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FERROVIAS - entre a poesia e a realidade

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Marco Bastos · Salvador, BA
23/3/2008 · 129 · 21
 

FERROVIAS - entre a poesia e a realidade

Essa crônica nasce de um comentário feito por Tarcísio Zacarias dos Santos ao duplix que escrevemos eu e Regina Bertocelli, cujo nome composto é "Amor Passageiro / Verão" e da aceitação de um convite para ler a crônica "Sobre os trens" escrita por Tarcísio.

Gostei da sua crônica, pela realidade crítica, conteúdo e forma. As fagulhas das Marias-Fumaça às vezes salpicam alguma luz e calor na minha poesia, no entanto ainda não tratei da ferrovia.

Isso está em mim, como poesia, por ter nascido no interior de São Paulo, em uma época em que o trem era símbolo não de decadência, mas de prosperidade, e pela própria infância em Andradina. Barulho de trem, apitos, resfolegar da locomotiva negra e oleada, bigodes de jatos de vapor sobre o limpa-trilhos, burburinho na Estação da Noroeste do Brasil, e viagens lá pelos confins do meu Estado. Fagulhas vermelhas riscando a noite, fumaça pelas narinas... dragão menino.

Depois, pátio de manobras da araraquarense visto de cima, pela janela do hotel. Madrugadinha em Araraquara, cheiro de laranja perfumando tudo, até as mocinhas da cidade. Manobras de trem, sempre no ribombar do seu estardalhaço.

Um dia, inverno severo, a caminho de São José do Rio Preto, e apesar do vento gelado, sentado no vestíbulo aberto que dá acesso aos vagões. Era irresistível. Era um campo imenso, alto e plano, penumbra, o Sol nascia redondo e vermelho, e a Lua descia, branca, redonda e cheia. Era um sol namorado indo ao encontro da Lua que o esperava emocionada.

Do tempo da Universidade, lembranças da visão romântica do trenzinho que passava do outro lado do Rio Pinheiros, visto através do esquadro de uma janela no prédio do CRUSP - Conjunto Residencial da USP, final da década de 60.

Esse trem vem saindo com a poesia que ele contém, mas também vai sair com realidade política, social e econômica, queimando em sua caldeira, em coração-não-dormente, as matas brasileiras, e vai sair com a contundente crítica a um país, povo e governo, que permitem que milhares de quilômetros de linhas férreas, desmatamento, serviços de engenharia, estações e pontes, cascalho, dormentes, trilhos, cancelas, carros e locomotivas se degradem e se dissipem, como vem acontecendo e aconteceu.

Se De Gaulle (abelhudo, narigudo e prepotente) já disse que o nosso país não é sério, faltou dizer, também acertadamente, que não tem memória.
Na década de 80, conheci em Londres uma senhora inglesa que conhecia muitas coisas do Brasil, sem ter nunca estado aqui. Era descendente de uma família de ingleses que esteve no Brasil implantando ferrovias. Eram membros de uma "Sociedade" ou "Instituição" formada por pessoas descendentes ou que, direta ou indiretamente, implantaram as ferrovias no mundo inteiro. História, publicações, palestras, debates eram suas atividades, e por certo já registraram e analisaram a História recente, e os processos de privatização e degradação de nossas ferrovias.
A Inglaterra deveu muito de sua hegemonia, imperialista que foi (e ainda é?) no Séc. XIX e início do Séc. XX, à instalação das ferrovias pelo mundo a fora. Na História crítica, a Nova História, essa vertente acadêmica da própria filosofia e pedagogia da História. Metodologia de Lucien Febvre y Marc Bloch, em países cultos, capitalistas.

Pois bem, era a década de 80 e fiz uma viagem de Londres a Manchester, num daqueles trens ingleses famosos por seus horários de horas e minutos e pela sua pontualidade - cômodos, velozes, pontuais, limpos, carros largos, assentos confortáveis, trens silenciosos, e serviços de alimentação. Só não reparei se nessa composição havia os carros-dormitório nem conversei para saber se os transformariam em motéis móveis ...
Naqueles dias, os TGV´s na França ( train a grande vitesse) e no Japão os trens-bala, indicavam a direção para os rumos do meio de transporte confortável, econômico e eficiente.

