O perfume é um eco da tua carne
No silêncio da minha
Há fome no cheiro
Vontade de morder o tempo
Até sangrar a pele das horas
[os pelos no lençol da noite que não dorme]
Abortar os dias e voltar ao que nunca morreu
[canibal a saudade me come no meio da rua
tocaia acesa meu afluente em febre]
Não estar [sendo] dói
Ainda que a dor goze [de] em mim
De vez em quando
E eu até goste...
Um tédio esse Tejo que corre na distância
Gaza das minhas guerras
Sádico rio do amor
[é quase um Sena a cena do meu gozo
acenando na esquina
do escuro que nunca finda]
Miragem suicida
Sua lã_mina entre os lábios
Corta-me as estrelas
Não tece o céu que sonhei...
E a boca ainda úmida de lume
[rastros das luas que gozei]
A_dor_mece com teu nome na saliva...
(RaiBlue)
...aquilo que não passa e relampeja no Tejo
que atravessa o corpo, a noite ...Saudade, tocaia acesa no avesso da pele...
Como Sempre... Intensa Beleza!
Um abraço, Feliz Ano Novo.
Obrigada,minha rosa Rose!rs
Feliz por ter vindo até aqui me ler...
Um super 2011, minha linda!
Flores,cores, sabores,amores procê!!!
A luz de sempre...e novas constelações a ser descobertas...
um beijo azul...
Blue
Fechamento classe prum Overmundo cada vez mais apático, não certamente por culpa sua ou minha...
Dá-lhe Gaza...
dá-lhe guerras !
Um beijo !
sem palavras aqui.....mas tocada e mto.
um dos mais incriveis seus.
bjssssss minha poetisa primeira.
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