JAZZ
13: h sábado de pouco tráfego de veículos produzindo um monótono ir e vir chegamos ao apê do Chico Ornelas no Funcionários, em BH. Fomos recebidos pelo charme ligth da Dona Raquel e pelo metal de Miles Davis. Logo começamos a bebericar, a dois dedos de prosa.
Confortavelmente instalados, deu para escutar um velho álbum de Chet Baker, estrategicamente principiando com ”So what”.
Com a alma já assimilada pela egrégora da casa e enquanto se ultimava o regabofe, escutamos a mística de The Trumpet Player. Foi servida uma mandioquinha no capricho e fomos comentar o novo cd de José Eymard ‘Clássicos em Ritmo de Bolero”.
Apanhamos o coronel Tininho em seu apê no Baixo Santo Antônio e a lua foi acordada pelo blues de John Coltrane com “Slowtrain”. Apreciamos as gravuras de Georgino Junior, com a influência do forte traço do seu mestre Konstantin Kristof.
Em uma das gravuras, disfarçada pela genialidade do artista e embotada pela malícia de quem encomendou a obra, uma musa da nossa geração, com o seu cabelo de bruxa irlandesa. Não falo o nome nem que a vaca tussa! Muito embora Lê Caré tenha afirmado que o segredo é algo que é revelado para uma pessoa de cada vez.
Aproveitei o clima de magia “in blues” e junto com Dona Raquel discutimos o efeito iniciático, o tubo para o inconsciente de quem lê ’Alice no Pais das Maravilhas”. Tinin tomava scotch, Chico degustava o “rusarô” da boa cachaça “Canarinha” de Salinas e esse cronista tupiniquim, afastado dos prazeres de Baco, sorvia refrigerante com sofreguidão.
O delicioso almoço ultra ligth foi servido ao estilo clássico e eu e o coronel Tinin Silva repetimos a parada gastronômica. Fechamos com um café servido em conjunto de xícaras com gravuras de Miró.
Com a pança cheia, a alma diletante e com sintonas de coração partido pela já chegante saudade tomamos rumo ao apê de Tininho, para a segunda fase do encontro. Ao abrir a porta do oráculo deu pra sentir os duendes do coronel. Aí as nossas almas tomaram um rumo de cavalo manso...
Uma bem montada sala/estúdio onde dá para sentir a banda distribuída pelo ambiente (arte maior do Chico Ornelas). Após alguns experimentos, Chico nos colocou em posições estratégicas para melhor curtirmos a unificação do jazz na nossa alma plástica.
Tinin, como o dito de Kafka; como quem avança sobre a face da água, colocou o seu místico chapéu panamá para sacarmos os contornos distintos do jazz de Diana Kroll em Temptation. Deu para escutar numa boa o blues rondo de David Brubeck em Kathys Waltz.
Eis o traço, eis o laço! O jazz, o grande unificador transformando ralhas de arado em pontas de aço e ferindo os nossos corações, formando a junção das nossas almas suscetíveis. As reentrâncias do meu Eu foram preenchidas na plenitude.
Falamos ainda sobre a bruxa de Figueira. Falei de um amor que não consegui realizar e Tinin me passou uma citação de Willian Blake: “Aquele que deseja, mas não age, gera a pestilência.”
Assistimos o especial de um ano da morte de George Harrison.
Com a epiderme eriçada pelo frisson causado pela alma de metal da clarineta, as emoções em desalinho pela presença imprescindível e inevitável do outono, ouvimos Al Green – “How can you mend a broken heart” - e marcamos o próximo encontro para junho.
A crônica JAZZ é precedida da I Almoço Curraleiro de Belô e O Imperador das Alterosas. Elas expressão a trilogia do encontro que fizemos em belo Horizonte entre dias 15 e 18 de Abril 2010. São velhos amigos de infância e adolescência de Montes Claros, hoje sessentões e que se dedicam a literatura.
Prezados overmanos!
