Crônica descrevendo o ponto de encontro de jovens nos anos50, e princípio de 60. Resíduos de um Romantismo vestido com roupagem de modelos estrangeiros. Alheios a nossa cultura e impostos pelo marketing Norte Americano, através do cinema, da música, das revistas em quadrinhos, dos entretenimentos.
Informações veiculadas sob o efeito de guerra subliminar e impostas na mente dos habitantes do terceiro mundo.
A crônica descreve momentos aparentemente felizes de jovens de uma cidade do interior mineiro, codificados pela religiosidade romana dominante, com seus preconceitos e medos negociados.
Muito embora a cena mostre liberdade de ir e vir e felicidade aparente, mostram jovens escravos duas forças implantadas por imperialistas internacionais.
Época em que a cultura era adquirida em almanaques, através dos trailers de cinema, em noticiário radiofônico, veiculado a nível nacional e controlado por capital estrangeiro.
Raphael,
Que trem mais lindo seu texto.
Me senti vivendo esses anos dourados.
Rico em detalhes, você não deixou nada pra trás.
Volto para votar.
Um abraço,
Agradeço a sua visita e contente pelo sentimento que passei para vc. minha cara overmina! Como de fato, é um trem bom de recordar! Abraços mineiros!
raphaelreys · Montes Claros, MG 29/1/2008 16:33
Raphael,
que feedback sensacional!
E o rock dançou também ao som de Elvis Presley?
Recordar é viver!
Genial seu texto!
Minha cara Brigitte, o rock só fez dançar. Cidade interiorana, cheia de preconceitos, o rock só era dançado nos bairros, comunidades periféricas como sempre estão na vanguarda, o centro se postava como diferente. Dancei adoidado muito rock e twist. Um abraço acoxado!
raphaelreys · Montes Claros, MG 31/1/2008 06:16
Um remember desses tem todos os meus votos.
Parabens!
Raphael
Que bacana. Super texto...remiiscências tão boas...Na minha cidade natal, Campinas ainda peguei o footing de bairro, na Igreja e depois na saída do Cinema, matinê...Velhos tempos...Belos dias...Votado
abçs.
Muito bom esse retrato falado da rua com paqueras e bilhetes. Ao som do iê-iê-iê, dá até pra saber "quem roubou o tal coração" que "era uma jóia pendurada num cordão".
Jairo Oliveira Ramos · Aracaju, SE 31/1/2008 10:36Cairo Jairo! Estavam todos eles no ar. Erasmo, Wanderleya, Jerry Adriane e Roberto cantando Rosa Rosinha, Negro Gato e outras mirongas do caburetê daquelas eras de sonhos utópicos em que as meninas ainda usavam laquê no cabelo. Abraços e obrigado pela visita.
raphaelreys · Montes Claros, MG 31/1/2008 11:16Raphael, que bela composição historica, relembrando fatos e pessoas, nao deixando faltar nada, demonstrando uma memoria prodigiosa, continuando expor mais ainda nos comentarios, parabens e pouco...abrs.
victorvapf · Belo Horizonte, MG 31/1/2008 14:01Caro Vctor! Eram tempos de uma felicidade quase infantil! Utopias, Twist, João Gilberto e Astrud cantando Garota de Ipanema! Cantávamos tambéms Noel em Conversa de Botequim nas rodas de Hi Fi, de Cuba Libre, e dançava-se tango nas pistas sintecadas das boates recheadas de damas da noite, filhas de Vênus, ocorriam amores e triangulações em lupanares e estávamos felizes escutando Ray Charles. Abraços e obrigado!
raphaelreys · Montes Claros, MG 31/1/2008 14:22
raphaelreys · Montes Claros (MG) ·
Um Trabalho muito bacana da minha época.
Como se trata de dominação para manter o atraso social é igual a hoje.
Com semelhança da dominação do Capital Internacional com a ajuda da Mídia nacional.
Um poderpara dizer que esta tudo ruim e dando errado.
Adorei o Trabalho.
Grande contribuição para o overmundo e paratodos nós que precisamos enteender da manipulação que os fortes fazem com os mais fracos.
Nota 10 pela atualidade.
A História sempre se repete.
Abração e reconhecimento pelo seu mérito criador.
Beleza Azuir, Como dizia Ho Chi Mim é a ténica do TIGRE DE PAPEL.
Funciona até hoje! É pura guerra subliminar, a sugestão é passada ao incosciente de quem ouve ou vê através de imagens ou som e dai pra frente a vítima pratica a ação, (que se torna coletiva, pois o inconsciente e coletivo) como se fora dona da vontade. Povos exóticos e de terceiro mundo só leva porrada! E onde está os nossos psicanalistas que não dão o grito de alerta!
Olá meu amigo Raphaelreyes,
Ah! você me fez lembrar tantas coisas lindas.. O cubalibre, o hifi, a vodika, as noitadas pelos bailes da vida e as boites cheia de mariposas esvoaçantes, o rock, a bossa nova que maravilha reviver tudo isso que você descreveu com tanta propriedade na linguagem da época. Meus sinceros aplausos e Abraços. A sua nota é 10, ouviu?
Carlos Magno.
Ooi Raphael, que maravilha de texto, lembrei de meus tempos.. cuba libre, hi-fi, festinha americana, passear pelo bairro, namorar na pracinha.. ô coisa boa é recordar... adoro teus textos...
beijos no coração...
Obrigado pela visita e pelas boas recordações grande Carlos Magno, ou Carlos Magono o grande! Estamos sentindo falta da suas poesias. Minha cigana carioca Zingara! parece que o namorar na pracinha foi o que mais te deixou feliz! Um beijaço metafísico na sua aura vermelha e escorpiônica! Obrigado pela visita no meu FOOTING.
raphaelreys · Montes Claros, MG 1/2/2008 07:12
Raphael, cheguei atrasada, mas gostei de ler o seu retrato de uma geração...
Beijo
Outro no seu coração minha lua regina! Em 1988 estive aí e adorei uma Fortaleza Bonita. E que gente boa de prosa. Agradeço a sua chegada, seje sempre bem vinda. Beijaço!
raphaelreys · Montes Claros, MG 3/2/2008 13:43
Ôi Raphael.
descul-me só vir agora, mas estava com o meu pc avariado.
Adorei seu texto e vi-me reviver os anos 80.Parabéns e votado,claro.
Um abraço fraterno e continuação de um bom carnaval.
OK! Minha flor estrangeira! Obrigado pelo carinho. Sua vinda é sempre esperada! Por aí é rotina, por aqui é feriado de Momo! Abraços!
raphaelreys · Montes Claros, MG 3/2/2008 16:08Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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