Vi minha poesia
apunhalada,
verso após verso
até aos trapos,
vinda por sons
irreconhecíveis.
Não eram mais
minhas palavras.
Era o resto,
o que sobrou delas.
Poucas letras
espalhadas pelo chão.
Ouvia na tua boca
outras palavras,
enganou-me a voz,
teu falso elogio,
falsa récita.
Desprezava-a,
maldizia-a.
Mas do mal, o menor,
ela está ressuscitada.
Embora a escrita inacabada,
embora não ter sido recitada,
embora ter sido vilipendiada,
digo pois, não a fiz para você,
uma pessoa sem emoção.
Sim, eu fiz pra minha amada.
Com ela, mesmo aos pedaços.
Sobreviverá a minha poesia.
Bacana
votado
Quando der, da uma força pro meu texto.
brçs
a poesia sorriu. o poeta agradece.
meu abraço.
Silveira
Adorei!!!
Votado!!!
Dê uma conferida nos meus textos também!!!
Feliz por ter apreciado. Grato Celina.
um beijo e meu afetuoso abraço.
Silveira
Grato pela apreciação Rodrigo. Abraço.
Silveira
Legal foi você ter lido e gostado Poetisa. Grato pelo voto.
Um beijo e meu freterno abraço Sandrah.
Silveira
Muitos falsos recitam nossas palavras sem ter a emoção que nós a concebemos.
Parabéns!
Grato Poetisa, foste ao âmago do poema. Cumprimento-a em agradecimento ao comentário.
um beijo e meu afetuos abraço Angélica.
SIlveira
www.palavrasdepoeta.blogspot.com
www.contei-porai.blogspot.com
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