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Este texto é parte da minha tese de doutorado que ainda estou ruminando e escrevendo. Chama-se "Identidade Expressiva". O objetivo central da pesquisa é investigar se o ator, ao instituir a cena, produz um estado capaz de compor uma identidade de natureza poética, inquirir qual o estatuto desta identidade e quais relações que agencia com o mundo subjetivo e com os pertencimentos sociais do ator.
tags: Rio de Janeiro RJ textos-nao-ficcao identidade identidade-expressiva teatro ator teatro-educacao
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Celéia,
Gostei da sua pesquisa de doutorado - é uma tese interessante.
Veja:
Na p.2 , 3º parágrafo: Não se trata de procurar na(s) obras de arte
Na p.3, no 1º parágrafo: impermenência
Grande abraço e muito sucesso.
Joana Eleutério · Brasília (DF) · 7/1/2008 11:07
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oi Joana, Obrigada pelas dicas. . Já corrigi no original, porque sou inexperiente no Overmundo e não sei corrigir na versão do site.
A palavra é impermanência, que segundo o Aurélio significa qualidade do que é não permanente, inconstante, mutável.agradeço sua colaboração! bjs
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 7/1/2008 11:26
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Minha amiga Celeia, infelizmente nao consegui abrir, iria passar a critica para minha filha que poderia dar uma opiniao mais objetiva sobre o tema, mas estou tentando, obrigado pelo convite. abrs.
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 7/1/2008 12:22
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Victor, acho que é preciso dar o download e depois salvar . espero que você consiga! eu é que vou ficar feliz com seu comentário.
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 7/1/2008 12:36
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Olá Célia, grato pelo convite a ler teu texto.
Boa tese, essa tua.
Quando repito que aprendo muito e a todo instante aqui em Overmundo e alhures, alguns ainda se espantam.
Contigo aprendi mais.
Principalmente a objetividade sobre os conceitos, faina muitíssimo difícil, eis que dela, a objetividade, foram feitos mais de 35 anos de minhas funções e inda hoje me atapalho, porque vez que outra o danado do sonho, do idealizado, se interpõe não só à escrita como mesmo à fala, e à vida então, porque não se quer só reproduzir o suporte da existência e dele ser tão somente a coisa dada, mas dar materialidade à coisa sonhada.
Sei que não é o objeto da tua investigação, mas aquele momento em que o intérprete, tentando apagar o próprio rastro, ainda não é a representação, que não o será, para que não deixe de ser o ator para ser o representado, aquele instante, ínfimo, um átimo, talvez, e friso, talvez possa ser também, dependendo da perspectiva e dos instrumentos de análise, coisa também já dada, fato consumado, locus de interpretação.
Exemplo. Um tecido a olho nu e um tecido examinado ao microscópio.
Caso do ator, o tempo como nós o percebemos e no caso de alguém que o possa perceber em "câmera extremamente lenta".
Um segundo é uma vida, gerador de vida e passível de interpretação, então, e o momento configurado como "entre" desaparece para ser o entre ele mesmo um "fato a ser interpretado", o momento do ser.
É isso que nos diz o fato de que o passado não mais é, o futuro ainda não é o presente se foi, já, muito antes do piscar de olhos ou estalar de dedos.
Para depois do almoço, a percepção ainda sonolenta do fenômeno da da sesta não feita, foi o que consegui perceber.
---
Da redação, se me permites, na terceira página tem um A que não necessita de ser maiúsculo:
Como um sistema simbólico, A linguagem artística apresenta conformidade àquelas propriedades apontadas por Saussure
E, quase ao final, há múltiplas possibilidades para a redação, a meu ver, imprecisa:
A Identidade Expressiva é uma escritura, uma composição, de funcionamento frágil porque é construída está sempre sujeita ao acaso, à subversão, ao abandono ou à reviravolta.
Posso ler:
1. porque é construída e está sempre sujeita...
2. porque é construída. Está sempre sujeita...
3. porque é construída, razão de estar sempre sujeita...
