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Fome indistinta

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Bruno Delecave · Rio de Janeiro, RJ
29/2/2008 · 22 · 4
 

O coração ruge e qual fera ataca.
Igual ao tempo, urge e mata.
Seriam medos a motivar tal besta,
Não fossem a fome tudo quanto lhe resta.

A vida, o sexo
E os instintos
Misturados ao excesso,
Ao indistinto.

Um desejo late
Sonhos postiços;
mas sem isso

É melhor estar morto.
O coração bate
E já não se está torto.

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informações

Autoria
Bruno Cave.
http://delecave.blogspot.com
Ficha técnica
Poema escrito na noite do último eclipse lunar.
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Carlos ETC
 

Belos versos, Bruno!
Abraço
http://interludios.blogspot.com

Carlos ETC · Salvador, BA 27/2/2008 15:06
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
Bruno Delecave
 

Valeu, Carlos!
Abraço.

http://delecave.blogspot.com

Bruno Delecave · Rio de Janeiro, RJ 27/2/2008 16:58
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
soninha porto
 

que forte! palavras intensas, belo poema!

soninha porto · Porto Alegre, RS 1/3/2008 10:32
sua opinião: subir
Falcão S.R
 

Versos fortes e bastante originais, parabéns e voto. Abraço

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 1/3/2008 21:59
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