Vejo manhã... chove
como chuva de então,
flores chegam, elas sentem,
querem chuva, planta e chão;
chove, ó chuva bem chovida,
joga su’água querida,
alegrando’a planta macia,
pondo água em sua vida;
vem, ó chuva, eu diria,
pela via, empoça meu dia,
vem, bem da vida,
noite, pós-chuva, morria;
não só de plantas
quero ver chuva,
e não do mundo
de nuvem turva!
Nota do autor:
“Chuva e pós-chuva, numa alternância que faz e jaz a vida.”
Alternância entre chuva e não-chuva.
Bom quando a chuva vem refrescar nosso pensamento com boa poesia como a sua.
Parabéns.
Obrigado, Vinícius, pelas gentis palavras.
Um grande abraço,
Roberto Armorizzi
Parabéns pela excelente poesia, a chuva também nos trás recordações.Adorei.Abração procê!!!
Orisvaldo Tanniy · Teresina, PI 4/8/2010 11:30
Obrigado, Orisvaldo, pelo gentil comentário.
Um abraço,
Roberto
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