Portugueses,
Por tu quantas vezes
Gastei meu tupi
Para 9 meses depois
Ver o fruto do seu prazer em mim
Quero me desentupir
Desta farsa, desta tua raça ruim
Portugueses,
Por tu quantas vezes
Rezei pra vocês irem embora
Embora rezar seja imposição vossa
Dentre outros deveres ...
Portugueses
Não somos fregueses de seu lixo/elixir
Não existimos para vos servir
E nem descobriram este país
Descobriram que aqui
TINHA
Gente feliz
E se aqui se instalaram,
Se, em instantes, costumes e valores mudaram
Não foi porque eu quis..
Existem certas épocas e assuntos históricos que mexem comigo...
O período medieval é um, e a crueldade que fizeram com nossos primeiros habitantes do Brasil é outro...
Viva os índios!
Viva!
Gostei do teu estilo cru de contar nosso passado.
Volto depois pra deixar meu voto!
Abraços da conterrânea
Realmente ce tem razao! Belo poema! Ainda mais se recitado por voce!
Beijos
goste mesmo minha maae e india e meu pai negro
massa massa né.
odeio o preconceito e o rasismo o que vale e o que sentimos no coraçao ai a alma ascende
Desta farsa, desta tua raça ruim
olha so por que eu gostei muito mesmo vou te dizer , eu gosto de escrever mas nao sou muito fã de ler nao dificilmente encontro algo que gosteeeeeeeeee mesmo , ate esta frase , esperei algo bombastico , acho que vc fora feliz em alguns outro pontos
Portugueses
Não somos fregueses de seu lixo/elixir
mas daqui a pouco a gente cai nos cliches , mas gostei bastante e acho que se nao e para dizer o que pensei realmente melhor nao dizer nada ...
Bom demais falar como tu falas das coisas intrincadas da nossa história.
Sua belezas suas mazelas trágicas. Nosso sangue ainda hoje misturado ao deles( os aborígenes), ou o deles ao nosso!!! Bom texto, adorei minha deusa. Parabéns...Votadíssimo.
Parabens pelo texto, Clararipe. Nunca é demais denunciar as atrocidades pelas quais passaram e ainda passsam os parentes indígenas. Paz em Ñanderú, Graça Graúna
graça grauna · Recife, PE 14/3/2009 21:42
Poetisa ... mil ano luz para a historia do Brasil
(em relação aos índios) ter sido contada de outra
forma.
E não ! não foram só os portugueses
que “estupraram” (palavra minha)
esse imenso e lindo território. Foram todos nós...
mas a minha fé mais profunda é que UM DIA essa mazela,
esses ressentimentos e rancores sejam extirpados do mundo,
afinal somos todos
brasileiros. Absolutamente todos.
Então componha e cante uma canção de amor,
critica ao governo, descaso e o escambal...
mas que promova a paz... E MAIS MUDANÇAS
(sem babaridades, afinal, evoluimos um tiquinho)
Sua contribuição será mais valida. Pense !
fique na paz de Deus, Jeová, Ñanderú...
bjssssssss;)
Clararipe,
Concordo um pouquinho Claudia,
Afinal, além dos indios há milhões de brasileiros vitimas das mazelas da colonização, mas se não houvesse colonização não haveria Brasil.
Como descendente de Portugueses, não me sinto uma raça ruim.
Bjs
Colonização sempre é dolorosa. O escravizado não conta. Contam só as riquesas que podem ser levadas pelo colonizador. Nossos índios sofreram nas mãos do colonizador, bem como os negros que, após, foram trazidos também para aqui.
Seu texto é muito válido, por não deixar esquecer as crueldades.
Ivette G M
Linda Clara
Quue belos versos e bela imagen
Parabéns
Votado e publicado
Beijos
Grata gente!!
Só esclarecendo... a idéia deste poema foi mostrar uma visão.. a dos índios, no momento em que aqui chegaram!! Isso, contudo, naum significa que Portugueses são uma raça ruim, ou que não há outras atrocidades no mundo... é apenas um recorte de uma visão, de um gueto particular.
Bjos!!
Portugueses,
Por tu quantas vezes
Rezei pra vocês irem embora
Embora rezar seja imposição vossa
Dentre outros deveres ...
belo é pouco, lindo poema.votado com carinho.
Clara, Cunhã taí
Já chorei a dor dos nativos (a quem me recuso veementemente a chamar de índios, porque "índio" é coisa alguma), e já chorei pelas índias velhas que já não tinham mais o que chorar.
Já lutei a luta deles (de seus remanescentes) rasgando a roupa no arame farpado que trespassa suas terras.
Já senti a dor ausente, ainda latente, da saudade de ser gente ligada a um chão, um pedaço de terra onde plantei minha identidade.
Meu sangue pernambucano, tão bem escondido no meu jeito paulista, perfeitamente combinado com meu jeito caipira, reclama os cabelos negros de minha avó, que ainda criança, numa possível noite de lua, entou canções que o homem dito branco jamais poderá ouvir.
Aehê!!!! Aêeee.... Jâ háaaaa.....
Quase todos os lamentos nativos ainda estão no vento, semeando no mundo a coragem para quem busca se encontrar.
Quero lhe parabenizar pela iniciativa de defender a visão nativo-americana, emprestando ao mundo etnocêntrico o olhar de quem percebe outros valores.
Abraços (carinhosos) Guaicuru!!!
W. Marques, Marcos e Jsonsol, é uma alegria vê-los por aqui! Grata pela presença e pelo carinho!
Bj
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