A CRÕNICA A SEGUIR TRATA DO ALMOÇO DE SERVIÇOS DOS ESCRITORES CATRUMANOS NA GRANDE BH.
I ALMOÇO CURRALEIRO DE BH
Sexta, 16/04/2010, l4 horas, Mercado Central de Belô, Restaurante “Casa Cheia”, considerado um dos três melhores da cidade. Tão lotado que, mesmo tendo sido feita a reserva antecipada pelo figuraça Felippe Prates, habituê, amigo diletante e figura muito querida da casa, ficamos por algum tempo acomodados nos corredores do excelente local, muito paparicados e bem tratados e só às 3 e meia nos instalamos à mesa e iniciamos por sugestão do “gourmet” Felippe, a degustação do tão desejado “Mexido Chapado”, campeão da Comida de Boteco. Uma delícia e sua fama é justíssima!
O ar da festividade ainda não transparecia e nós, os escritores da roça, Prates, Augustão Bala Doce, o notável, o “coronel” Juventino Silva, o galã, conquistador e degustador de louras de duas pernas, meu ex-cunhado Leonardo Campos, com seu sorriso de gato que comeu o canário do vizinho, já vivíamos ótimos momentos.
Integravam, ainda, nossa emérita patota o jornalista Alberto Sena Batista, detentor do Prêmio Esso de Reportagem, em sua discreta alegria, Chico Ornellas, o célebre, sempre polido, um mestre anfitrião e este cronista curraleiro, autor destas mal traçadas... Tomaz Capiau, ausente, foi chamado para depor urgente na Cidade Maravilhosa. Coisas da vida.
Uma aura de encantamento e recordações entre esses sessentões filhos de Figueira, portadores da semântica libidinosa do homem da roça Prates nos recebeu calorosamente e surpreendeu pela sua elegante barba estilo lorde inglês. Eufórico, pois em outubro irá para Stratford-on-Avon, terra natal de Shakespeare, na Inglaterra, a ilha da Rainha, a convite e estará sob a direção da primeiríssima especialista no genial dramaturgo inglês em toda América Latina, Bárbara Helidora, hoje com 88 anos, também famosa e rigorosa crítica de teatro no Rio de Janeiro, que há quarenta anos comanda um grupo do qual Felippe faz parte, de “estudiosos e admiradores da obra de Shakespeare”. Anualmente, o “Imperial Department of Art” do Reino Unido, seleciona e convida grupos semelhantes do mundo inteiro para encenarem peças de Skakespeare na terra do autor inglês, tudo por conta da Rainha e com polpudos prêmios em libras esterlinas para os melhores. Felippe lá estará, interpretando o papel título da peça “King Lear” com barba natural e na certa brilhará como rei, esbanjando talento e muita competência! Ele já incorporou o personagem e está a cara e o jeito do puro rei inglês!
A pedidos deu uma “palinha” e brindou-nos, no original, com uma fala do seu personagem: “A bebida trás três coisas: Nariz pintado, sono e urina. Ela provoca e “desprovoca”, porque dá apetite, mas prejudica o desempenho...” Leonardo Campos empolgou-se com a pose e o inglês cristalino do nosso artista e retrucou teatralmente, em cima do pedido: “To be, or not to be, this is the question!”.
O jornalista Joaquim Maurício, o Nenzão, participou emocionado do encontro em espirais metálicas, pela telefonia móvel. Falou um pouco com cada um e pediu empenho na divulgação do nosso livro “Éramos Felizes e Sabíamos”, escrito pelos sessentões montes-clarenses que participaram da festa de congraçamento ”Dois Pra Lá, Dois Pra cá”, em 2008.
O lançamento ocorrerá no próximo dia 04/06, no Bar Viena, em BH. Apresentei dois livros eróticos da escritora brejeira Amelina Chaves, Leonardo autografou seu excelente último livro “A Inacabada Família Humana”, para vários leitores. Segundo o renomado crítico literário Felippe Prates, o livro do Leonardo é uma obra prima! Evento curraleiro da mais pura emoção entre aplicadores do murrão da roça.
