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Fato consumado – o resgate continua...
Afoice da Morte · Rio de Janeiro (RJ) · 22/6/2008 07:35 · 97 votos · 16 comentários ·  
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overponto
A foice e seus resgates...
A foice e seus resgates...
Imagens



A tempestade castiga os montes
Ingremes a pousar os céus, incandescentes
Raios e trovões descem a procura de vítimas...

Elas, em acalento (re)pousam na ignorância
Vigiadas pelas trevas que espreitam suas carnes
O sangue lascivo escorre ao canto da boca...

No mais íngreme dos montes, do alto castelar
Onde as trevas fazem acordos, firmam território
com macabras seitas idólatras que pregam a suposta luz...

Afoice desembaia seu instrumento de lâmina quase ocre
Tantas as ceifas que adentraram seus caminhos
E desce em disparada ruminante às vítimas desvalidas...

Resoluto caminha entre os vivos-mortos, inspira seus suores
Odores que vem e que vão, até o faro certeiro da vítima loquaz
E quando a fita, embriaga-a com seu olor lascivo e sedutor...

É fêmea tesa de tenra idade, de corpo viril e massa percular
Musculatura esguia e ossos bem distribuídos, seios voluptuosos
De pontiagudos, róseos e bruscos mamilos, quadris largos à perfeição das rosas...

Vítima perfeita a saciar os desejos mais animalescos e cruéis,
a violação da beleza carnal, a escorrer suores e calafrios
e deixar babar qualquer talo, a deixar escorrer o gozo vaginal...

Os olhos vítima captam a energia de afoice, e no fitar os seios enrijecem
O corpo treme de um frio insuportável, a espinha estilhaça em esforço a se curvar
E posta ao chão, de joelhos se põe em felação, afoice deixa-se em êxtase...

Os minutos correm enquanto espermas abundam a boca,
e na ânsia da última ejaculada desfere-lhe o golpe certeiro de libertação
o sangue lhe esguicha o rosto, como em vingança à decapitação...

Um sorriso cínico e indolor lhe recobre a face, recolhe-se o talo
Embaia-se a foice, mais uma carne mensurada na conta de tantas vidas,
Mais uma alma aflita que jaz nesse mundo de ilusões e de crenças vazias...

Assim, satisfeito seu gozo jugular, de cambaleante andar observa,
Vivos mortos a lhe suplicar, volte ao seu mundo divino mestre,
A profecia está em curso, de quando em vez vem nos libertar...

Caminha agora passos acompanhados por um olhar tênue e viril
Olhar que acompanha em diminutos segredos o trajeto e o feito
Que macula a sua ânsia de retornar, observa e atrai...

A mácula - A ânsia do retorno...

Rosamística espreita o trajeto de Afoice, no silêncio bruto do segredo
Posta-se ao longo do caminho, sabendo que sua face não pode desvendar
Inclina-se em silêncio, sob a poça esperma está, prova-lhe a seiva e simula que se vai...

Já em seu umbral no alto monte, volta-se em semi-círculo, olhar captado
Sua foice se agita, sua manta negra banhada em sangue revoa em contrários
E quando se posta esguio e certeiro no olhar, avista rosamística a lhe beber...

De salto lhe rompe ao peito a ânsia desferida em desembaiar a sua foice, arrefece
E seu ânimo em desalinho se combale frente ao susto de rosamística observada,
Ela se volta e seus olhares se cruzam, faiscantes olhos afoice encontram temerosos
Mas viris olhos rosamísticos...

Ânimo arrefecido, a foice adormece em sua cinta, o sangue corre mais denso
A palpitação silencia, talo satisfeito e alma na conta do resgate, trabalho feito
O descanso merecido, desce lentamente de seu umbral e retoma o caminho da execução...

Do encontro dos olhares as distâncias se tornam diminutas, em segundos
Se deparam, se olham, se cheiram, odores, olores, cores e batom
A seiva ainda úmida no chão do encontro, exala o cheiro de sêmen e carmim...

Logo suas mãos se cruzam e das mudas bôcas ressoam palavras ao vento
Verbalizadas nos gestos e no caminhar preâmbularmente executório, destino
Mas, a mácula do olhar freia o ânimo dos resgastes, e assim caminham ao coito anunciado...

Passado o umbral do seu reino, a tiracolo o olhar róseo-místico em transe
Postam-se sob a mesa do grande executor e desferem-se golpes labiais profundos
Densos, tensos, que o pêndulo de afoice tece fundo a malha vaginal de rosamística...

