Sinto uma dor no peito,
Julgo sofrer de algum mal
Mas qual mal tão bem
Assim se instalaria
Quando na vida a calmaria
Entornou-se, fez querida?
E agora essa dor
Que me oprime o peito
Que me machuca a vontade de viver...
Essa dor que ora sinto no peito
Não é dor omissa em versos
É dor física mesmo,
Que empapuça a garganta
Com lágrimas não derramadas
Que entope as artérias,
Que se acumula em falsos reservatórios
Que não suporta e grita:
É o fim da vida inteira!
Como pode ser agora?
Assim, no quase!!!
Quase!!!
Que falsa dor é essa
Que ora se instala
Silente e grave
Na minha ausência?
poema
Há que se cuidar da Vida... Do Coração!
Bom estar aqui.
Um bom trabalho!
O ritmo é maravilhoso.
A cadência das frases o torna apetitoso.
E a linguagem simples e viva o torna acessível.
Bom trabalho
No é-terno,
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