Felippe, Augustão e eu roubamos à cena contando causos do maior escudeiro de Moc, Zé Paraíso e do cabeceira Zé Amorim. Alberto e Ornellas quase não degustaram o petisco, pois riam às bandeiras despregadas... Desopilaram o fígado “opilados” pelo natural estresse da metrópole.
Foram comentados vários livros dos presentes que estão no prelo, e outros sendo escritos e Chico cobrou o lançamento dos meus, versando sobre a história e personagens da nossa terra e que estão de molho, aguardando patrocínio ou dinheiro “cash”.
Alberto falou do seu jornalismo nas Alterosas e da campanha que faz para devolver à nossa Praça Coronel Ribeiro o ar romântico e rococó dos anos 60.
Combinamos reeditar, duas vezes ao ano, outros encontros “lítero-etílico-libidinoso-gastronômico-tupiniquins” e, inicialmente, ficou marcada a próxima edição para outubro vindouro, em data a ser definida.
Vida longa aos inimigos, para assistirem de pé, a nossa glória!
Nós somos da roça, porém “très” chiques. Quem viver, verá!
Essa é em homenagem ao grande escritor mineiro Augusto Vieira Neto. Mestre e mentor da nossa geração! Foi meu cicerone e guia!
O IMPERADOR DAS ALTEROSAS
“Há bala que abala. Amargo, ferindo ao susto. Há Bala que embala. Doce querido Augusto” – Tico Lopes
Relata Eustáquio Tolentino que: “Não existe em BH ninguém melhor cicerone e anfitrião do que Augusto José Vieira Neto, herói tupiniquim, filho de Mercúrio e Vênus e afilhado de Baco. Que me perdoe Dona Maria Helena, sua mãe biológica!”
Foi meu mestre e guia em uma empreitada litero-etílica-luxurienta pelos portais diletantes de magia noturna da capital de todos os mineiros. Percorreremos em missão literal, trilhas de sofreguidão dos filhos da noite.
Iniciamos o maravilhoso périplo às 8 e meia no Restaurante Linha D’Água, recebidos pelo garçom Vantuil, personagem das crônicas do Bala. Fomos servidos por dois garçons: Carlinho, de Porteirinha, e Raul, galã argentino oriundo do bairro La Boca, da Buenos Aires de Perón e Evita.
Curtimos o piano de Vicente e a bossa de Lívia que nos brindou com “As Time Goes Bye” e “Close to You”. As passarelas da casa já fervilhavam com a presença de executivos e o desfile de manequins e modelos. Predominavam as louras e blondes, além de algumas morenas de arrasar quarteirão. Só em nossa mesa de abertura havia quatro louras aquarianas estilo madame Chanel e bocas de volúpia.
Augustão, por onde passa deixa uma multidão de admiradores e amigos. Na casa já imperava a lei antifumo para desespero dos aficionados. Dali, rumamos para o Primo Prima Prime, há mais de quarenta anos sob a batuta do mineiríssimo Otávio Clementino, o “Rei da Noite”. Na casa, muitas celebridades do mundo das finanças com seus bolsos barrufados. Em destaque, Wanderley Luxemburgo, técnico do Galo e amigo do Bala. Abafou, sendo paparicado pelos inúmeros admiradores e admiradoras, que flechavam em cima. Deu o maior “frisson” e a boate fervilhou como um “night club da Broadway”. O “scotch” Buckanas correu solto, as luzes vestiram roupagens de penumbras e os desejos se manifestaram explícitos.
O Grupo Retro, com Eustáquio Augusto e o suingueiro Gilson Cruz encheu a noite de bossa e balanço.
As emoções subiram e as feras do Eu, contidas pelo social, se manifestaram. Ficou tudo planificado, a galera cantou, dançou e rolou na pista sintecada. Foram dados amplexos entre côncavos e convexos. Ósculos úmidos, selados ou sugados entre lábios que se buscavam na amplitude inusitada da noite de magia.
