O coração ruge e qual fera ataca.
Igual ao tempo, urge e mata.
Seriam medos a motivar tal besta,
Não fossem a fome tudo quanto lhe resta.
A vida, o sexo
E os instintos
Misturados ao excesso,
Ao indistinto.
Um desejo late
Sonhos postiços;
mas sem isso
É melhor estar morto.
O coração bate
E já não se está torto.
Belos versos, Bruno!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Valeu, Carlos!
Abraço.
http://delecave.blogspot.com
que forte! palavras intensas, belo poema!
soninha porto · Porto Alegre, RS 1/3/2008 10:32Versos fortes e bastante originais, parabéns e voto. Abraço
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 1/3/2008 21:59Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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