Goteira
Espectros da noite que não finda,
Olhava o teto
Sentia o tato
O gesto: amparar com a terrina
Cada som olvidava sua própria sina,
Mergulhava
Escapulia quantidade mínima
As sombras perfaziam instantes,
De ansiedade
De enormidade
Os minutos teciam-se silentes
Bastantes,
Solventes,
Até cair novamente...
Minava água,
De uma ferida alta,
Da casa,
Do telhado,
Do espaço entre o mundo e a vida...
Lindo! Gostoso de ler!
Flores pra você!!! @>--
obrigado, Linney.
muito grato, Adriana.
grande abraço a ambas!!
Fechei lá vou abrir aqui. Que trem lindo! Até escutei o barulhinho da goteira. Abraços.
anamineira · Alvinópolis, MG 23/8/2007 19:13
Marcos,
O que vc escreve retrata a alma e é belo.
Bjs
Ana, muito grato!!!
Lígia, muitíssimo obrigado!!!
abração a ambas,
muito obrigado, Sander!!
abraços,
Como gotas no papel a escorrer e discorrer sobre a vida!
Abraços!!!
Marcos André,
Extremamente belo...
Um aBRAÇO, Marluce
MARCOS,
riquíssimo, maravilha... parabéns!
Abçs de Betha.
obrigado, Marcelo, Marluce e Betha.
abração a todos,
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