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No ziguezaguear estrepitante
de suas colossais motocicletas,
em alta adrenalina, os cinco estetas
vão imortalizando aquele instante...
Num habitáculo esférico, eletrizante,
marchetado de luzes inquietas,
estrugem máquinas, em loucas roletas,
aos olhos da platéia vigilante.
Alfim, de súbito, cessam os fragores:
os alazões de ferro e seus senhores
voltam às posições iniciais.
Do glObo, abre-se uma portinhola...
Os acrobatas saem da gaiola
e novamente são meros mortais...
sobre a obra
Qual de nós não traz, amalgamado no íntimo, as luzes inquietas
e a colossal magia das recordações circenses!? - Lúdicas reminiscências da nossa infância de ontem, ledas fantasias vividas um pouco antes das peripécias digitais da novíssima geração joystick.
Vivas fantasias artísticas da nossa infância ou realidades vívidas da arte da vida?
A vida... Um espetáculo real. Diário.
O mundO é um glObo...
Ou um jogO Online.
Nele, estamOs - ao vivo - em vAiVéNs...
E hoje tem espetáculo?
- Tem, sim senhor!
E amanhã?
- Tem, sim senhor!
O script há de continuar;
O sonho não pode parar.
O script não pode parar.
O show há de continuar...
Sonhar!...
tags: Campo Grande MS poesia
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informações |
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| Autoria |
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- ® Rubenio Marcelo |
| Ficha Técnica |
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- *Soneto do Livro “Graal das Metáforas” (Ed. Viena, SP, 2007/2008, ® ISBN 978-85-371-015-5, Catálogo sistemático: Poesia Brasileira - CDD-869.91), de Rubenio Marcelo.
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| Data |
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25/4/2008 |
| Arquivo |
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1 Kb ·31 downloads |
| Licença |
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a possibilidade de desafiar as possibilidades sublima o homem
gostei
Celso Barreto · Cuiabá (MT) · 23/4/2008 01:44
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Verdadeiros bonecos a divertir
um mero espetáculo
Que o homem degusta
Pois há perigo
Aquele que ele é sedento e manipula.
Pobres bonecos
que desafiam para quem? E porquê?
Ribenio, mais um inteligente...
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 23/4/2008 06:14
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Meu amigo Rubenio ,estou apenas passando para a edição.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 23/4/2008 07:09
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Obrigado, pela presença, Celso Barreto, nobre vizinho deste centro-oeste. Aceite meu abraço fraterno.
Cíntia... Bonecos (?), talvez sejamos todos. Mero espetáculo (?)... quiçá, qual a vida. E o/s desafio/s (?)... Ah, transcendem meros porquês.
Clara, querida amiga, esteja sempre por aqui. bjs,
Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS) · 23/4/2008 09:33
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Rubênio,
as fantasias circenses nunca morrem dentro de nós, eternas crianças desejando aventuras e perigos nesse espetáculo divino da vida!
Belo...
abçs de betha.
BETHA · Carnaíba (PE) · 23/4/2008 21:37
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Rub querido,
Boa lembrança em forma de poesia.
Parecia entrar nas tuas recordações
e lembrar dos espetáculos,
da chegada do circo...
Bons tempos...
Beijos,
Rê
Regina Lyra · João Pessoa (PB) · 24/4/2008 00:40
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Rubênio,
versos perfeitos como sempre, construção poética impecável! E ainda a possibilidade de sonhar... lindo gostei
beijos
Tita Coelho · Porto Alegre (RS) · 24/4/2008 23:14
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Primeira!
voltei e votei rsrsrs
beijos
Tita Coelho · Porto Alegre (RS) · 25/4/2008 01:04
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É claro que vai passar da edição. Adoro texto melodiosos assim. Votei, baby. Beijos
Lena Girard · Belém (PA) · 25/4/2008 01:17
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É um texto muito interessante, Rubênio. Parabéns.
O globo da vida gira, gira. Giremos.
Gosto de imaginar esse giro sem fim.
Abraços.
José Carlos Brandão · Bauru (SP) · 25/4/2008 01:39
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Eles sempre dentro do globo pensam que são deuses. Cada movimentos é um espetaculo. E qd saem são meros mortai sim. Gostei sim do texto. Deixei minha marca.
beijos poeticos.
Ilia Noronha · Manaus (AM) · 25/4/2008 01:39
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Querido Rubenio:
...
