Mesmo que a paisagem me encha
Da tacirturna certeza dos tecnocratas
Ou ainda da felicidade dos insanos,
"Sem amor eu nada seria"
Pois de que me vale
Entender ou contemplar o lago sem amor?
Se nele me encontro, não tão somente,
como uma imagem pálida
do cotidiano que me tornei,
mas sim como reflexos do homem-além-de-mim
Minha alma está plena
a úiltima noite fez de meus pensamentos
vertigens estendidas ao longo da sala.
Lá fora a lua me espreitava,
e lá eu a deixei.Imóvel!
Sem que meus olhos se encantassem
com sua ternura!
Escrevi este poema a um tempo atrás, se não me engano em 2006. E é de um tempo em que eu me procurava nos cantos vertiginosos de meu quarto, me refugiando da ternura da lua, pois me trazia lembranças que antes queria que não existissem, visto as contradições que marcavam frustrações.
passado os tempos de depuração, ele próprio se tornou uma lembrança, ou melhor um concatenado de idéias que forjam um momento novo. dentro das muitas falas de Zaratustra e nas muitas digressões do Pink Floyd. Assim fixar vertigens tornou-se o forjar de um novo homem com o proposito de compor uma forma nova e melhor de existência .Fiz uma altteração para esta postagem onde hoje se lê "... reflexos do homem-além-de-mim", antes lia se "...reflexos do além-homem". certamente querendo aludir Nitzsche.
Abraços e boa leitura,
eric renan
muito bom!!!
Parabéns!!!
abraços,
Reflexos além do ser...
Seus versos remetem á reflexão sobre o sentido de ser e de como só existe se houver amor.
Muito bonito!
beijos
Fala Eric!
Menino, isso aqui tá cada vez melhor!
"Sem amor eu nada seria" ...
ertamente sem amor nada somos, nada queremos e nada podemos.
Escrever é sempre muito bom. E ao contrário do que imaginamos, eles não se dasatualizam, somos nós quem temos de nos atualizar para compreende-los. Portanto, o escrito de ontem, é o reflexo desse tempo.
Adorei meu rapaz.
beijos grandes
Marcos obrigado pela visita.
Saramar, fico contente por vc tbm estar aqui, pois costumo ler teus poemas e eles são de divina maestria.
Clarinha e minha (tia-irmã Branca) vos me alegram sempre...
eric renan ramalho · Belo Horizonte, MG 9/4/2008 20:19
Eric seu danado, titia não!!!!!!!!!!!
Mas tudo bem, como tal vou opuxarra tua orelha, viu?
Mas estou voltando para os votos!
bjs
Diante da pós modernidade, o homem continua na sua busca pelo amor...é nele que está o nosso poder de voar...o super-homem nascido das profundezas do caos...; Na impossibilidade do amor, somos meras máquinas a reproduzir tédio...e imagens em preto e branco retratando a monotonia dos dias vazios....só nos restando fixar vertigens no papel...quiçá nos salve...?
Gostei de ver a intertextualidade...diretamente com o Reanto...e indiretamente c o Nietzsche,adorei!!
Demais a imagem,perfeita para seu poema!!
Parabéns ,meu lindo!!
um besito azulinfinito
Rai...Blue
Ops!Corrigindo...
"Gostei de ver a intertextualidade...diretamente com o Renato...e indiretamente c o Nietzsche,adorei!!"
bjks
Intertxtualidade onde? com o nitzsche? como renato eu nao tive esta intenção. sao so vertigens...
eric renan ramalho · Belo Horizonte, MG 9/4/2008 22:05
..e nas vertigens..surge o super-homem...heheh...já leu ?? eu já li trechos e adorei!...preciso ler o livro inteiro!!
bjks, poeta querido!!
opa! eu num li isso não.
foi pura coicidencia.
Pois de que me vale
Entender ou contemplar o lago sem amor?
Vem mergulhar no lago dos sonhos,onde não há espaço para interrogações.
Votado meu querido.Aproveito para mandar um beijo para minha amiga branca.
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