imaginando
ilustrei imagens inimagináveis
inocentei indivíduos intragáveis
interpretei ironias incontáveis
induzi ibope implacáveis
instrui ignorantes indecisos
inventei industrias informais
impávido
invadi igrejas
incomodei ianques invasores
incendiei instituições israelitas
imitei indios imaculados
imobilizei imensurável ironia
informalmente
importo incensos indianos
idealizo ingredientes incomparáveis
investigo irmãs inocentes
irradiante
ilumino ilhas isoladas
inundando instantes interessantes
instintivamente
incito intifadas
Kais,
Para mim, é lícito falar, ainda que simbolicamente, da causa Palestina (ou de qualquer outra causa, desde que justa). A opinião das pessoas deve ser livre, contudo, como não é políticamente correto incitar o ódio e a guerra, assim de forma tão direta. Você deve contar com a reação dos leitores e dos opositores, de todos aqueles que se sentirem agredidos por suas palavras.
Acho que a tribuna do seu chamamento não é aqui, isto eu garanto. Vai segurar a onda?
Abs,
Spirito Santo,
Incitar o ódio e a guerra??? Intifada não é sinônimo de guerra ou ódio. Significa levante popular, neste caso, o levante da arte.
Agora, se mais gente vai interpretar como vc, a retiro. Não estou aqui para a guerra.
Abs.
E a censura já começou!!!
Há tantas outras coisas postadas aqui, que agridem a fé e o costume de alguns se levadas ao pé da letra. No entanto, sem nenhuma censura.
Agora, por se tratar da arte palestina, não faltarão censuradores.
Kais,
Menos, menos...
Foi só um toque, um conselho de ' mais velho', rapaz. A questão que me chamou a atenção não foi a intifada (a causa justa, lembra?), o problema é o 'incêndio às instituições Israelitas'.
No mais, você está certo, em parte. Concordo que há coisas aqui que agridem a fé dos outros, etc, etc. Alguns, são até vítimas de atos de censura sim. Sejamos francos, é humano que assim seja. Aqui não é mesmo o mais perfeito dos espaços, mas, você conhece um espaço melhor que este?
Censura é outra coisa, te garanto. O que eu fiz foi te alertar sobre o que, fatalmente, virá, perguntando se você pretende mesmo enfrentar esta polêmica que pode, inclusive, se configurar como censura, quem sabe? Aqui é um espaço colaborativo livre. Como controlar os atos de tanta gente? Política, Kais. é disto que falo aqui.
(Em tempo: Vi as belas fotos que você postou e gostei muito)
Abs
Spirito Santo,
eu lhe agradeço de coração pelo toque e me desculpa se fui ríspido. Mas, são poucas as palvras que começam com i, que possam ser encaixadas de forma que dê sentido.
Eu pensei o mesmo que vc, antes de postar. Mas, se no Brasil eu não puder expressar a minha arte, onde eu poderei??
Tenho certeza, que se eu escrevesse "incendiei instituições islandesas", ninguém se incomodaria. Assim como ninguém se incomodou quando escrevi "invadi igrejas".
Mas, se realmente, mais gente se incomodar, não quero brigar não...
Um forte abraço
Kais,
Um grande e forte abraço para você também e, não se reprima, valeu? Há sempre um caminho das pedras, para o destino que se quiser.
Palestino,
Penso país possível
Posição planetária própria
Pela Palestina posso pugnar
Pela paz posso pedir
Adroaldo, um forte abraço pra vc tb!
Parecemos Peter Pan perdendo pro pirata...
Pai,
Perpetuastes penitências pesadas, perdoai-nos. Perdidos permanecemos!
Plenos poderes possuem políticos pejorativos;
Progridem perigosamente.
Primeiro prometem: Pão, prosperidade, paz.
Para pequenos plantadores, prósperas plantações.
Para população: Polícia prestativa, previdência paga, professores preparados. Porém, pro povo podaram:
Paz, prosperidade, proteção.