Às cinco da matina Augustão deu uma canja num moderno piano de cauda, tocando músicas de Noel Rosa e tendo como “crooners” Otávio Clementino e Wanderley Luxemburgo. As almas se tornaram afins e o embriagado coro dançou e cantou uníssono.
Estava aberta a porta que nos separava do vazio opressor da metrópole. Ao longe, as formas simétricas e desencontradas dos espigões de concreto armado, a fuga esmaecida das cores desgastadas, o baticum frenético dos veículos destramelados que ferem o vão entre os sólidos edificados. Os tentáculos da sobrevivência já nos abraçavam, sentia-se um clima de outono ainda imprevisível.
Na face, uma mancha “rouge” de baton, um fio de cabelo feminino entre os dentes e o palato, uma fragrância de perfume embriagador no cangote moreno, o sabor da epiderme dela, com um leve traço de “scotch”. A alma refletida no olhar embriagado...
A porta do carro é aberta, surge uma mão com os dedos entrelaçados apoiados em uma na coxa quente. Há um beijo sugado, uma entrega, uma súplica de amor bandido!
Do rádio portátil do segurança da boate ouvimos um resto de tango, um fundo musical embasando a saudade do momento perpetuado nesta crônica.
O IMPERADOR DAS ALTEROSAS
“Há bala que abala. Amargo, ferindo ao susto. Há Bala que embala. Doce querido Augusto” – Tico Lopes
Relata Eustáquio Tolentino que: “Não existe em BH ninguém melhor cicerone e anfitrião do que Augusto José Vieira Neto, herói tupiniquim, filho de Mercúrio e Vênus e afilhado de Baco. Que me perdoe Dona Maria Helena, sua mãe biológica!”
Foi meu mestre e guia em uma empreitada litero-etílica-luxurienta pelos portais diletantes de magia noturna da capital de todos os mineiros. Percorreremos em missão literal, trilhas de sofreguidão dos filhos da noite.
Iniciamos o maravilhoso périplo às 8 e meia no Restaurante Linha D’Água, recebidos pelo garçom Vantuil, personagem das crônicas do Bala. Fomos servidos por dois garçons: Carlinho, de Porteirinha, e Raul, galã argentino oriundo do bairro La Boca, da Buenos Aires de Perón e Evita.
Curtimos o piano de Vicente e a bossa de Lívia que nos brindou com “As Time Goes Bye” e “Close to You”. As passarelas da casa já fervilhavam com a presença de executivos e o desfile de manequins e modelos. Predominavam as louras e blondes, além de algumas morenas de arrasar quarteirão. Só em nossa mesa de abertura havia quatro louras aquarianas estilo madame Chanel e bocas de volúpia.
Augustão, por onde passa deixa uma multidão de admirador
meu irmão raphael reys, estou nesse jazz uai, e viajando também nesse balão.
me sinto presente nesse regabofe raphael e por favor, para mim apenas alguns licores.
no domingo, depois que nos despedimos na feira de artesanato e fui na banca da academia jurássica e trocamos alguns dedos dedos de prosa, eu, o tião abiceu, o wanderlino arruda, o aroldo apareceu depois e também o beto rey. linda como sempre estava a dóris araújo.
abreijo meu irmão.
salvador aguarda alguém?
Ah!! Meu amigo reunião de amigos sao sempre bons.
Beijinhoss mieneiros.
bom post, meu querido!!
Abraços pra tí
Aos poucos as pessoas estão se encontrando...
Um beijo !
Caro Jurandir!
A Dóris já nasceu linda. Ainda uma musa aos cinquentinha! Beleza a sua presença na feira!
Marília Caboni! Os beijos são meus, ninfa encantada!
Ilia! Q
Ilia! Irei pessoalmente a selva para receber os beijos morenos! Estou carente!
Jose Cralos! Obrigado meu caro!
Léia! Agradeço a sua energia!