E quando os acrobatas
são meros mortais
Tornam-se fatais
os (des)afios na corda_bomba
dos ais_ais_ais
Dia a dia de contusões,
por vezes letais
MAGNÍFICO!
A roda de vida
Num jogo circense
Na gaiola do globo terrestre
Em cena: O ser_Ser
Em sua dor mortal de existir
...
Beijos_Meus*
*
VO(L)TADO!!!
Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 25/4/2008 01:56
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Lembrei de minha infância, quando nesse globo da morte, desejava ser um dos valentes pilotos. Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 25/4/2008 02:14
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Gostei do seu soneto como soneto, e nele do movimento e do rítmo que dão realidade ao tema. E o tema está no nosso imaginário, fundo como o circo e as fantasias por ele induzidas - luzes que enfeitam a vida. Parabéns e voto. abraços.
Marco Bastos · Salvador (BA) · 25/4/2008 02:29
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Belo cenário lembrou-me fase criança, soneto cheio de emoções votado
Berioliveira · Vitória da Conquista (BA) · 25/4/2008 04:16
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Maravilhoso,meu querido Rubenio!! O globo da morte...o globo da vida....a vida que está sempre por um fio...o circo tem isso....representa a vida....de forma lúdica ....divertida...colorida...
Gostei muito do seu soneto....delicado..perfeito!!!
Um beijo azul em seu coração colorido....Rubenio querido...
Rai...blue
Raiblue · Salvador (BA) · 25/4/2008 05:56
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Vim de girar,até me encontrar dentro desse globo.
lembranças,vontade e sonhos.
Aqui hipoteco meu carinho.Aprendo muito com textos como o seu.Um feliz final de semana.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 25/4/2008 06:22
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Caro Rubenio! Vim, vi e votei no globo da morte. A iamgem faz parte da nossa infância de espectadores das artes mágicas do cireco! Parabéns!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 25/4/2008 06:33
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Nunca gostei muito dos globos da morte,temia pelas vidas das pessoas e do circo gostava mesmo era das ''historinhas'' que tinha nos circos do interior,tipo um teatrinho e adorava o palhaço
Adorei seu texto,voltei a minha infancia lá no nordeste onde quando chegava o circo na cidade nos deixava em polvorosa
Beijos e votei,lógico
Ailuj · Niterói (RJ) · 25/4/2008 07:36
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Valeu Rubenio !!!
Abraços
acgt · Campo Grande (MS) · 25/4/2008 08:00
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no ciclo sem fim . . . parabéns !
Marcus Prado · São José dos Campos (SP) · 25/4/2008 08:11
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Rubênio, lembranças vivas de nossa infância. Eu nçao gostava do Globo, ficava muito aflito, tinha medo, achava muito perigoso...Parabens pelo belo poema votado!
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 25/4/2008 08:27
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Em tudo perfeito.
O retrato do globo no emaranhado com que nossos olhares o deixa; o poema; o rodapé.
O rodapé nesta recordação, tão comum, tão dita- re-dita e nunca dita completamente, não se sabe a quantos milênios.
- Hoje tem espetáculo?
- Tem sim senhor........
um abraço
andre.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 25/4/2008 08:33
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Muito bom o texto. parece que estamos vendo os artistas no globo da morte.
votado
Ana Kaya · São Paulo (SP) · 25/4/2008 09:12
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Adorei. Sempre fui fascinada pelo circo, meu irmão é circense...
A mágica que faz a alegria acontecer e a vontade de viver cada vez melhor, da maneira mais simples e verdadeira que houver, seja nesse ou noutro lugar... É isso aí o sonho não pára nem pode parar, se é ele que nos traz alegrias na real. obrigada.
Rose Rocha · Jundiaí (SP) · 25/4/2008 09:15
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Meu doce amigo
Eu já havia lido esta pérola no Jornal de Poesia, pois faz parte de Graal das Metáforas e coloquei o link no meu Multiply com outros maravilhosos poemas teus.
Mas eu leio e releio quantas vezes for preciso e agradeço o prazer da leitura! Votadíssimo!
Beijos @>--
Adriana Costa · Brasília (DF) · 25/4/2008 09:46
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Na minha infância curti muito o circo!
Gostava de tudo, mas o Globo da Morte me afligia por colocar em risco seus participantes, hj vejo que a vida sem riscos ñ tem sabor!
Parabéns, lindo soneto!