A propósito na mesma época, uma frota inglesa cruza o Atlântico de norte a sul, entre a África e a América do Sul, navega em frente a toda a Argentina, passa sob as barbas do Galtieri, que reservava alguns Exocets franceses para uma provável batalha que não acreditava viesse a acontecer. Talvez pensasse em blefe ou na fleugma dos ingleses. E as Malvinas caíram fragorosamente em poucos dias sob a férrea mão inglesa, ou contra-mão se assim quiserem. Tudo tão rápido que nem mesmo deu para se constituir no estratégico inimigo externo que desse consistência ao país e agregasse os passionais argentinos em torno do seu novo chefe.

Agora de tango a rap; já lá se foram as nossas ferrovias. Colocamos meras 28 toneladas sobre um caminhão que sai do Rio Grande do Sul com destino ao Maranhão, distância de quase 1/8 da circunferência da Terra, ou cometemos a maluquice de mandar de São Paulo para o norte, poucas toneladas de perecíveis para passarem dias, caminhão atolado na Belém-Brasília ou nos seus ramais. Custo Brasil, custo dos combustíveis, custo de manutenção do caminhão, custo das rodovias, e o custo do tempo de transporte a impactarem a economia. Cus-tos, cus-tos, cus-tos....

E rap-rap, pixamos e fazemos o nosso protesto, não gostamos de trens confortáveis, no trem e na vida, preferimos o rap ao Villa Lobos, ao Chico Buarque, Caymmi ou Pixinguinha e ao Carlos Gomes, e enquanto isso fazemos terra ( assim também se fala que é encoxar) na bundinha das meninas. E tome rap e hip-hop, que elevamos a nível de cultura, e nesse terra, sem trem, que cada um salve o seu, nesse trenzinho que cruza o país das bravatas, das gravatas e da alternativa cultura da anti-cultura.

Se nossas Malvinas se chamarem Manaus, nada maus, nada maus... vão expulsar prá capital as indiazinhas ... e mais bundinhas, mais bundinhas peladinhas... na Central...

Marco Bastos
Salvador - Bahia.



Sobre a obra

Uma crônica que protesta contra o sucateamento das ferrovias brasileiras. Um país de dimensões continentais que não soube manter milhares de quilômetros de ferrovias. Contra-mão da História. Um capital social imenso delapidado irresponsavelmente.

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informações

Autoria
CRÔNICA: Marco Bastos
FOTOGRAFIA : Obtida na Internet
Ficha técnica
Crônica, arquivo Word.
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Regina Lyra
 

Querido Marco PoetAmigo, Artista, Professor,
Parceirinho cem por cento,
Colocaste tão bem e de maneira tão objetiva a história.
Pena, plena, pobre história
Não sai da memória...
Beijos,
Regina

Continuando o Letrix:
POESIA - Letrix Compatilhado
Regina Lyra & Marco Bastos (continue... está no Húmus da Poesia)

P artiste na aurora // olhei em volta e chorei // escrevi poemas o encantei...(3)
O que encarei na volta? // __ teu sorriso... // em troca. (4)
E
S ão belos versos // os seus belos versos// esses versos que eu li...(2)
I
A mor enfrentarte // cumprimento em frente a ti // fazer poesi(a)_qui_lí. (1)

Regina Lyra (1) (3) (4)
Marco Bastos (2)

Regina Lyra · João Pessoa, PB 20/3/2008 00:28
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Marco Bastos
 

Obrigado pelo comentário, Regina.
e:
Continuando o Letrix:
POESIA - Letrix Compartilhado
Regina Lyra & Marco Bastos (continue... está no Húmus da Poesia)

P artiste na aurora // olhei em volta e chorei // escrevi poemas o encantei...(3)
O que encarei na volta? // __ teu sorriso... // em troca. (4)
E ntão não era o Sol // - que vá embora!... // Sol não parte. - Chega na aurora!...). (5)
S ão belos versos // os seus belos versos// esses versos que eu li...(2)
I
A mor enfrentarte // cumprimento em frente a ti // fazer poesi(a)_qui_lí. (1)

Regina Lyra (1) (3) (4)
Marco Bastos (2), (5)

Marco Bastos · Salvador, BA 20/3/2008 04:54
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Marco Bastos
 

Continuando o Letrix:
POESIA - Letrix Compartilhado
Regina Lyra & Marco Bastos (continue... está no Húmus da Poesia)

