fantástico.
um abraço

EdimoGinot · Curitiba, PR 18/8/2008 09:30
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Saramar
 

Desde ontem, estou lendo e relendo este (literalmente) fantástico texto, também "incomodada" com tantas leituras e mensagens que percebo.
O inimaginável a mudar o cotidiano, os deuses se manifestando para salvar vidas, outros olhos...
Magnífico!
Voltarei.

beijos

Saramar · Goiânia, GO 18/8/2008 09:38
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zilka jacques
 

Querido amigo,
teu texto é muito interessante. De repente o dia a dia da familia, com seus ranços foi interrompido pela aparição da vaca simbolizando a comunhão e unindo a família. De tão bom, penso que poderias explorar mais o final.
Beijos

zilka jacques · Porto Alegre, RS 18/8/2008 09:49
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EdimoGinot
 

EdimoGinot · Curitiba, PR 18/8/2008 14:24
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Ivy Gomide
 

haha acabei de escrever nas dicas, mas não deu tempo q loucura qdo a mensagem seguiu, a fica foi pelos ares. Porem o que eu dizia era que um magnífico txto surrealístico com toques líricos não combina com o desfecho do açougue, porem demorei a explicar pq eu pedia desculpas pela intromissão.
Mas penso mesmo que o cotidiano do açougue fecha mal sua viagem magritteana. Mesmo assim eu gostei e por isso acho que abro sua votação. Estou a pouquíssimo tempo aqui e só posso madar 3 pontinhos pra vc.

bjim

Ivy Gomide · Rio de Janeiro, RJ 18/8/2008 14:25
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Ivy Gomide
 

Desculpe por meus erros de digitação.. se não entender avise. bjim

Ivy Gomide · Rio de Janeiro, RJ 18/8/2008 14:27
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camuccelli
 

A gente que escreve para o teatro,vê em quase tudo que lê,as cenas acontecendo.Pra mim,o seu texto está completo.Não tem mais o que lapidar.Mas,quem ecreve,sempre vê o que os outros não vêem.A gente está sempre querendo melhor.gostei mesmo!

camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 18/8/2008 14:53
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Samuel Luciano Assunção
 

"As narinas contraindo-se e relaxando-se, fôlego misto de espírito e fumaça ascendendo em espirais lentos, formando uma nuvem que se dispersava sutilmente sobre a casa, despertando em quase toda a vizinhança saudades do que poderia ter sido, perdão para poder ser."

ei wellington que maravilha de texto...encantador e inusitado...
repleto de amor e cumplicidade...
muito bom.

um abraço e meu voto

Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis, RJ 18/8/2008 15:04
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Samuel Luciano Assunção
 

"As narinas contraindo-se e relaxando-se, fôlego misto de espírito e fumaça ascendendo em espirais lentos, formando uma nuvem que se dispersava sutilmente sobre a casa, despertando em quase toda a vizinhança saudades do que poderia ter sido, perdão para poder ser."

ei wellington...belo texto...envolvente...humano...seio de significados e nuances...
muito.

abraços e meu voto.

Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis, RJ 18/8/2008 15:10
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joe_brazuca
 

Espetacular !..delicioso de ler...num gole só de leite fresco !...e como vc mesmo diz, foi meio "exorcizado", pelo bem de sua "saúde"...seria legal desenvolver, à sequência...a Vaca Sagrada, trouxe a família ao sacro exotérico alienígena...
Esse conto pode virar livro que pode virar filme que pode virar sucesso...tal qual a vaca, que gera de tudo e se aproveita tudo...até o berro !
votado, claro...e meus parabens !...vc é realmente "fera", amigo...como muitos aqui, ja sou teu fã !
abraço
Joe

joe_brazuca · São Paulo, SP 18/8/2008 15:13
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

votando.abraçossss

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 18/8/2008 15:37
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ana wagner
 

Votando feliz pelo sucesso!
Não faltou finalização e a imagem ficou ótima!
Um beijo!

ana wagner · Porto Alegre, RS 18/8/2008 15:44
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clara arruda
 

Voltando meu querido.

clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 18/8/2008 16:39
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Ailuj
 

Esta publicado
beijos

Ailuj · Niterói, RJ 18/8/2008 16:46
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Renato de Mattos Motta
 

Muito louca esta vaca!

Grande abraço!

Renato de Mattos Motta · Porto Alegre, RS 18/8/2008 17:44
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Compulsão Diária
 

muuuu

Compulsão Diária · São Paulo, SP 19/8/2008 02:15
1 pessoa achou til · sua opinio: subir
Max Reinert
 

Opa!
Que coisa boa esse texto!
Aliás, que coisa boa poder encontrar textos que fogem do "realismo" tão chatinho que costumamos encontrar por aí.
Já está nos favoritos... com certeza volto por aqui!

PS: Conhece um texto teatral chamado "Mumu - A Vaca Metafísica"?
Nada a ver com seu conto, mas tem um q de surrealista tbm e se utiliza da mesma imagem!