(sendo que li desta terceira forma, que me pareceu mais conforme para afirmar os conceitos que vinhas desenvolvendo)
E, ao final:
... Como obra poética, adquiri as qualidades de um poema
creio que a grafia deva ser adquire
Tenha sucesso pleno na empreitada.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 7/1/2008 13:55
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Querida Celeia:
Em primeiro lugar, muito prazer em conhecê-la, pois não me lembro de ter-nos cruzado no overmundo. Obrigado ainda mais por achar que posso contribuir de algum modo com o seu texto.
Eu o li duas vezes e a única coisa que consegui identificar como algo problematizável é um aparente divórcio do primeiro pará grafo com os demais
"Na modernidade, o processo de identidade aproxima-se mais de um percurso de representação do que de reconhecimento. A resposta à pergunta sobre quem somos se dá através de um percurso simbólico."
A partir daí, você passa a um discurso ahistórico mostrando como se dá em nós a representação das coisas e por aí vai. Sinceramente não vi uma única explicação, no texto, para a sua categórica afirmação inicial segundo a qual "na modernidade o processo é diferente', Mas também posso estar enganado, isto é, pode ter-me passado despercebida a explicação. Então eu diria que você deve aproximar mais a afirmação de sua justificativa.
Acho até que o texto teria até maior intelecção se não houvesse o primeiro parágrafo.
Não sei se ajudei em alguma coisa, mas era esta a minha intenção.
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras (PI) · 7/1/2008 14:12
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Querida Celeia:
Só pra não dizer que não falei de flores...
"Por meio da atribuição de significados o homem apreende o que ocorre a sua volta" quando o correto é "Por meio da atribuição de significados o homem apreende o que ocorre à sua volta"
"Além disto, o trajeto de criação articula um espaço simbólico aonde o homem vai tecendo as narrativas das experiências individuais e coletivas." quando o correto é "Além disto, o trajeto de criação articula um espaço simbólico onde o homem vai tecendo as narrativas das experiências individuais e coletivas."
"Não se trata de procurar na obras de arte, dados sobre a personalidade, história de vida ou os vínculos sociais e culturais do seu autor. Mas refletir sobre a condição da identidade manifesta e produzida na criação artística, como ato poético"
ou escreveria
"Não se trata de procurar na obras de arte, dados sobre a personalidade, história de vida ou os vínculos sociais e culturais do seu autor, mas de refletir sobre a condição da identidade manifesta e produzida na criação artística, como ato poético"
"A fala poética é irredutível à outra forma de dizer" quando o correto é "A fala poética é irredutível a outra forma de dizer"
"onde se produz as possibilidades, as contradições, as multiplicidades e as diferenças." quando o correto é "onde se produzem as possibilidades, as contradições, as multiplicidades e as diferenças."
beijos e abraços do
Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras (PI) · 7/1/2008 16:13
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Em tempo:
"Não se trata de procurar na obras de arte, dados sobre a personalidade, história de vida ou os vínculos sociais e culturais do seu autor."
eu diria
"Não se trata de procurar, na obra de arte, dados sobre a personalidade, a história de vida ou os vínculos sociais e culturais do seu autor, mas..."
Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras (PI) · 7/1/2008 16:28
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Adroaldo e Joca, Muitíssimo obrigada. Aproveitei todas as sugestões. Acho tão difícil revisar meu próprio texto. Acabo misturando análise do conteúdo com a revisão ortográfica e me perdendo ora em uma crítica exagerada, ora em uma tolerância generosa demais.
Joca,
nós nunca nos cruzamos no overmundo porque esta é a primeira vez que eu posto. Meu irmão, Sander Bazetti, com veia mais poética, é que disponibiliza vários textos seus.
Por isto eu já conhecia o site há um tempo e acompanho alguns comentários. Quando coloquei o artigo, convidei algumas pessoas das quais gosto particularmente das críticas, por serem justas e honestas e ao mesmo tempo delicadas e respeitosas.
Se houver outra sugestão, não hesite em enviá-la.
Adroaldo,
você pegou a "alma" da minha idéia. Minha curiosidade é sobre este que se apresenta entre ator e representado, que já é uma representação, mas não é nem um nem outro, sequer a mistura dos dois. Uma terceira margem, talvez.