E no tecer daquelas malhas, muitas manhas, muitos desejos e virtudes, ocultas nas entranhas dos opostos, como o dia que anuncia a noite, como a noite que agasalha
E enternece, a chegada dos notívagos desgarrados, se perdem e se acham no eterno contraditório...

Freneticamento se postam em variadas formas e posições são privilegiadas, de jeito que Afoice e rosa gozam abundantemente, se lambuzam e se acusam, se defendem e são escusos, são putos e devassos, e num simples abraço, singelo se elevam, eis a luz...

Adormecidos de um dueto-uno luz, olham-se, se aconchegam, Afoice desembaia a sua foice, despe-se em pelo e repousa no umbral os seus pertences... Nu, completamente nu, rosamística mira-lhe a face, e percebe correndo abaixo dos olhos lágrimas de sangue...
Em uníssono, despe-se e impinge a Afoice proximidade, e repousa-lhe a cabeça
Em seu colo eternal e lúgubre, acaricia-lhe a face, e desdenhando os sentidos humanos
Olha com ternura Afoice e suspira, em pensamentos declama: Serás hoje meu algoz?

Afoice levanta seus olhos rubros de carmim e sangue, e desfere uma flecha certeira
De condenação e esperança, e lhe responde: O que pensas em segredo, eu leio em voz alta, te respondo que hoje com certeza, serás poupada pela minha realeza, mas amanhã...

E assim, Afoice e rosamística adormecem no umbral do mundo, das trevas...


TREVAS??? Não seriam as trevas o mundo dos mortais, a condenação das espiações
Pois a justiça só é feita com a morte, para que se traga nova dimensão a tudo.
Será? Digam vocês.






sobre a obra
As guerras de todos os tempos ceifam vidas inocentes, crenças e falsas glórias levam multidões a genocídios, a grande farsa humana que desfila suas vaidades e atrocidades na carne de outrem.


tags: Rio de Janeiro RJ poesia rosa rosa-vermelha carmim morte vida luz luz-negra
 
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Autoria   Afoice da morte.
Ficha Técnica  

2008 - junho - 18 - Todos os direitos reservados a Afoice.

Data   22/6/2008
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Interessante texto, conduz com determinação , excelente...
ab
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 18/6/2008 19:50 
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Revoada de palavras...
Texto com pouca sobrevida.
Benny.

