Rio de Janeiro, entre 17 e 20 de Maio de 1888. Encarcerado, justo quando todos os escravos acabavam de ser libertados pela lei Áurea, sob severo interrogatório na Casa de Detenção da Corte, acusado de ser um rebelde quilombola, o negro ‘de ganho’ Galdino Cabinda, vai desembuchando a história de como, justo ele, tão sabido quanto despachado, apesar de completamente inocente, foi se envolver numa enrascada cabeluda como aquela, cujo desfecho, como saberemos adiante, deu no que deu.
Entre respostas sinceras ou mentirosas (arrancadas sob pancada no interrogatório) e coisas que ele fala simplesmente porque quer falar, iremos nos dando conta da complicada rede de circunstâncias que fizeram de Galdino Cabinda o personagem central desta história.
A história – na qual não há mesmo jeito de se distinguir o que é verdade do que é mentira- pode começar na Europa, mais precisamente em Lille, França, onde num certo dia de Março de 1888, fim de inverno, o jovem “photógrapho paizagista” Jean-Phillippe Brumeux, impressionou-se vivamente com as litografias publicadas num luxuoso livro, baseadas nas imagens do seu conterrâneo, o grande Victor Frond, que andara produzindo belas fotografias de escravos nas fazendas de café da região do Vale do Paraíba o Sul, na província do Rio de Janeiro.
Estimulado também pelas idéias libertárias de Frond – que fora um fervoroso ativista republicano -, Jean Phillippe viaja para a Corte brasileira, afim de ganhar algum dinheiro fotografando autoridades e figurões do Império e, ao mesmo tempo, documentar a dura vida dos escravos na Corte.
Alguém do ramo:
Existe um arquivo de imagem que o site diz que é de áudio o qual não consigo excluir (o site diz que excluiu mas não exclue) Vamso tentar juntos? O arquivo de texto da colaboração também não entrou (está entrando a mesma foto)
Como não posso refazer todo o processo...
Pelo menos o Download já passou a funcionar.
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 29/1/2007 01:10
Spirito,
Estou com um problema. Não consigo abrir arquivo PDF.
Se você puder me enviar por e-mail seu texto?
Agradeço. Muito.
Valeu Tião! Vou mandar. Devia ter postado em Word mas minha página está dando muito erro.
Abs
Tião. Qual é o teu e.mail? Não o encontrei no perfil
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 29/1/2007 07:00
Gostei muito do argumento, Spirito. Tomara que saia do papel e vá para a película o mais rápido possível!
Agora, só para a leitura ficar mais confortável, você poderia separar os parágrafos com uma linha em branco.
Abraços,
Que bom que você gostou! Vou seguir seu conselho sobre a edição agora mesmo. Costumo mesmo fazer o que você sugeriu nos textos. Sei lá porque não fiz neste.
Valeu,
Abs
Uma belíssima história que não consegui terminar. Salvei o arquivo e ele não abriu. Como posso ler o restante? Há possibilidade de mandar p meu email? jjleandro60@hotmail.com?
Aguardo...
Mando sim JJ. Com o maior prazer.
Brigadão!
Abs,
Aliás, na cópia PDF publicada, no da Abolição saiu com um erro de 100 anos! Se alguém aí souber como corrigir a falha, agradeçeria muito.
Oh, gente! É só vcs salvarem na área de trabalho ao invés de mandarem abrir... Simples!
apple · Juiz de Fora, MG 3/2/2007 10:51Valeu Criss!
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 3/2/2007 11:39Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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