Seu comentário me fez pensar outras possibilidades
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 7/1/2008 17:16
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esqueci: eu fiz as correções no original, mas não sei como alterar o que está postado aqui. devo dar novo download?
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 7/1/2008 17:18
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“Por meus textos sou mudado mais do que por meu existir”
Tua tese é supra.Quando finaliza, é muito feliz:
. O homem considerado obra poética constitui-se na imagem e como imagem. Como um trajeto de atribuição de significados, esta narrativa de si está assinalada por um caráter provisório, instável e inconstante
Parabens e continue!bjus.
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 8/1/2008 20:47
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Bom dia Celéia!!!!
Joana Eleutério · Brasília (DF) · 9/1/2008 08:07
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A Celéia deve ter pisado no tablado pela primeira vez com 8 a 9 anos. Nesse mesmo espetáculo lembro-me que enquanto um menino improvisava era ela que mantinha a estrutura dramática. Sempre tens me sido surpreendente. A Atriz, a Educadora, essa estrela tão angustiada pelo justo. Matéria tão em falta nos palcos da vida.
Separar a tua tese da tua arte, seria separar-te.
Beijos grandes e sucesso.
Sander
Sander Machado · Porto Alegre (RS) · 9/1/2008 09:38
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Celéia,
Não consegui ler o seu texto, não abriu... Continuarei tentando.
Beijos.
Sandra Barros Ferreira · Niterói (RJ) · 9/1/2008 18:27
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Celeia
Que trabalho bonito, que tema interessante!
O ator é o rastro do seu próprio apagamento...
Parabéns!
Abçs.
Nydia Bonetti · Campinas (SP) · 9/1/2008 18:32
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voto
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 9/1/2008 19:08
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Victor, obrigada por ter se apresentado! Vendo o número de votos e downloads crescer, fico aflita e minha curiosidade me devora. Não exatamente para saber qual a opinião (é claro que o comentário tem um valoor inestimável), mas para saber quem fez o clique generoso.
Ai, eu ainda trago muitas referências das "antigas" ou talvez por trabalhar com as artes cênicas - arte presencial, por natureza - não me adapto muito com esta relação anônima e exponencial do mundo da internet. Eu preciso da relação um-a-um. Preciso de um corpo, nem que seja um nome, um avatar, nem que seja virtual.
E Victor, você atendeu a este pedido. obrigada!
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 9/1/2008 20:33
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Mas é claro, que fico feliz com todos aqueles generosos que estão lendo meu trabalho e que querem continuar anônimos. obrigada Também!
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 9/1/2008 20:34
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Celeia, voce esta certissima, conte comigo, parabens! abrs.
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 9/1/2008 21:56
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Em público comentado, o apresentado ao público referido, não poderia deixar de voltar, votando, pra dizer-te do que artistas precisamos:
Bravo!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 10/1/2008 00:57
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Querida Celeia:
Saiba que agi da mesma forma, quando havia apenas 32 votos
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras (PI) · 10/1/2008 02:02
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Celeia, eu gostei muito de ler o seu texto. Incrível como as diferentes formas de escrever nos ensina tanto.
bjo.
Sérgio Franck · Belo Horizonte (MG) · 10/1/2008 15:11
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Celéia, seu texto mostra-me uma outra maneira de ver a Arte falando de uma teoria que quase desconheço.
Relerei até que os conceitos adentrem no meu pouco entendimento.
Um abraço
Lígia Saavedra · Ananindeua (PA) · 10/1/2008 20:34
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Lígia, fico feliz que meu texto pode te suscitar novos pensamentos. O que você achar difícil de compreender, me questione, pois um texto truncado não é um bom sinal. Mesmo, e principalmente, para um trabalho acadêmico.
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 10/1/2008 20:48
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Olá Celéia,
Hoje, num momento de distanciamento necessário da escrita do meu trabalho, consegui abrir o seu texto e ler.
Fiquei com algumas questões que depois poderíamos até conversar pessoalmente. Gostei da forma como você trata o conceito de representação, que é muito difícil e problemático. Sobre a situação "entre" vivida pelo ator, achei rica e interessante.
