Sinto o calor do teu sangue
correndo pulsante nos teus pulsos
quase translúcidos
a cor da tua pele quase papel de arroz
cintila ao toque dos meus olhos azuis
Teu corpo aquece o ar e me sufoca
me faz pensar em trópicos negros
tórridos
a saliva da tua boca fervilha em minha língua
e me acolhes tépida como se eu entrasse
em uma sauna úmida
E me extasio nos teus líquidos amornados
nos teus músculos vitais de bailarina
e adormeço quando enfim apagas a chama
o fogo intenso e íntimo de tua lamparina.
http://www.overmundo.com.br/banco/acorrentados-2
Ola acabo de votar em seu texto. Veja o t. acima VOTE SE GOSTAR..
Obrigado parabéns pelo seu trabalho.
3 votos ao belo trabalho
Oi Fausto,
Bom poema. Votei
Continue escrevendo e postando nesse espaço pois vc escreve muito bem
Beijos
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