P artiste na aurora // olhei em volta e chorei // escrevi poemas o encantei...(3)
O que encarei na volta? // __ teu sorriso... // em troca. (4)
E ntão não era o Sol // - que vá embora!... // Sol não parte. - Chega na aurora!...). (5)
S ão belos versos // os seus belos versos// esses versos que eu li...(2)
I ris no céu, luz no horizonte // sorriso no olhar // abraço do arco-iris. (6)
A mor enfrentarte // cumprimento em frente a ti // fazer poesi(a)_qui_lí. (1)

Regina Lyra (1) (3) (4)
Marco Bastos (2), (5), (6)

Marco Bastos · Salvador, BA 20/3/2008 12:16
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Lili_Beth*
 

Querido Marco:

Por onde tu andavas
que meu caminho
(des)encontrou-se do teu
?
Nessa ferro_via, talvez
cruzamentos de vidas vi_vidas
Memória de uma viva história
que tu constróis e assim
eu posso me ver te vendo...
História plantada e pintada
por ti com cores e pa_lavras
que gritam em mim
...
...
Agora, vou pagar um dos meus
mil MICOS. Vou confidenciar... Vou?
Top Secret! rsrsrs
Emocionada fiquei ao ver um filho
chamar o pai de meu... (Dele por óbvio) rsrsrs
Essa é a resposta de uma bela trajetória
pelos trilhos da tua vida... Vi_vida... Viva!
...
...
Uma manobra necessária na tua belíssima trajetória nas
"FERROVIAS - entre a poesia e a realidade"
Quantos caminhos... Fiquei olhando a paisagem, em um tempo lógico, de quem constrói um significativo pedaço da memória de um país em trans_missão também como Pai_Amoroso.
Me vi te vendo... Fazer o quê? Falei e disse!





Opssssssssssssssssssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!!!!
Foi irresistível!!!!!!!!!!!!
"Quem sabe onde quer chegar escolhe sempre o melhor caminho e o jeito certo de caminhar..." rsrsrs... Eu por mim*

Beijos_Meus*
*

Lili_Beth* · Rio de Janeiro, RJ 20/3/2008 13:10
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Marco Bastos
 

Obrigado, Lili Beth. Seus comentários são tornado, furacão e brisa. Gosto desse seu jeito, espalha-brasa, entorna-caldo. risos. Saepe ridentis vera dissimus. rs. Pena que estou saindo em viagem, senão deixaria fluir umas palavras que me instiga seu comentário. E a viagem vai ser de carro. Chato, né? rs. Cinco horas e meia de estrada. Mas no tempo do meu avô, não!.. Fiz a mesma viagem em meras 24 horas que poderiam ter sido 22. Mas houve o imprevisto. O trem parou nos trilhos e foram cortar lenha para poder prosseguir viagem. rsrs.
beijo. feliz Páscoa.

Marco Bastos · Salvador, BA 20/3/2008 13:37
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graça grauna
 

Marco Bastos, poetamigo e cronista: pensei em ewscrever depois, mais pausadamente, alguma coisa sobre trens e ferrovias. Sei tão pouco disso, mas o que sei é o bastante pra dizer que me orgulho muito de petencer a uma geração que viu e vivenciou os trilhos das velhas marias-fumaças. E foi assim, de trem, que sai com meus pais do interior do Rio Grande do Norte pra Venesa brasileira. Lembro: em algumas estações, no momento da baldeação, dava gosto também de ver os óio dos muluques, verdim, verdim igual o verde do canavial.
Quando eu crecer quero ser cronista igual a você.
Saudações literárias, Graça Graúna

graça grauna · Recife, PE 20/3/2008 17:05
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soninha porto
 

Simplesmente maravilhosa a tua crônica-poesia, tenho lembranças de infância em cima de um trem, viajei de maria-fumaça, de Santa maria a Porto Alegre, num trem que só tinha visto em revistas, fumacento e barulhento, uma vez mais adolescente, com minha mãe, irmã e prima viajei de Bauru para São Paulo, ai que delícia o apitar, o sacolejar, dormimos numa cabine dormitórioi, bem apertados, mas era uma ventura e ficou na memória.Obrigada por fazer me relembrar estas coisas legais, lamento que o Brasil não tenha entrado na era moderna dos trens ingleses ou dos japoneses, este País vai custar a crescer, por não valorizar o que o passado deixou pra nós. Poebeijos amigo poeta.

soninha porto · Porto Alegre, RS 20/3/2008 19:58
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victorvapf
 

