Inexatidões.
Meu amor
Me diz
Assim silencioso
Como de ficar
Tanto gostas
Me dás respostas
Para perguntas
Todas absurdas
Que me fases
Assim, questionar,
"Onde começa
Nosso céu
E onde acaba
Nosso (a)mar?"
E onde, respondes,
Vou desaguar
Ataranda poesia
Que sai da alma
Que se consome
A ti buscar?
(silencio)
Querida, fico com o silêncio das "Inexatidões"... Onde começam e encerram o nosso "(A)MAR?"
Enqunto aguaradamos a resposta, desaguemos em 'oceanos'...
Adorei!
Voltarei.
Um grande abraço e um lindo domingo pra vc!
O mar...
Fica nesse vai-e-vem
de nunca chegar
e nunca partir...
Fica assim
levando e trazendo
num sim e não
sem fim...
O útero repleto
atéde gritos em gestações
de vidas quase simbióticas...
O mar...
Fazendo verbos
em ondas e sal...
Água que
não mata a sede...
Água amniótica
onde cabe luz e escuridão,
Mar de útero-coração,
De poder e medo...
De doação e inconstancia...
Mar de ansias
Que
Se
Fazem
Naufragar
Todos
Que
Se
Atrevem
A
Querer
Mais
Do
Que
O
Mar
Quer
Dar...
Você já parou para escutar o Mar silencioso se fazendo ouvir
em marulhar vindos de arrebentações distantes?
Ele se ecoa dentro do Amar...
Dá uma tranquilidade se ouvir
dentro do mar...
Branca
Vai até Caraguatatuba,
lá tem mar...
Lá tem um casal de amigos queridos
que um dia hei de visitar...
Eles dizem que tem um mar lindo lá...
Será que estou trocando os nomes...?
Sei que esse casal querido mora perto de um mar de São Paulo.
As vezes é tão estranho imaginar que em São Paulo exista mar...
Desculpe-me, eu gosto de São Paulo, mas ela sempre me vem aos olhos em muitas cinzas, mesmo quando é o Ibirapuera lindo e verdejante quebrando um pouco o caos cinza da globalização escrota...
Pois bem, Deus deu mares a São Paulo,
Busque um,
ao menos uma vez por mês Branca,
faz bem se prostar a ouvir
o marulhar chegando aos teus ouvidos
como ecos longíquos de arrebentações lindas
em outros mundos de mares tão lindos
quanto esses nossos.
Não importando em que
mas Brasil estejamos.
Beijo, bom dia, você parece uma tiete. Eu gosto.
"Você sabe o que é tiete?
Tiete é uma espécie de admirador
atrás de um bocadinho só do seu amor
afins de estar juntinho
afins do seu calor..." (Gilberto Passos Gil Moreira, nosso Minestral)
Dora, Dora,
Sempre com as palavras mais bonitas.
Dora querida, sou TIETÍSSIMA então! E é muito bom ser a tua tiete.
Não sei se já te contei, mas sou nordestinamente feliz!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estou paulisata desde 2000, aprendi a amar Bauru também, Mas o meu amor MAIOR é mesmo pelo litoral. Não conheço Caraguatatuba, ao vivo, mas sei que é lindíssima, assimo como outras praias visinhas do Estado.
Sou maranhense e sergipana (nasci no Maranhão e lá vivi até os 24 anos. Aportei em Sergipe, Aracaju e lá fiquei por 15 anos. Estou voltando p/ lá em dezembro, e em definitivo. Tenho raízes por lá, incluindo um filho lindo!) Portanto querida, sou do MAR e para ELE retornarei!
Olha, quando criança no interior do Maranhão viajei muito de barco, inclusive a velas. E em alto mar, a visaõ era: céu, ar e mar!Uma cenário na imensidão que nunca tirei da minha cabeça e dos meus sonhos. Acho que isso influnciou em muito no meu jeito de ser e de viver... 'navegante, 'flutuante', 'aérea'...
Adoraria visitara também os teus amigos em Caraguá, e quem sabe, talvez te visitara aí em Olinda, quando em Aracaju estiver. Vc também está convidada a conhecer essa cidade linda, com prais (nem tanto), mas com um astral maravilhosos e uma efervecência cultural p/ lá de bom!
Uma boa noite e ótima semana!
bjs com águas do mar!
Que coisa, poeta!
Sua palavra exata, esse sentimento desatado em versos que matam a gente sempre me deixa acima do chão.
E nnunca consigo parar de ler e de viver encantada com suas "absurdas palavras".
Maravilha!
beijos
Branca
Agora ainda mais linda menina,
nordestina, atina...
Nascer no Maranhão
de lençois tão doces
que eMaranham a gente,
docemente,
tranqüilamente,
feito a mãe da gente.
Que Água e Luz
São as mais Femininas
das Maravilhas de Deus.
E depois de tanto Mar
aportar em outras (A)lagoas...
Não poderias ter outro nome
como este em que me abrandas
Não é Branca?
Tenho uma amiga linda
chama-se Carolina
que é daqui de Olinda,
Mas já aportou nas (A)lagoas
e agora reside em São Paulo.
Coisas, fatos, sincronicidências da vida,
querida,
que Jung dizia
que coincidências
não existem.