Teu talento fala de qualquer assunto com sabedoria!
Bjs
clara longhi · Campo Grande (MS) · 25/4/2008 10:39
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Se hoje tem espetáculo?
Ele está girando meu querido, no "Globo" das nossas memórias. Nesse espetáculo contínuo, onde também somos personagens da nossa própria história. Vivemos junto a ilusão de sermos também quase deuses, quase heróis, seres capazes de transpor todos os seus limites. Nosso fantástico Circo de ilusões...
Parabéns Rubênio
Senti cheirinho de pipoca no ar...
Beijos
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 25/4/2008 10:41
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Mestre Rubênio, também lembro da magia dos circos de lona velha e leões caducos que passaram na minha infância. Por trás de trapos a mágica colorida embelezava os mortais travestidos de super-heróis. Saudades das ilusões infantis!
Paulo Esdras · Salvador (BA) · 25/4/2008 10:47
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Cheguei a ouvir o barulho das motos...que saudade!!! Dos tempos que o Globo da morte me fazia prender a respiração...e explodir em aplausos, como faço agora com teu texto. Votado!
Abs
Maniefurt · Salvador (BA) · 25/4/2008 10:49
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MAGNIFÍCO MUNDO DO CIRCO!!! MESTRE RUBENIO, NA MINHA TERRA TEM ESCOLA DE CIRCO...PARA QUE ESSE MUNDO DE MARAVILHAS NÃO SE ACABE. SEMPRE VOU ASSISTIR OS ESPETÁCULOS. HOJE ENGOLIDORES DE FOGO, GAROTAS DO TECIDO, E TODAS AS PARAFERNÁLIAS EXCITANTES DO CIRCO SÃO CONTRATADOS TAMBÉM PARA FESTAS LEVANDO O ESPETÁCULO DE UMA FORMA OU DE OUTRA PARA SEU CONVÍVIO. MAIS NADA COMO UMA BOA LONA E TODO AQUELE CALOR GOSTOSO DO CIRCO - QUE TAMBÉM AINDA SE VÊ POR AQUI NA GRANDE SALVADOR! ADORO ESSE MUNDO ENCANTADO DO CIRCO - E GLOBO DA MORTE (EM ESPECIAL). VALEU LINDO TEXTO!
MaluFreitas · Salvador (BA) · 25/4/2008 10:51
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Rubenio, meu amigo, quantas lembranças gostosas dos circos e principalmente do globo da morte, do equilibrista, dos domadores...
Magnífico!
Parabéns.
brigitte · Goiânia (GO) · 25/4/2008 11:05
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Muito bom, Rubenio!
Saudades tenho dos sonhos (tempo) de criança, onde ficava
fascinada c/ esses espetáculos...!
Ainda bem que podemos relembrar esses momentos
através desse maravilhoso texto!
Parabéns e votos!
Beijos...
Yasmin Backer · Rio de Janeiro (RJ) · 25/4/2008 11:16
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Rubênio, na dança circular da vida, você emociona e arrebata tal qual a fantasia longínqua da infância, tal qual a ventura colorida do circo.
Maravilhoso!
Saramar · Goiânia (GO) · 25/4/2008 11:49
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AMIGO RUBENIO!
Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor!
E o palhaço que é? Ladrão de mulher...
E a criançada seguia o palhaço em sintonia... Buscando o famoso “carimbo”: marca no braço por “gritar palhaço”. Era entrada certa no horário nobre do espetáculo. Eu tinha vontade de “gritar palhaço”. Meu pai nunca deixou! (rsrs)
Falando do “Globo da Morte”. Quase estivemos mortos nos últimos dias. A Terra em Sampa, e imediações, não parou. Chacoalhou! O espetáculo não parou! O caso “Isabela” continuou... Mesmo com o terremoto da Terra e da imprensa...
E o palhaço que é? Ladrão de mulher... (respondia a criançada na minha infância!). Isabela nunca responderá!
Amanhã... Vários motociclistas desafiam a morte! No Anhembi o mote não é poesia! Pode ser morte fora de um globo! No pulo do gato! Felinos... Nunca fomos! Brincamos com a morte! É a anarquia da ordem natural no “Globo Terrestre”. Que a “anarquia” nos versos e letras vença a “anarquia” do jogo com a vida! A "anarquia" é a liberdade pensante! Total! Virei anarquista! Graças a Deus! Não é plágio! (rsrs)
Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor...