Nos EEUU as ferrovias tomaram conta do pedaco e ate hoje e um dos mais importantes transporte de la. Aqui no Brasil estavamos no caminho certo, mas como o pais e desgovernado, deixaram as ferrovias de lado beneficiando o transporte rodoviario, muito mais dispendioso e poluidor, justamente para beneficiar as fabricas que se instalavam no pais. Veja que ha uma coincidencia com o sucateamento das ferrovias com a instalac'ao das GMs das quantas...O pais seria outro se seguisse o modelo dos nossos amiguinhos do norte, mas como somos governados e nao governamos, o que fazer?

victorvapf · Belo Horizonte, MG 21/3/2008 01:01
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Berioliveira
 

Votado,

Berioliveira · Vitória da Conquista, BA 22/3/2008 02:21
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Regina Lyra
 

Querido Marcos,
Vo(L)tei.
Beijos e boa Páscoa!
Regina

Regina Lyra · João Pessoa, PB 22/3/2008 02:50
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soninha porto
 

Não poderia deixar de vir votar em teu belo texto amigo Marcos, que me trouxe tantas lembranças, poebeijos.

soninha porto · Porto Alegre, RS 22/3/2008 22:14
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Lili_Beth*
 

VO(L)TANDO!!!!!!!!!!!!!!!

... Nessa ferrovia histórica e observando que mesmo numa belíssima paisagem tenho que esbarrar com trilhos danificados e outros abandonados, corroídos e carcomidos pela falta de dignidade humana.

Desejo que vc tenha feito uma bela viagem e tenha encontrado o tempo lógico, já que o cronológico só existe pra uma cronometragem na velocidade que caminha a modernidade. O que levou 24 / 22 horas ... Hoje leva 5 horas. A distância encurtou, mas o Menino_Marco continua o mesmo. Digo, quase o mesmo... rsrsrs

Boa Páscoa!

Beijos_Achocolatados*
*

Lili_Beth* · Rio de Janeiro, RJ 23/3/2008 03:46
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Marco Bastos
 

Bom dia a todos, aqui da Chapada Diamantina, que antigamente era alcançada nas 22 horas. Preço da modernidade...sei!!!. As 5,5 horas de hoje na perspectiva de 1952 são totalmente diferentes. Nos trens modernos, digamos que às 22 horas correspondessem apenas 6 horas nos trens modernos, e nos tgvs, à 2 horas. E isso não faria de mim nenhum dinu. rsrs.
Bom domingo de páscoa a todos. agradeço pelos comentários e votos. Retornando à Salvador daqui a pouco. De lá respondo a todos um por um. rs. abraços.

Marco Bastos · Salvador, BA 23/3/2008 10:23
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Nydia Bonetti
 

Texto maravilhoso, como sempre...
Grande abraço!
Nydia.

Nydia Bonetti · Campinas, SP 23/3/2008 10:37
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Alice Poltronieri
 

Marcos,
passei p votar e t dar os parabéns pelo compromisso com a mémoria de nosso povo.
Bijuuusss...

Alice Poltronieri · Porto Velho, RO 23/3/2008 11:24
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Bia Marques
 

saudade do sacolejar do trem sobre trilhos que me levavam de Ribeirão Preto à Mococa, de Campo Grande a Bauro ou Corumbá...

Bia Marques · Campo Grande, MS 23/3/2008 12:10
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Bia Marques
 

ops, Bauru!

Bia Marques · Campo Grande, MS 23/3/2008 12:10
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Patipetista
 

Pobre de mim, que fiquei na vontade de fazer uma bela viagem de trem ![:D]
rsss
brincadeirinha, um dia vou por aí, pego o mapa na mão do Marco e sigo por algum rumo definido...
O bom mesmo é poder embarcar nesta história, ainda que seja triste de ver !
Beijão !
Parabéns por mais esta colaboração no Banco !!!

Patipetista · Santo André, SP 24/3/2008 23:23
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Tita Coelho
 

Marcos adorei teu texto, já vou te adicionar como preferido para não perder o caminho! :0
beijos

Tita Coelho · Porto Alegre, RS 26/3/2008 10:32
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Branca Pires
 

Meus votos Marcos.
Parabéns por tão denso texto. Belíssimo!
bjs

Branca Pires · Aracaju, SE 27/3/2008 09:00
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Marco Bastos
 

As respostas ficaram na vontade...e se transformam agora nesses votos de FELIZ 2009. Paz, saúde, boas realizações e amor, é o que lhes desejo.
abraços.
Marco.

Marco Bastos · Salvador, BA 6/1/2009 11:21
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