O minino avoou, taboca
Papagai de papel
Minhoca na mão, biloca
Pescaria no céu
Taramela abriu o sol
Papagai tá no fim da linha
Veio a noite pindei o anzol
Pra pescar a Rôxinha
O batom que é vermei vermei
Bria mais que a turmalina
Se manchô a camisa num sei
Mas ditou minha sina
Foi então que beijei, beijei
E o vermei me pintou
Quando o galo cantou seis horas
O canto me acordou
De vestido rodado vermelho
E a boca vermelha, grená
A Rôxinha passou na janela
Nem parou para me beijar.
Esconjuro menino esse banho
De tempo demorado...
Soltar pipa de pano, não sei!
Mas sonhar é pecado.
na era do rádio e dos cabarés...
Nostálgico e coloquial.
Valeu, Carlos. Um abraço, poeta!
ô cara!
beleza de poema hein sô!!!
bão dimais da conta.
Um abraço
eg
aí mano EdimoGinot, tanto tempo hem! obrigado pela passagem e grande abraço
Jairo de Salinas, agradeço leitura e comentário
abraço
Bacurizinho na Terra. Papagaio no céu.
o vento leva pra longe,
pras bandas do "num vorta mais".
Tudo aquilo que macula nossos sonhos de criança
Bom estar aqui. Sou grato. jbconrado.
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