Por mais que queiramos esquecer
dos Nortes loucos,
dos Rumos poucos,
dos gritos - que aos poucos
nos deixam roucos -
gritados baixinho no silêncios da noite,
entre lágrimas com força de correnteza
que salgam a ferida que a beleza abre
quando não está
e assombra
com a força da ausência.
O esquecimento
é uma pedra sobre sementes
de sonhos...
aos poucos, eclode
em fardos de luz e leveza
e elevam a alma com forças invisíveis aos olhos
- balão passarinho turbina ônibus espaciais -
que percorrem caminhos impossíveis
para florir no Jardim
do peito alheio
à rosa e suas raízes de transformar calçadas
e caminhos.
Percebi a luz e a leveza...
Belos versos, André! E bela imagem!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
pedra sobre sonhos... nunca havia pensado assim.
belo texto!
Salve André!!
Valeu pelo comentário no post da Roberta Sá!!
Quando tiver um tempinho, passe no meu blog: www.expressaompb.blogspot.com
Abraços!!
Daniel.Barbosa
Cara,
Fico feliz por saber que estou levando conhecimento e cultura às pessoas. Olha que coincidência: vc é o segundo André que diz que ficou conhecendo a Ana através do meu blog...Irado, isso, não é? Rs!!
Passa no meu blog e deixa esse coments..ficarei mais feliz!
Abração!!
Daniel
Sulime
Pedra como um pé
Matando a semente
Não rebrota, não explode
Mas grita
pelo vento que desenterra vidas...
pelo canto. poeira.
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