E “arrocha” negada! Ê ê ê... Tenho saudade! (O circo não tinha lona... Nem motos, nem bicicleta!) Faltava até comida para os artistas.
O GlObo continua sendo da MOrte! E a poesia revela!
Nos versos que falam de mortais... Imortais são os poetas! Esses escrevem a vida! Com sabedoria!
Parabéns!
Abraços.
Lailton Araújo
LAILTON ARAÚJO · São Paulo (SP) · 25/4/2008 12:22
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votado. querido, desculpe pela pressa
Rosa Campello · Recife (PE) · 25/4/2008 13:08
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No Globo seremos sempre
meros instrumentos de risco
O circo evidencia votado
parabéns
Dora Dimolitsas · São Paulo (SP) · 25/4/2008 14:31
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No Globo seremos sempre
meros instrumentos de risco
O circo evidencia.
votado parabéns
Dora Dimolitsas · São Paulo (SP) · 25/4/2008 14:31
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Sempre gostei muito de circo...principalmente do GLOBO DA MORTE !!
Votado...beijos e parabénsssssssssss !!!!!!!
marilia carboni · Londrina (PR) · 25/4/2008 14:36
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Assim é nossa vida, com muitos desafios.
Parabéns.
Votado. Abraços
anamineira · Alvinópolis (MG) · 25/4/2008 14:46
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Olá, Rubenio!
Soneto arquitetado com perfeição, como deve ser arquitetada e perfeita a apresentação do globo.
Belíssimo poema!
Parabéns!
Poeta Jorge Henrique · Nossa Senhora da Glória (SE) · 25/4/2008 15:06
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Lindo e perfeito como tudo que escreve! Parabens, votado.
Abraços
Teka Karpstein · Bauru (SP) · 25/4/2008 17:57
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Votadissimo Poeta
Excelente
Com carinho
Sandra LC Perazzo
Sandra Perazzo · São Paulo (SP) · 25/4/2008 18:30
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Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS)
GlobO da mOrte
Bem lembrado os espetáculos Incríveis que assistimos até sem fólego e guardamos na msm[oria por toda a vida.
Do glObo, abre-se uma portinhola...
Os acrobatas saem da gaiola
e novamente são meros mortais...
Meros mortais, incríveis pra gente que logo os elegemos Heróis do Máximo.
Parabéns por lembrar e registrar aqui no Overmundo.
Valeu
azuirfilho · Campinas (SP) · 25/4/2008 21:39
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Obrigada pelo convite !
Adorei a poesia e é uma bela homenagem pra artistas tão destemidos...
Patipetista · Santo André (SP) · 26/4/2008 00:03
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Rub querido,
Retorno para re_ler e votar.
beijos,
Rê
Regina Lyra · João Pessoa (PB) · 26/4/2008 02:15
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Rubênio Marcelo,
Vendo agora este seu soneto no banco de cultura, abri a página e quero dizer que este seu Globo da Morte é um dos mais belos e perfeitos sonetos que tive o prazer de ler.
E, olhe, que já li muita coisa! Mas este seu soneto tem uma magia toda viva e uma energia de beleza inexplicável. A parte que você escreve sobre a obra (GlobO x mundO x vida x jogo x arte) - inclusive com efeitos gráficos - é também algo maravilhoso e profundo (outro poema real e especial). O espaço é pequeno pra falar o que esta sua obra exige, caro Rubênio, assim expresso, mais uma vez, os meus parabéns sinceros.
Reginaldo Negrão · Cuiabá (MT) · 26/4/2008 08:18
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A arte se estende, sempre.
Bela proposta, belo escrito.
Abraço!
Vicente Canato · São Paulo (SP) · 26/4/2008 21:12
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Belo convite à reflexão.
Como guardamos fortes estas lembranças.
Acho mesmo que somos de uma certa forma, o que acumulamos no decorrer da nossa existência.
Parabéns Amigo Rubênio.
Pedro Monteiro · São Paulo (SP) · 26/4/2008 23:23
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Para os corajosos que desafiam todas as possibilidades, que não se intimidam com os desafios!
A vida real ,afinal, é bem parecida.
Beijoss
crispinga · Rio de Janeiro (RJ) · 27/4/2008 12:49
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Uma linda homenagem aos artistas que fazem deste número, uma das mais belas atrações do mundo dos espetáculos.
