La Boca
Um lábio cantante
Encanto da boca
É mesmo hilariante
Há um Bate–boca
Boca que bate
Na boate da boca
Bebe-se o malte
Beija outra boca
Se diz disparate
Ela parece uma louca
Febril e dançante
No bairro da Boca
Buenos Aires sem a boca , é como o Rio sem Copacabana ... E na Boca a noite habita todos os seres .
muito bom boca com boca, parabéns e depois eu volto.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 23/12/2008 15:56
Interessante trocadilho,
o bate Boca na boate da Boca deve deixar de Boca aberta...
Não conheço La Boca, mas tive uma prévia por aqui.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 23/12/2008 20:12Revi La boca em teus versos. Revi Senõr Tango en La Boca, com aquelas bocas frenéticas e labaredas em flor. Abraços.
Juscelino Mendes · Campinas, SP 23/12/2008 23:40
Apreciando e confirmando voto.
"Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que sai da sua boca, isso é o que contamina." Mateus 15:11
Abraços. jbconrado
Toda metrópole tem a sua La Boca! Votos e votos de Boas Festas!
raphaelreys · Montes Claros, MG 25/12/2008 17:23
Ivan Cezar · São Sepé (RS)
La Boca
Temos de exaltar estes recantos queridos nem que seja falando de boca em boca e, quem tiver com seu amor por perto que de um beijo na boca.
Amor é amor e tem de sem em todo lugar.
Parabéns.
Abracáo Amigo
Ivan, vc me deixou de boca aberta, parabéns!
Interessante o jogo de palavras, a boca acho que é um termo muito expressivo, vou deixar um trecho de um texto meu sobre a boca para dialogar com o seu:
A tua boca é fruta fresca não colhida
Andando por aí sem embalagem alguma
Conservando em teu rosto a boca na vitrine
Olhando eu daqui, vejo ela passear sobre os pilares
A boca dança, e a boca fala, a boca pergunta, e os olhos se espantam
O rosto mostra as rugas do sorriso, e depois a cara de bravo vem,
A boca anda solta, solta pelo mundo como filho sem pai,
Como bicho que foge do circo
A boca ameaça e desencadeia desastres, lágrimas, murmúrios,
Lástimas, gritos, sorrisos e até suspiros
A boca anestesia, anda sobre teu pescoço, dançando sobre teus pés,
A boca não sossega, mas machuca.
E ela anda solta, e eu ando presa,
Há vários carnavais já não durmo
A boca desmonta, fascina, zomba de mim.
Sentada, olhando pra ela,
Não resta cheiro, sabor, é o meu fim.
A boca que tanto berro com ela, que finge saber,
Quanto desejo cerca-te o queixo
Quanto desespero louco, desvairado te mira os lábios
Não traduzindo tanta loucura num beijo...
Grato pelos comentários.
Estou de volta, após dias fora ...
... Belos versos Jô !
La Boca -um lugar diferente
Próprio!
Gostei do jogo de palavras
Um beijo pode ser o começo e o fim de tudo...
- Ivette - que seja à moda estabelecida no poema BEIJOS que está no Banco ... regado à vinho tinto ... chileno !!!
- Minha adorável Júlia - Grande verdade e um Feliz Natal !!!
Votando felizzzzzzzz!
Feliz 2009!
Beijos daqui,
E de boca em boca chamas ardentes... belo poemeto!
votado!
feliz 2009
bjsssssssss
Revisitando com um abraço e Feliz Ano Novo, Ivan.
Juscelino Mendes · Campinas, SP 27/12/2008 23:08
IVAN,
LA BOCA "CALIENTE"
VOTADÍSSIMO!
Teu poema nos faz:
Olvidar del mundo...
Estoy conocendo
otras dimensiones!!!
2009 inspirado en el amor...
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