Eu disse pra não ir. Até fiz a barba dele; que sempre me pedia com jeito. Dizia que arranhava. Peguei navalha escutando Tito and Tarantula, mexican Sky; mas, nunca, nunca imaginei tanto sangue.
Uma espuma rosê, sangue-espuma, maionese-catchup. E brincava comigo: "tá gostoso, mas falta limão". Eu disse pra não ir. Avisei. No fim, restaram seus olhos pedindo um banho. Agora estou limpa, que nem ele; alvo, lindo, tatuado por um único corte. É nosso amor, estranho eu sei, mas o barbudo foi embora, ali, no ralo, pra festa.
http://ochaoquematava.blogspot.com o blog de Diogo Costa.
Interessante texto, conterrâneo!
Carlos ETC · Salvador, BA 13/1/2007 19:44
Beleza cara; pois é, overmanos da terrinha.
Forte Abraço.
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