Das palavras,
às vezes uma terra dura,
colho poesia para dizer
o que normalmente elas não diriam,
transformando em frutos as entrelinhas da Beleza
sentida pelo entendimento...
De uma imagem,
às vezes abstrações indizíveis,
uns colhem mais de mil palavras,
numa terra mais dura ainda onde quase todos
para a Beleza estão cegos,
(ordenham do próprio umbigo
prata e ouro)
destilando cachaça para beberragem
dos olhos.
Das duas juntas,
palavr&imagem colam no tempo
o instante que o fogo se alastra na mente
e acendem fogueiras de semioticidades
intravenosas na corrente que desprende do sangue
o sonho dos sonhos das gentes.
Detalhe de foto de Sidclay Dias, no Flickr: Hot Water (in portuguese "aguardente").
imagem que brilha fugidia e espera a palavra que a capture.
"o instante que o fogo se alastra na mente
e acendem fogueiras de semioticidades
intravenosas na corrente que desprende do sangue
o sonho dos sonhos das gentes."
que lindo isso...o sonho dos sonhos da gente...
parabéns.
publicando
Salve salve!!!
Samuel!!! OBRIGADO pela presença e comentário!!! O 'das gestes' é 'das gentes' mesmo, generica e abrangentemente.
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CD... teu comentário merece a poesia que não cabe nesse espaço de tempo, então a poesia de agora foge das palavras que a capturariam... num rastro de luz indicionarizável!!!
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WMarques!!! MUITO obrigado pela presença contante e comentários.
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a todos um GRANDE abraço!!!
A
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