Pois, para preto pobre, prisão.
Pequenas perdidas proliferam, para prostituição.
Preciosos patrimônios públicos, pouco pouparam.
Privatizaram por porcentagens participativas.
Por pouco patriotismo, perdemos!
Pasmos, pálidos, prosseguimos, por quê?
Pareço prepotente perguntando?
Persisto pela paz, pelo progresso.
Pequenas porções preparadas: picuinhas, pandemônios, pacholas, padecentes, padrastos, palermas, pancadarias, palmatórias, perfumes, peles, penúrias, pobreza, panelinhas, produtos paraguaios, parasitas, parricídios, patifes...
Pensamentos piores... psicopatas pensam. Perversos, persuadem, perturbam!
Pormenor, pérolas para porcos.
Pena... Parecemos Peter Pan, perdendo pro pirata.
Parecemos peregrinos pagando promessas.
Pestes, posições, privações, prelúdios, paixões platônicas, perseguições, pieguices, pilantras, pungentes, passamos pelo pior?
Pondera-nos, pujante pai!
Permita prevalecer paz perpétua.
Proíba profetas preconceituosos.
Palestro-nos polêmicos poetas, pois prosseguimos!
Prepare-nos para preservamos: plantas, pássaros, peixes, paquidermes, pessoas.
Pois, passeamos pelas praias poluídas.
Percebes Pai? Poupai-nos.
Parabéns Palestino!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 8/10/2007 17:20
Salve, Kais!
Às vezes dizemos coisas que não queríamos dizer por preguiça, pressa ou desleixo.
(Um levante não se faz sozinho ou, de dentro de um levante não se faz outro)
Algumas coisas deixamos de fazer de sacanagem. Outras por burrice. Tantas outras porque estão além de nossos conhecimentos. Outras porque sabemos demais. Às vezes falamos na hora de calar e o inverso também. (E a censura já começou...)
Há momentos em que nem deveríamos ter acordado. Outros deveríamos ter acordado todo mundo. Certas coisas só acontecem na porrada, outras acontecem uma porrada de vezes sem pedirmos. Em cota de negros só entram negros. Na KKK só brancos.
No jogo de amarelinha entram todas as cores. A arte brasileira está no Overmundo;
para brasileiros, sobre brasileiros e como os brasileiros vêm o mundo.
Às vezes mijar na calça faz parte do aprendizado. Na maioria das vezes o certo é mijar no vaso, de tampa levantada. Todo quebra-cabeça tem um assunto. As peças do jegue vão para o quebra-cabeça do jegue. Arte deve ser considerada como arte ou não é arte. Ser panfletário é poético, mas não é coisa de poeta. Quem é que quer bacalhau? Quem vai querer mudar de canal?
O controle é nosso, meu e seu. Só que tem regras...e isso não é censura.
"A arte brasileira está no Overmundo;
para brasileiros, sobre brasileiros e como os brasileiros vêm o mundo."
Amigo Rangel,
vc está sugerindo que somente os índios imaculados que imitei devem expressar no overmundo a sua arte?? Ou não é o Brasil formado por várias etnias.
Desculpa, quem está fazendo política é vc... e defensiva!
Ah! Na arte tudo é possível. Até um levante de outro se faz.
SOU BRASILEIRO, MESMO NÃO SENDO ÍNDIO!!
Kais Ismail · Porto Alegre, RS 8/10/2007 20:06
”Do rio que tudo arrasta se diz violento, mas não se dizem violentas as margens que o oprimem” (Bertolt Brecht)
Ofendem-se por dizeres em verso que instituições israelitas queimastes.
Quando isntituições palestinas ardem em chamas sob foguetes e metralhas, calam.
Sou brasileira. Sou mundana, planetária e humana.
E se há injutiça em qualquer lugar do planeta, Chê, eu grito!
Se o verso pode guiar alguém
eu grito:
Paz e terra para a palestina!