Abraços.
linney · Canoas (RS) · 27/4/2008 18:23
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Gosto de soneto e adoro rimas! O tema é ousado, diferente! Lindo texto! Parabéns!
Ju
Ju Virginiana Jussára C Godinho · Caxias do Sul (RS) · 27/4/2008 18:39
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Muito bom Rubênio!
Parabéns! bjs
ana wagner · Porto Alegre (RS) · 28/4/2008 00:06
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Venho agradecer - de coração - a todos os amigos e amigas que passaram neste meu poema, que giraram neste glObo, e que deixaram seus comentários. Grato sou pelas palavras gentis e carinhosas de todos.
Muito obrigado.
Abraços fraternos,
Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS) · 29/4/2008 16:20
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Num habitáculo esférico, eletrizante,
marchetado de luzes inquietas,
estrugem máquinas, em loucas roletas,
aos olhos da platéia vigilante.
isto não lhe parece um axioma para a vida humana aqui nesse globo chamado Terra?
abraços e obrigado pelo convite
eric renan ramalho · Belo Horizonte (MG) · 2/5/2008 10:50
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Mestre das letras, poeta querido por todos, é um prazer aprender contigo e relembrar momentos de verdadeira alegria, apesar de confessar que vim a conhecer o circo depois do meu segundo filho, no que faltei com a primeira, mas os tempos sempre difíceis me impediam com isso o tempo foi passando... Nessa época morava no interior e os circos bem simplórios, mas ainda assim tinham o globo da morte que se tornavam engraçados pelo tiroteio das motos velhas, alegria maior eram os olhinhos vibrantes do meu filho naquele cenário mágico de palhaços... Com ele vivi um pouco da criança em mim, que ainda não conhecia a arte circense. Amei o texto que me fez viajar no tempo... Obrigada por seu carinho e voto a minha poesia. Deixo tbm meu voto e um abraço em laços de amizade!
Regilene Rodrigues · Goiânia (GO) · 2/5/2008 23:02
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Na correria doutro dia, apenas votei e não deixei nenhum comentário, que faço agora: Gostei mesmo do soneto sobre o glogo da morte. Lembrei-me num circo... abçs. Bosquo
João Bosquo · Cuiabá (MT) · 2/5/2008 23:27
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Ainda que tardiamente pude apreciar e votar este teu belíssimo soneto.
Abraços
Agenor
Agenor · Aquidauana (MS) · 4/5/2008 19:39
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demorei, mas somente agora pude fazer a visita.
O globo da vida e uma incessante luta para combater a morte diária.
Beijos
Dorita · São Paulo (SP) · 4/5/2008 20:18
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Tinha 12 anos quando vi um globo desses. Mais tarde levei meu filho e me pareceu que a poesia se realizou da mesma forma. Gostei muito do poema, porque o poema está no coração que é enfeitiçado pelos olhos.
Com Carinho
Sander Machado · Porto Alegre (RS) · 5/5/2008 19:41
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Nooooooooossa, faz tempo que não vou num circo!!!! Obrigada por lembrar. Vou esperar o próximo chegar na cidade. bjs
Li Silva · João Pessoa (PB) · 8/5/2008 21:14
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Quero agradecer as valiosas visitas de todos e os comentários gentis.
Obrigado!
Carpe diem.
Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS) · 18/5/2008 04:20
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Rubenio, lembro de quando criança meu coração ficava apertadinho vendo aquele espetáculo dentro do globo! :)
Tati MOTTA · Belo Horizonte (MG) · 20/5/2008 07:41
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Robênio Marcelo!
Revivesceu lembranças .. de minha infância, que já vai longe...! Levada por meus pais ao circo; lá, assistia o globo da morte. Era emocionante...! Paralisava... de medo! Que alívio..., quando a portinhola da gaiola se abria e os acrobatas saíam!
Parabéns pelo poema!
Abraço fraterno!
Áurea.
Aurea Carvalho · Rio de Janeiro (RJ) · 2/6/2008 09:53
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Só de ler,já dá arrepio!
Muito bom!
camuccelli · Rio de Janeiro (RJ) · 23/6/2008 16:06
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Gostei muito.
Um bj
Sílvia
silviaraujomotta · Belo Horizonte (MG) · 1/7/2008 19:21
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Parabéns. Bela poesia
Lido e votado com louvor!
Abraços
JP
Jota Pê · Belém (PA) · 4/8/2008 10:04
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