Hiroshima
Um vulto de fumaça incandescente
roubou a luz do sol naquele dia.
E aos pés de Deus, e à sua revelia,
tingiu o céu de cores diferentes.
Pedaços destroçados de viventes
vagaram pelas dores mal sentidas.
E confundiu-se a morte com a vida
e fez-se treva às luzes do nascente.
Não houve tempo para sofrimento,
nem para o suspirar de um intento
ou para o beijo há tanto esperado.
A morte foi ao céu, sem dar aviso,
e sussurrou um verso de improviso
com rimas de um soneto mutilado.
Indescritível!
Amigo irmão. Forte e verdadeiro seu poema. Infelizmente o Mundo a tudo assitiu calado. Como sempre As Nações do mundo inteiro disseram e continuam dizendo: Amém. até quando?
Abraço fraterno. jbconrado.
Obrigado pela honrosa companhia, Ayruman!
Abraço fraternal,
Herculano
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