Beijo do tamamnho de toda brancura
em que em te reside, mesmo sob os céus tristes
de uma cinzenta e Desvairada Paulicéia
tão a cara do Mário de Andrade
escrevendo cartas para o Manoel Bandeira.
Quando vieres a Pernambuco
te levo pela mão
lá para rua da União,
Lá no Espaço Pasárgada,
"...Lá eu amigo do Rei..."
Um e mais um (a)braço de Mar pr'ocê.
SaraMar
Querida
Sede
Bem
VindaNa
Minha
Sede
De
Mar
Que
Sara.
Beijos absurdos,
Dora minha linda e queridíssima amiga em tão doces poesias.
Obrigada e obrigada pelos poemas... E Também, nordestinamnte Overmanas.
Grata, sempre!
Quero te pedir uma dica, ou mesmo grande ajuda:
Estou tentando postar algo e penso ter feito tudo certinho. E enviei, mas nada recebi de informação se a postagem foi bem sucedida> Acaso tem um tempo que fica "maturando' em algum lugr, antes de ir para a fila de edião?! Ou isso é imediato e eu simplensmente pedi a minha postagem?
Aduardo as tuas respostas.
bj
Primeiro quero concertar a minha gafe geográfica, que (A)lagoas é capital de Maceió, mas como estávamos falando em águas nordestinas eu misturtei as marés gesográficas. Só me dei conta disso na fila do Banco do Brasil :(
Fiquei de vergonha amarelinha,
me perdoa tá Branquinha?
Eu acho que mesmo o over sendo cheio de rique-fifi prá isso pra aquilo, você foi quem meteu as edições sem rumo na frente de um mundo bois que foram para o brejo.
Ou seja, a culpa é toda sua. O Over dessa vez não teve nada a ver com a relação que há do caroço do abacate na mesntruação da lagosta.
E como diria o Mago Raul Rock Seixas: "Tente outra vez..."
Beijos estaparfúdios,
Padárgada
"Vou me embora pra Pasárgada,
Lá sou amigo ro Rei,
Lá tenho a mulher que quero
na cama que escolherei(...)"
Branca
Eu queria me lembrar desta poesia
completa.
Mas é quie agora uma
outra presença me atropelou
as idéias, e eu sei que sei, mas agora deu um
branco na minha amizade com o Rei.
Depois eu te mando ela inteirinha.
Mesmo que tu me digas que já a tens.
Beijos conterrânea de re(li)gião.
Dora, eu tenho uma teoria que os nordestinos abrigam um gene diferente, que esparrama a mais incomensurável beleza pelomundo: o gene da poesia.
E você todo dia comprova essa teoria. Vou ganhar o Nobel...
Vim votar.
beijos
SaraMar
Eu te amo.
eu te indico querida
para o Nobel da Generosidade.
Linda.
Beijos,
Fico tão apaixonada contigpo... : )
Felipe
Cê tá me devendo de dizer quem é essa
tigresa de sorriso mel, aí do seu lado...
Tem nome não é?
É miragem compartilhada?
Tem vergonha na cara não, de me begar o nome da criatura?
Beijos, obrigada pela visita sorridente.
Olha, estou aguardando a poesia inteira, tá?
E estás votada querida!
Grande abraço com cheiros de Olinda!
OI...Dora, vizinha, rainha do samba e do maracatú... Dora,sua inexatidão mexeu cá... Abraços¶béns
analuizadapenha · Natal, RN 9/10/2007 05:43
Ana Luiza
Não só somos vizinhas querida, como também conterâneas.
Eu sou de Macau, passei 17 dias em Diogo Lopes mês de agosto passado. Eu sou potiguá de sangue e pernambucana do coração aos pés, que é preciso, para fazer o passo cantando "Pernambuco Você É Meu!".
Beijo grande, adorei uma conterrânea vizinha sorrindo aqui no meu quintal.
Beijos de quiijo-manteiga, gerimum e peixe na brasa.
Poesia de silêncio inexato, de construção inexata. Um construção exata.
Sem beijo, pois já ta faltando espaço de tantos meus....
Carinho do Higor
Dora.
sempre será incessante a busca pelo amor.
Com ternura.
Noélio
Higor, Noélio...
Cês dois são dois cavalheiros.
Adoro cavalheirismo...
Beijos por todos os espaços espalhados no que digo,
tá Higor?
E para Noélio uma ternurinha de amigo.
Dora
Seu texto é muito profundo. Adorei o jogo de palavras. Muitas vezes o que se quer dizer não necessita de palavras, o silêncio o diz de forma inequívoca, pois quando dizemos, corremos o risco de usarmos uma palavra inadequada, distorcendo todo o sentido de nossa intenção. Então o silêncio, um olhar, um gesto é mais significativo, sem erros ou riscos. Gostei da metáfora que usou neste poema. O mar é o meu diazepan, quando estou deprimido gosto de sentar-me de frente pra ele e observar o movimento de suas águas e o som de suas ondas quebrando na praia. As ondas levam minhas angústias e minhas depressões. É como se escrevesse com a alma, transpondo para a areia tudo que me inferniza e as ondas, qando varrem a praia, apagando as minhas mágoas e lavando a minha alma.
Parabens! estou dando meu voto, sua sensibilidade é inata e está à flor da pele.
Se tiver um tempinho veja minhas publicações. A opinião de uma poeta tão competente será uma honra pra mim.
Abraços
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