Benny Franklin · Belém (PA) · 18/6/2008 20:13 
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Vocês estão perfeitamente certos ao quererem recomeçar tudo do zero no que se refere a falsas crenças.
A Religião católica com todos os seus superados dogmas e suas obsoletas doutrinas pecam por ignorarem "Santa Inquisição" & "Cruzadas", verdadeiras chacinas que foram subvertidas por esses anos todos de submissões papais, atentados esquisitos nessa situação vitalícia de Poder, padres sendo pegos em flagrantes explícitos de pedofilia, freiras noivas de Cristo, tudo bem é uma opção, todos temos direito ao nosso livre arbítrio, mas que eu saiba padres & freiras estão negando o "_Crescei & Multiplicai-vos", renunciando à Sagrada Célula Familiar Pai + Mãe = Filho;
Talvez até aí minha empatia com vocês, daí pra frente sou muito mais um sexozinho convencional e bem saudável entre duas pessoas cheias de tesão umas pelas outras, entre quatro paredes com a cumplicidade da privacidade para fazerem o que quiserem e aos poucous irmos povoando o mundo, sendo que em suas fichas cadastrais futuramente serão todos Catoloicos Apostolicos Romanos, pois quando fui batizado, não reagi, compactuei com tal ritual aquoso !
Conheci uma garota, certa feita que queria transar num cemitério, ao lado de ratos & baratas, pra não falar dos coveiros que adorariam certamente a cena, isso se também não quisessem participar, pois eles também são filhos de Deus !
Mandei-a plantar batatas e olha que ela era gostosinha pra caramba, mas não dava liga !
Sexo é feito em lençóis limpinhos, a gente saindo do banho, perfumados, um incenso e uma musiquinha rolando, beijos, abraços uma atmosfera apaixonante !
Eu sou piegas, sou um apaixonado pelo amor convencional !
Vocês, adeptos dessas coisas estão muito adiantadpos, sei lá, se é isso, eu sou Alcanu, não sou o Zé do Caixão, de quem sou macaco de auditório pela postura dele de ser tão autêntico !
Ainda hoje eu trombo com ele, nas raras noites em que de madrugada ando pelo perigoso BIXIGA, digo pelo perigoso pois não luto porra nenhuma, diante de um assalto estaria francamente fodido !
É salutar evitar esse lugar, tarde da noite, mas as ameaças ali existentes, são todas deste mundo, infelizmente, prostitutas de quinta categoria, traficantes, viciados de tudo que possa ser comercializado, punguistas, vagabundos, pedintes, realmente um quadro trioste de uma sociedade plenamente decadente e suja !
Andar por aí é pedir pra ser assaltado, Deus tem me protegido, mas eu prefiro não abusar, tenho dois filhos pra criar e não vou dar mole por nada !
Mas como ia falando, já tive a felicidade de cruzar com o simpático zÉ do Caixão, na época ele comprava gibis pra sua filhota, que hoje já cresceu e já deve estar lendo Nova, Marie Claire e Capricho !
Adorava Contos da CRipta, já vi muito filme de terror, tantos que os execro, prefiro Os três patetas ( HELLO< HELLO< HELLO )
Menino, você escreve tão bem, há até uma certa sensualidade em suas personagens se elas ficasse vivas por mais de uma EREÇÃO, mas não, morrem gozando ( o orgasmo já é uma pequena morte, isso não os satisfaz ? )
Me desculpem se eu disser que esse texto não fez a minha cabeça, apesar de estar impecavelmente bem escrito sem um errinho de português, inclusive, é o miolo que não vai.
Não sei ser hipócrita, já li textos fracos por aqui, confesso que tem textos meus que eu quase repudio até, mas o teor além de apelativamente mórbido vai contra o bom gosto de quem quer ver alguma mensagem positiva, senão pelo menos engraçada.
Já "cometi" cada texto por aqui, mas seguro a onda, eu converso com o meu leitor e ele sabe disso se estiver por aqui...
O texto anterior estava excelente, este está apenas bom, sem julgar, pois quem sou eu pra julgar quem quer que seja, apesar de eu não gostar do tema central.
O casal no fim me parece muito patético, meus personagens, se tivessem transado iriam correndo prum chuveiro, tomariam um banho juntos, um mijaria na mão do outro e se deitariam molhados e abraçados noite adentro, com direito a acordarem dispostos a novas e maravilhosas fodas homéricas !
Se você utilizar o potencial e a inteligência maravilhosa que Deus lhe deu, Afoice, será mais um expoente daqui, a ilustração é deslumbrante, mas é tétrica, não posso dizer nada, em meu texto em edição coloquei uma tonsila, mas eu tô "brisando", não adianta procurar no dicionário que é uma palavra utilizada pelo meu filho Douglas, palmeirense, que a essa hora deve estar torcendo pra Argentina ganhar do Brasil, que eu já tô de saco cheio de gozar com o pau dos outros e pagar pau pruma economia safada dessas só porque um anão de merda pensa que treina onze irresponsáveis que têm coragem de perder do Paraguai...
Desculpe, perdi meu senso de ridículo !
cê não tem nada que ver com isso, meu querido, mas capricha pra ter mais vida no teu próximo texto, de morte já chega a do Jamelão outro dia desses, do Yves Saint Laurent e das milhares de pessaoa que devem estar morrendo de frio pelo Brasil adentro, cês não têm dó ?
1º, o emprego, depois o terror ! Sar
alcanu · São Paulo (SP) · 18/6/2008 20:33 
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Afoice da Morte Cintia, grato pela leitura.
Benny, o texto tem vida per si.


Afoice da Morte · Rio de Janeiro (RJ) · 18/6/2008 23:35 
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Afoice da Morte Alcanu, és um caso à parte!
Dizes o que pensas, e o contradotório engrandece a obra.
Grato pela sinceridade.
Afoice.
Afoice da Morte · Rio de Janeiro (RJ) · 18/6/2008 23:37 
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Menino, continuas com tua rebeldia!! Quem sabe pra esconder tua timidez, algum trauma de infância? Já foi num analista? Quem sabe lendo Paulo Coelho paras de ser tão birrento! Beijos, meu bem!!
Lena Girard · Belém (PA) · 19/6/2008 01:58 
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Tão forte que as vezes chega a ser arrepiante. Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 19/6/2008 02:17 
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Afoice da Morte Lena menina Girard. PC é um embuste, uma fraude literária, para vc ver como o mundo é louco!!!! Não é rebeldia mas é preciso provar do sombrio e do desonhecido para trazer à luz as barbáries humanas que povoam nossos dias...
Falcão, a sua goiabada literária estava deliciosa, cortei-a aos pedaços com minha foice banhada em sangue...