Paz e terra para a palestina!
Paz e terra para a palestina!
Outros estão ofendidos por associarem teu ratha ao que a televisão vêm mostrando desde 1968 como o símbolo do mal, primeiro a tragédia, com Arafat, hoje com a farsa criada dos Bush, com Bin Laden.
Se é véu de noiva
com grinaldas
numa Guarani,
como já vi aqui,
se lixam até riem
Roubam-me a alma
e pedem que ajoelhe e reze.
Livrai-nos do mal!
”Na luta de classes todas as armas são boas, pedras noites e poemas.” (Paulo Leminski)
Perdoem-me entrar em conversa de gigantes., mas fico me perguntando a sempre e constante pergunta: onde está a cultura brasileira na discussão?
Provoco, apesar de aqui não ser o lugar, porque este é um tema que traria rica discussão sobre como o povo brasileiro, que alguns querem dividir por raça, sempre acolhe todo povo, toda fé, de todo lugar, gente, que todos somos gente.
Querida Saramar,
a cultura brasileira é a formado com várias culturas. Querer calar uma delas, não é coisa de brasileiro.
Juliaura,
não havia me tocado que a ratha, num jovem simpático, poderia incomodar.
Era pra ser assim!
http://www.overmundo.com.br/banco/lugar-legal
Ah!
Eu canto o amor.
E qual é a pátria do amor?
O meu canto tem chão
O amor tem o coração
Ah!
Eu canto a paz.
E qual é a pátria da paz?
A paz eu canto daqui
Porque meus irmãos morrem lá
Ah!
Eu canto a terra toda
Desta que tem sabiá e encanto
Àquela em que a bala sibila
Do pássaro também quero o canto
---
Penso que Kais Ismail é um poeta que faz poesias no Brasil, Saramar.
Puxa!!
Fiquei sem palavras para agradecer.
Agora, imagina como era antes da Internet...
Oh! Kais, faz assim não, que antes da Internet eu ainda usava fraldas.
Agradeça fazendo mais versos, lá onde tu encontra as palavras.
Beijin.
Oi, Kais, que polêmica é essa??? Não me meto em discussões políticas, mas se "intifada" significa levante da arte, tô dentro!
Bjs
Corrigindo: levante popular.
Neste caso, da expressão artística, contra qualquer tipo de censura.
Querido Kais!
Dê uma lida no PARTICIPE e no AJUDA
PORQUE SE ISSO : "A arte brasileira está no Overmundo;
para brasileiros, sobre brasileiros e como os brasileiros vêm o mundo."
É COISA DE ÍNDIO talvez voce tenha que colocar umas penas e um cocar!
PS - Pra quem tá chegando agora, voce é muito mal educado!
Amigo Rangel,
lamentavelmente vc continua interpretando errado ou propositadamente distorcendo minhas palavras. Mas, se vc permitir, tb lhe amarei.
Abs.
Belo... poesia incitanto poesia... um salve para este estopim aceso! Que o estrago dessa bomba deixe pasmo os corações e entregues àquele pequeno momento de paz atônito que é lastimável por ser passageiro. Parabéns Kais! Abrçs
Marcelo Marzola. Leite · Curitiba, PR 10/10/2007 09:08
Sua imaginação rica acabou provocando uma intifada cultural no Overmundo! Parabéns!
CRIS
Agora vou só deixar meu voto, depois eu volto com mais calma amigo Kais.
Abraços.
Carlos Magno.
Amigo Marcelo, e que o BUUUMM dessa bomba, seja o som da união de nossos corações. Tambores pulsantes
Sorrisos marcantes
Me emocionei agora
Um forte abraço
Oi Lúcia!
E oq seria da arte sem a polêmica?
Beijos
Cris,
e que esta Intifada rompa o arame farpado da intolerância
Beijos
Amigo Carlos,
volte mesmo, pois a erva do meu chimarrão é de Venâncio Aires.
Um forte abraço
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