Voo...
fogo de artifício explodo
em linguísticos signos-sinais
que indicam o norte dessa ilha
que sou.
Vou tentar ser Luz
no firmamento
- esse poema! -
e da noite escura transformá-la
dia
"minha poesia, sua poesia, Nossa Poesia"
Mas esse ar que alimenta esse fogo
ora meu
é o mesmo que me consome,
incendiando todo o mar
que circunda-o também em
ilha.
- dois gatos se azunham numa
árvore perdida nessa noite perdida
nesse poema, talvez cio -
enquanto carros atravessam
pontes invisíveis para longe
desse poema,
desse cio,
dessa noite cheia de estrelas
e fogueiras de ontem
que ardem farol
esse mar, essa ilha:
Ilhas.
Que arda este poema....
Belíssimo. Desfecho perfeito
dessa noite cheia de estrelas
e fogueiras de ontem
que ardem farol
esse mar, essa ilha:
Ilhas.
Poesia pura, sublime, sutil.
abçs
Oi André!
Somos sempre ardentes fogueiras ou mesmo vulcões entrando em erupções.
Portanto, acendemos, iluminamos e até consumimos energias ou a desperdiçamos.
Mas o importante, é que em meio a tanto fogo, ns fazemos luz...
E desta, emanamos combustões que alimentam outros fogos, ainda que haja um mar inteiro para desaguar...
Ah, quanto aos carros que atravessam pontes invisíveis, pode ter certeza que que o mesmo fogo que faz movimentar tais veículos... Levando-os horas às ilhas hora às estrelas, horas às luas diversas em todas as nossas fases...
Abraços
Branca Zil!!!
Até tento mais não consigo: responder beleza dessas suas palavras com simples palavras: ateio-lhes fogo de poesia para, no mínimo, possam ter o mesmo calor dessas suas, que são MUITA Luz!!!
GRANDE cheiro!!& o que veio antes dessas letras acima, abraços iluminados!!!
A poesia dentro da poesia semente
Desce e sobe
da terra à terra
escalando 4 elementos
no gene carrossel,
um 5º elemento,
quase etéreo se não se fizesse firme
- como um passo de aço roda-gigante luzes seio -
que move os outros quatro
de seu comum leito de inexistir
para um intrínseco existir,
caminhado por estradas impossíveis...
Moinhos de sonho sobre os ombros,
Sol & Sombra assombram dia e noite
desse quinto elemento solto no Vento de dentro
- sopro -
que move-lhe as pás para ascender às Estrelas
Mar em que perco os olhos
afogados de tanto Céu suposto!
Cintia Thome!!!
poesia com poesia + poesia
GRANDE abraço!!!
Sob 'a poesia dentro da poesia semente &m fogueiras de ontem lavouras'
Dos poemas em chamas
do poeta incendiado no sangue - corre
nas veias
veneno cura antidoto -
ar quente sopro balão e nuvens.
Do sangue inflamado
intransfusável para o Nada,
vai colher migalhas do nascer de um Sol
nessa caligrafia líquida e rubra
que teimo em escrever no Mar
que teima em tempestadear
ondas em peito pedra adentro
sementes.
Nem tenho palavras.
Ilha de fogo e cio, em perpétuo reproduzir o vôo...
É sempre belo o seu poema.
beijos
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!