Peito aberto,
língua muda e mente a mil,
escrevo como quem navega
nas ondas do branco esquecimento do papel.
Na tela de suor da pele em que teimo escrever meus passos,
queimo pegadas leves
na carne da alma - mesmo
que suposta -
sem bóia ou salva-vidas,
sem medo de me afogar,
com medo apenas de perder
as estrelas e seu espelho,
o mar.
Massa, André!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
brilhante, André.
Navegar é preciso!!
abraços,
Oi meu querido,
Versos instigantes em bonitas metáforas.
O mar é o espelho, é a luz, é AMAR!
Lindo poema@
Beijos!
escrevo como quem navega
nas ondas do branco esquecimento do papel.
Belo! Muito belo, André!
Bjs.
André. Maravilhoso como sempre. Bacana ter eu vindo por aqui.bj
Cintia Thome · São Paulo, SP 28/12/2007 20:47
muito bom, parabéns
joão ayres
www.joaoayres.com
Muito bom, André. Navegar nas ondas do branco esquecimento do papel é sempre uma "viajem'.
Sérgio Filho · Brasília, DF 30/12/2007 11:13
O mar e a vastidão
poemas do fim do mundo no overmundo
joão ayres
parabéns
www.joaoayres.com
Parabéns André!
Beijos_Meus*
*
Feliz 2008!
Lindo, André. E expressa a entrega ao ato criativo.
Entrego-me às ondas do branco esquecimento do papel.
Que elas me cubram com a sua piedade...
Beijo.
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