no chão de pedra do porto
o poeta encontra o poema
fedendo qual peixe morto
Outra vez nem tenho o que dizer Pedro.
Teus textos tem uma força impressionante.
Pedro Viana,
Profundamente, lindo!
Marluce
Marcos e Marluce,
agradeço o carinhoso interesse.
Legal, Pedro É diferente e a imágem também é muito interessante. Parabéns pelo trabalho.
Carlos Magno.
Carlos,
grato pela visita. É uma bela imagem mesmo.
Pedro que texto maravilho.
Texto e imagem se casam na imaginação.
Sem mais comentários...
Voltei atrás, quero fazer outro comentário.
Demais essa consciência revelada no texto
do poeta encontrando o poema no cotidiano.
Isso é a poesia, algo encontrado no banal,
no silêncio, num peixe estendido na pedsa do porto.
Legal. Aparentemente simples, é difícil escrever um Hai-Kai com alguma carga de sentido.
Um abraço.
Em tempo: a imagem é dez, se funde com o poema de tal forma que poderia perfeitamente ter sido a fonte da sua inspiração.
Levi Orlando · Porto Alegre, RS 19/8/2007 08:15
É a poesia em todo lugar... tocando... incomodando... mas sendo degustida... como a sua.... q me traz o gosto do peixe... e o fedor do poema nunca fede qdo é bom.
o seu tem cheiro de m a r e s i a ! e vc sabe disso !
bjsssssssssss;)
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