Não se importas com as pedras adiante,
Nem tampouco com o destino há pisar,
Ombreias, levando o peso dessa vida,
Segues em frente, invisível sem reprisar.
Do jardim, que não vemos, mas se sente,
Tu és a flor, o perfume e o espinho,
Espalhas teus encantos em mil faces,
Em pedaços de espelhos no caminho.
Mil sois, mil estrelas e mil luas,
Imagens repetidas pelo chão, rindo,
Dos perfumes que nunca embriagarão.
Invisível jeito de ser, vais omitindo,
Nesse jardim que nunca poderá será visto,
As mil faces, mil flores, e mil espinhos.
seguir em frente, sem importar-se com as adversidades. o poeta, indivíduo um tanto louco, um tando místico. ele desaparecerá e seu universo não será totalmente desvendado.
José,
Lindo poema e espelha uma verdade.
Só o poeta sabe dele,
suas poesias são sentimentos
sua alma é complexa, e ninguém
o desvendará por completo
bjs
alma complexa, difícil de desvendar. nem a musa inspiradora conseguirá.
Grato pelo carinho de comentar Poetisa.
um beijo e afeto Doroni.
SIlveira
Silveira, poetamigo: ainda bem que o sonho nos alimenta. Por isso, talvez sejamos as criaturas verdadeiramente loucas do planeta. Acho que sempre fica alguma coisa no espaço do poema. Não dizemos tudo. E desvendar pra que? A beleza do ser poeta reside também nesses mistérios....Gostei demais do seu poetar. Bjos de luz, Grauninha
PS: gosto muito da sua cidade. Toda vez que vou ao Rio, parte dos meus sonhos se concretizam quando eu atravesso a Ponte Rio/Niterói.
nem sempre é proposital, mas o poeta é um tímido irrecuperável, eu sou. nos escondemos atrás das meias palavras, nas entrelinhas, assim nos expomos de peito aberto e a poesia se encarrega de aparecer.
grato pelo carinho de comentar Poetisa.
um beijo e afeto Graça.
Silveira
Doroni, querida poetisa, grato pela visita.
um beijo e afeto.
Silveira
Acolho com alegria seu comentário. Grato pela visita Poeta
um abraço fraterno J.Alves.
Silveira
tua visita e voto provoca um sorriso de grande alegria.
grato Poetisa, um beijo e afeto Graça.
Silveira
Invisível jeito de ser, vais omitindo,
Nesse jardim que nunca poderá será visto,
As mil faces, mil flores, e mil espinhos.
Quem compreenderá o jardim de um poeta?
Nosso jeito, nossas formas, nossos apelos, e sempre uma interrogação a ficar!
Belo poema amigo poeta!!
difícil até pata nós, o jardim é um imenso moisaico meu amigo poeta.
grato pela vista e por comentar Rodria.
meu abraço fraterno.
SIlveira
publicado um maravilhoso poema.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 29/11/2008 08:28
ao Novo Poeta o meu sincero agradecimento pela vista e comentário.
fraterno abraço.
Silveira
Um poeta se vai e outros virão, a poesia continuará nunca desaparecerá e os mistérios do que se passa num coraçao de um poeta nunca serão desvendados
Beijos
enquanto o poeta for o âmago do mistério, a palavra se eternizará tendo como pano de fundo a poesia.
grato pelo carinho de comentar Poetisa.
um beijo e afeto.
Silveira
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