Max Reinert · Florianópolis, SC 19/8/2008 10:26
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Wellington Coelho
 

Max,
Não conheço o texto, mas vou ver se o acho. Valeu.

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 19/8/2008 12:50
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Wellington Coelho
 

CD,
MMMuuuuuito obrigado pelos papos!

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 19/8/2008 12:52
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Wellington Coelho
 

Joe,
Como já disse uma vez: tomara que tu sejas um profeta!!!
Brigadão amigo, estou aprendendo com suas publicações.

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 19/8/2008 12:54
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Wellington Coelho
 

Renato, Ailuj, Clara, Ana, Novo Poeta, Edimo, Zilka
Sempre grato pela visita e consideração.
Abração

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 19/8/2008 12:57
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Wellington Coelho
 

Pessoal,
Há mais que agradecer, depois volto.

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 19/8/2008 13:01
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Cintia Thome
 

MUITO BOM, CADA FRASE UMA IMAGEM. DIÁLOGO SEM PERDER NADA....EXCELENTE. VALEU!

Cintia Thome · São Paulo, SP 19/8/2008 19:32
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ayruman
 

Muito criativa a Ilustração.
Muito bom mesmo. Com personalidade e inventivo!

Na fila Votando. . jbconrado

ayruman · Cuiabá, MT 19/8/2008 21:49
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Lena Girard
 

Envolvente, empolgante, surpreendente, mágico, belo, AMEI!!!
Beijos, menino

Lena Girard · Belém, PA 19/8/2008 22:52
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Andre Pessego
 

Ah é. ,e recordou de Mané Riri, um visionário do meu lugar. Vivia vendo coisas, que só ele via.
Um dia viu o escuro no meio da tarde de agosto, sol quente, todos viram;
Um dia viu a morte, passenado pela única rua da cidade, ninguém quis , daí a pouco morreu o mais rico da cidade. Tiro e queda, esplicou Mané, "foi a morte"......
legal mesmo
andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 20/8/2008 06:23
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Wellington Coelho
 

Pessoal,
Desculpem-me o erro de digitação nas informações sobre a obra: iMcomodou com M! Como o fato de não poder corrigir isso me incomodou!

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 20/8/2008 17:41
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Brida
 

Well, vou fazer uma análise radical desse conto, se você realmente quer.
Repito meus e-mails: paranhos_44@hotmail.com
mcparanhos@yahoo.com.br

Brida · Salvador, BA 20/8/2008 18:31
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marilia carboni
 

Parabéns !!!!

marilia carboni · Londrina, PR 21/8/2008 15:44
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Thiers
 

carimbado!

Thiers · Rio de Janeiro, RJ 21/8/2008 17:32
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celina vasques
 

meus votos!
beijo

celina vasques · Manaus, AM 21/8/2008 20:27
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Vinícius Motta
 

Wellington,

Adorei o texto. A minha leitura foi de que o surgimento da vaca foi um momento para abrir os olhos da família para o distanciamento dos membros.
Não deixa de ser uma metáfora dos nossos tempo. Andamos tão afastados uns dos outros, sem dar valor para o que pensam ou sentem os nossos.
Parabéns pelo texto. Muito bom mesmo.
Abraço.

Vinícius Motta · Rio de Janeiro, RJ 22/8/2008 10:39
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azuirfilho
 

Wellington Coelho · Belo Horizonte (MG)
Expiação
Um Pouco demorado mas, sempre soma.
Voto é voto o que conta é o seu Trabalho de táo alta qualidade e,
já consagrado por nossa Gente.
É voto de merecimento.
Parabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 24/8/2008 22:02
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Jurandir Barbosa
 

Meu querido amigo, me pergunto aqui como farei para descrever essa leitura.
Acredito que o meu silêncio será melhor pois assim não me perderei nessa imensidão.
Você superando a cada dia o cara tímido que um dia conheci e que por horas tricotamos o cotidiano no nosso kãos dia a dia. Penso aqui dentro de um desejo grande o delicioso encontro com teu parto que virá. Um livro que não pode demorar.
Abreijo meu amigo e camarada.

Jurandir Barbosa · Montes Claros, MG 26/8/2008 12:46
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N.Lym
 

Metáforas me fazem adentrar no mundo de Alice cada vez que as leio e sinto! Adorei seu conto!! Muito bom!!=]

N.Lym · Fortaleza, CE 4/9/2008 22:20
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Edson Rufo
 

Votado com carinho

Edson Rufo · São Paulo, SP 10/9/2008 11:54
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Saavedra Valentim
 

Caro amigo
Aos poucos estou colocando em dia os convites para leitura dos textos de inúmeros overmanos/overmanas. Desculpa-me o atraso, mas não deixei de vir.
Muito bom o seu texto. Prende a nossa atenção do início ao fim.
Você é realmente um grande contista.
Parabéns

Saavedra Valentim · Vitória, ES 17/9/2008 18:20
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Cláudia Campello
 

Que conto !
(por uma cena de matadouro qdo criança, fiquei 8 anos
sem comer c a r n e, esse conto me tocou...)

a d o r e i.

bjssss;)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 15/3/2009 17:08
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