Quando falo de amor
Não falo só de sexo
Quando falo de sexo
Falo também de amor
Quando há o fascínio,
Nem sexo só
Somos aquelas almas
Unidas afinal por amor
A memória imaterial
Do sexo me diz
Da inclinação carnal
O imemorial alicia o amor
"Quando falo de sexo
Falo também de amor..."
Também estou de acordo, Ju!
Poema de prima.
Bjs.
Ah, Benny, muito gentil tua apreciação.
Fiz um outro, Menos demais, que também está na edição, depois de ler A Boca, diria de tua esca_lavra poética.
Beijin
... que jogo de cintura.
Gostei bastante, valeu Juliaura.
Grata, Victor.
Cintura di pilão, Higor - rsrsrs. Fico feliz por teres gostado.
Lindo é tê-lo aqui Robert. Grata.
Estupendo poema,
meus sinceros aplausos e beijos amiga Juliaura.
Carlos Magno.
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