Alcanú! O jazz é o grande unificador!
Meu anjo
Quem sabe um dia não possa participar desses encontro??
conhecer,ver ou rever amigos é sempre muito prazeirozo
Amei as fotos
Um beijo grande
Acredito nos encontros e nos reencontros.São saudáveis.
Cezar Ubaldo · Feira de Santana, BA 29/4/2010 14:41
Ailuj! No próximo em Junho lhe convidfarei. Será em BH e três dias de festas! Mnado recado!
Cezar Ubaldo! Nada como os " momentos"!
Isso que é programa cultural, ai é que aprendemos e cultuamos a delicia de um jazz de um blues e outras maravilhas do cancioneiro mundial.
E S P E T A C U L A R!!!
Dá até inveja....
Kfarias! Axé pela sua presença e energia meu caro overmano!
raphaelreys · Montes Claros, MG 29/4/2010 19:02
vc escreve com maestria....como a compor um jazz.
ricamente.
mas ca entre nós.... é mto texto lamore! to lendo em partes.......aprendendo sempre mais de ti.
bjsssssss e lembradeu.
ahh esse amor que nao conseguistes realizar sou eu??
hahahaha qto a pretensao a minha não? rsrss
bjssssssssssssssss em ti mineiro arretado.
Raphael, que maravilha este reencontro com amigos dos anos de ouro. Demonstraste, claramente, o valor e o quilate daquele grupo a qual pertenceste e que hoje ainda brilha e pulsa a cada encontro. Adorei. Bjs
LadyQueiroz · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2010 21:57
Uau, quanto estilo! Assim, com esse jazz e esse regabofe todo, não há pestilência que guente!
Inté eu, mais bobo.
abraço
O meu minerin, mais beijus para vc entao.
Beijuss
Raphael,
que legal um encontro assim...
amigos são eternos
bjs
Descrever melhor que isto, só se for em " 3D "...
Parabens,
abraços
raphaelreys · Montes Claros, MG
JAZZ
Um Encontro de Bambas. Um Momento dos Mestres colocarem as conversas em Dia.
Também se faz o entendimento para novos encontros onde se louva as Amizades que tanto Honram esses Veneráveis caminhantes das Lutas da vida.
Lembrando e escrevendo mais História.
Parabéns .
Abração Amigo para Todos.
Cláudia! Faço tudo o que você manda!
Lady! Nos conte do seu grupo minha cara!
Vasqs! No próximo você será convidado!
Ayrumam! Axé meu caro overmano!
Ilia! Estou tonto de tantos beijos! Adorei sua foto no over! Colei na tela do meu PC e fico olhando a profundidade dos seus olhos!
Doroni1 oBRIGADO PELA ENERGIA!
vICTOR! o PRÓXIMO SERÁ EM 05/JUNHO. vOCÊ RECEBERÁ O CONVITE!
Azuir! Obrigado pela sua sempre presaença!
Cláudia! Gostaria de receber esses beijos e amplexos!
raphaelreys · Montes Claros, MG 4/5/2010 14:16
Pois é, que vontade que voce promovesse um encontro desse quilate em sp. Confesso que fico assim cheio de saudades do que não conheci.........
abraço
andre
André Péssego! Em SP o encontro deveria estar em maõs como Alcanú, Cíntia, Joe. Fica a sugestão aos mesmos!
raphaelreys · Montes Claros, MG 11/5/2010 07:37
Gostei, principalmente do clima de jazz e amizade..
parabéns..
De ALL GREEN eu só conheço THE AND.De Belo Horizonte senti saudade, embora isto me pareça o tanto quanto meloso sentir saudade.É uma viagem.É bom e eu gosto.
camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 18/5/2010 16:24
Toché! Obrigado pela energia meu caro!
Camuccelli! Nada como uma saudade!
quero mais de voce, meu Rey´s!
bjsssssssss;
Jazz,Blues,fiquei encantada..é minha prais...Parabens.abçs.MMarins
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