Doce tristeza essa,
De viver e querer bem.
Sustos e arrepios,
São a paga de quem tem.
Sustos quantos!
Por todos os sorrisos de luz,
As travessuras diárias,
A vida que tanto seduz.
E no final, ou quem sabe,
Apenas a curva da correnteza,
A chama daquele olhar
De mãe, ou quem sabe, princesa.
Amanda, tá votado! É muito bacana este poema.
Abraço.
Lucas,
Muito obrigada! Suas visitas são sempre bem vindas! Beijinho.
Amanda.
Muito obrigado pelo sensível recado que você deixou no meu perfil. Meu coração te agradece.
Seu poema é lindo. Votado no seu talento
Beijos
Noélio Mello
A imágem desta flor entre os matizes das folhas verdes, é muito linda e o teu poema também é maravilhoso. Meus sinceros aplausos e beijos amiga Amanda.
Carlos Magno.
filhos, flores, mães...lembrei das minhas..só pude regar a flor. Os filhos e a mãe tua poesia me ajuda a alcançar.
Latitude · Salvador, BA 23/7/2007 08:48
Noélio,
O comentário foi puro encantamento pela tua história. Obrigada pelo incentivo e pela visita!
Beijinho pra ti.
Carlos,
Você, sempre tão delicado! Maravilhoso é você!
Latitude,
Seu comentário já é poesia! Obrigada pela visita!
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