Afoice da Morte · Rio de Janeiro (RJ) · 19/6/2008 08:04 
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Afoice...

Você traz as trevas iluminada pelo amor, ainda que mórbido,mas há algo de eterno ....um amor que ataravessa os umbrais...

Realmente o mundo aqui 'embaixo' já se faz o próprio inferno...onde quase não vemos amores como esse que você nos apresenta...é tudo tão fugaz ..tão passageiro...estamos mais p umbral do que pra paraíso .. céus....rs

Texto denso...intenso....e mórbido,sim,mas traz uma reflexão sobre essa nossa realidade cada dia mais solitária...
Um beijo azul
Raiblue
Raiblue · Salvador (BA) · 19/6/2008 18:14 
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Nossa! Quero morrer teu amigo!!!! - Votadissimo! Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 21/6/2008 03:21 
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Afoice... Cruzes!!! o Alcanu já falou por todos nós, mas seu texto esta parecendo o Inferno de Dante em " Divina Comédia" . Denso e forte . Votos e beijos
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 21/6/2008 23:15 
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Agradeço ao amigo Robert pela indicação.Estou voltando bem devagar pq ainda estou dodoi.Eu sou apenas uma leitora então me perdoa se falar algo dissonante(melhor escrever).Seu texto me lembrou meu primeiro psicotécnico.Era apenas uma imagem sem formas e cada mente conseguia dar-lhe uma forma.A mim pareceu uma crítica aibda que não velada a tantos padrões que hoje convivemos.
Na íntegra gostei muito,apenas concordo em algumas observações que nosso amigo Alcanú fez acima.
Inferno e foices,armas que nos torna melhores ou piores,na medida que as usamos.me desculpe os erros,ainda estou me restabelecendo e para deixar aqui esse pobre comentário levei uns 15 minutos digitando,coisa que faria em menos de um.
Deixo meu carinho e um abraço fraterno.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 22/6/2008 06:25 
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Afoice da Morte Amigos dos contrários que são muito bem vindos aqui a convite, embora alguns em contragosto ao personagem ou o tema tratado, mas Clara Arruda apreendeu a essência dos versos e morbidez do poema, assim se manifestando:

Era apenas uma imagem sem formas e cada mente conseguia dar-lhe uma forma.A mim pareceu uma crítica aibda que não velada a tantos padrões que hoje convivemos.
Na íntegra gostei muito,apenas concordo em algumas observações que nosso amigo Alcanú fez acima.


E ainda, Doroni em:

Afoice... Cruzes!!! o Alcanu já falou por todos nós, mas seu texto esta parecendo o Inferno de Dante em " Divina Comédia" . Denso e forte .

Quando venho a este espaço, digo a que venho: alguns captam a mensagem, outros observam somente o lado que pode parecer em primeira leitura negativo.

De qualquer forma a essência é a antítese, o debae e a reflexão.

Acompanhem o desenrolar das próximas edições.

Alcanu, um dos meus primeiros amigos a comentar meus textos, grato por provocar a discussão.

Afoice.


Afoice da Morte · Rio de Janeiro (RJ) · 22/6/2008 11:12 
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Afoiceeeeeeeeeeeeee! Q loucuraaaaaaaaaa!
tamos aqui, com trevas ou sem trevas.... mas tem que guerrear!
Thiers · Niterói (RJ) · 23/6/2008 00:48 
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Brilhante! Penso que as trevas vivem apenas nas mentes das pessoas...elas são uma extensão de sua vontade fraca, de sua pouco resoluta atitude diante da vida. Penso que cada um de nós tem o poder de escolher para si o que quer...luz ou trevas. E que, como os movimentos das marés, ela permeie o ser em ciclos de vai-e-vem...Portanto, quanto maior a luz, maior será a sombra! Se projeto imagens construtivas, ganharão vida seres e fatos que procurem derrubá-las. Por isso penso que a grande questão é: devemos manter-nos iluminados quando cercados por sombras maiores que nossa parcela de luz? Se respondermos sim, surge uma nova pergunta: o que fazer com as mariposas?

Neste prólogo de Valhalla sugiro um brinde às Nornas!


businari · São Vicente (SP) · 2/7/2008 03:27 
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Temos no universo o buraco negro onde algumas pessoas já foram puxadas pra ele e dizem que lá existe um tipo de energia e luz que aumenta a cada corpo puxado para seu espaço. Essa escuridão é igual a escuridão que em muito os homens se põem entre suas guerras existenciais.
Ecila Yleus · Recife (PE) · 19/8/2008 07:30 
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