Álvaro de Campos é o mais verborrágico dos heterônimos; o mais, por assim dizer, inserido no seu tempo . Desconfia da objetividade, ataca a superficialidade, a mecanização e a desumanização do mundo industrializado. Sendo, ele mesmo, um operário, uma das ferramentas que fazem esse mundo andar.
Seus versos são contundentes, alguns terminam em exclamações. Pedem que sejam lidos num tom de voz alto e com o indicador mais alto ainda. Foi Álvaro de Campos que disse que “;as cartas de amor são ridículas”; e que “;a única conclusão é morrer”;.
Como se dava a incorporação dos heterônimos em Fernando Pessoa? O que o próprio poeta nos diz sobre essas “;possessões”;? Este artigo visa contribuir para o entendimento do processo de criação do principal poeta do modernismo português, dissertando sobre as peculiaridades de Alberto Caieiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis.
Bruno R · João Pessoa (PB)
Fernando Pessoas - A (in)tensa relação entre criador e criaturas
O Poeta o tempo todo esta expressando a totalidade da vida, no seu sentido de busca do Amor e a Lberdade
Diante do caos existente e de tantas desigualdades só resta é transcender. Jesus num momento desses expulsou os vendilhoes do templo, portanto aquele momento de possessão do poeta é normal, temos de chegar junto e solidarizar.
Parabéns pelo Trabalho.
Tudo dentro da normalidade.
Abração Amigo.
...um dos meus poetas preferidos
gostei do seu artigo, Bruno.
bjssssss;
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