A força da ordem do colonizador
Engessa o corpo do oprimido
Não dói a ordem da prisão
Dói a ordem da negação...
Tupi-Guarani no sangue
Preso no ventre...
Alma atrevida
Afronta a ordem do conquistador
Chacinaram os Xokleng
Poluíram os rios,
Destruíram as matas,
Mas, nas veias desta Doroteia
Corre sangue de mulher aguerrida.
JOSÉ, MEU AMIGO.
texto maravilhoso, repleto de protesto e poesia.
estamos de volta!
Olá, Leandro!
Com o coração em punho...
Agradecido.
Abraço
Lendo teu poema caro amigo imaginei a nossa guerreira. Uma mulher sem medo da vontade de igualdade. Poucas das essências que ainda temos neste mundo.
Valeu!!!
Realmente Higor, uma mulher sem medo...
Agradecido.
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