Vi que você utilizou o Hall como referência, valeu.
Celéia, será possível a arte abarcar a pluralidade de sentidos? Não será ela também uma edição? tenho mais a conversar...
Parabéns pelo seu texto. Está muito bem escrito.
Beijos, Sandra.
Sandra Barros Ferreira · Niterói (RJ) · 24/1/2008 11:40
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Queridas Sandra e Celeia:
Sandra disse:"!Fiquei com algumas questões que depois poderíamos até conversar pessoalmente". Porque isto de pessoalmente? É fofoca de comadre ou receita de bolo?
Pelo que entendi, muito longe disso, trata-se de questões pertinentes à reflexão da Celeia. Por isto eu proponho: Vamos organizar esta discussão, não apenas pessoalmente, mas aqui nas páginas do overmundo. O que? Vc acha que ninguém se interessaria? Quer apostar?
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras (PI) · 24/1/2008 12:12
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voto.
Mauro Tolotti · Rio de Janeiro (RJ) · 24/1/2008 23:16
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Pois é Joca...é fofoca de comadre... é receita de bolo...é a presença que pede passagem...somos da antiga...o que fazer? mas concordo que este é um espaço muito rico para uma discussão.
Quanto à questão da Sandra, penso que a arte é sempre a elaboração e a ação de alguém e por isto é uma edição, uma perspectiva, um modo de ver e representar.
Se abarca a pluralidade dos sentidos? puxa! aí teria que pensar em que sentido rsrs! de imediato, minha resposta seria que a arte tem o poder de, ao tranformar em imagem, dar um sentido à pluralidade, de capturá-la , de presentificá-la.
E está aberto o debate!
Mauro Tolotti · Rio de Janeiro (RJ) · 24/1/2008 23:28
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queridos, este comentário aí de cima é meu! Meu marido aproveitou que sai do computador alguns minutos e logou para votar no texto do meu irmão e deixou logado.
Eu achei que estava no meu pefil, tentei apagar o comentário, mas não consegui. Bom está feita a confusão! vou copiá-lo com meu perfil!
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 24/1/2008 23:35
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Pois é Joca...é fofoca de comadre... é receita de bolo...é a presença que pede passagem...somos da antiga...o que fazer? mas concordo que este é um espaço muito rico para uma discussão.
Quanto à questão da Sandra, penso que a arte é sempre a elaboração e a ação de alguém e por isto é uma edição, uma perspectiva, um modo de ver e representar.
Se abarca a pluralidade dos sentidos? puxa! aí teria que pensar em que sentido rsrs! de imediato, minha resposta seria que a arte tem o poder de, ao tranformar em imagem, dar um sentido à pluralidade, de capturá-la , de presentificá-la.
E está aberto o debate!
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 24/1/2008 23:36
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Joca, como disse Celéia, "somos da antiga", "o que fazer"...
Não sou nativa da cibercultura, ainda estou presa a conversa pessoal, olhos nos olhos... Mas estou aberta a novos desafios... já que Celéia autorizou, continuaremos o debate!
Na verdade, tenho dúvidas se na arte os vários sentidos do símbolo estão presentes, por isso não sei se é possível abarcar a pluralidade de sentidos. Quanto a imagem, acho que também é uma edição. Em relação ao que foi dito sobre a palavra, não temos a dimensão do sentido que o outro está atribuindo ao que dissemos. Numa visão Bakhtiniana, a palavra contem as vozes do mundo, como pode ser uma redução?
Está no ar a "fofoca de comadre" !
Sandra Barros Ferreira · Niterói (RJ) · 26/1/2008 19:17
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Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ)
Parabéns pelo grandeTrabalho.
.....compor uma identidade de natureza poética, inquirir qual o estatuto desta identidade e quais relações que agencia com o mundo subjetivo e com os pertencimentos sociais do ator.
Valeu.
Receba nossa admiracáo,exaltacáo e voto.
azuirfilho · Campinas (SP) · 14/3/2008 11:14
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Oi Azuir, fiquei super feliz que você pretigiou meu trabalho.
Celeia Machado · Rio de Janeiro (RJ) · 15/3/2008 00:06
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