LÂNGUIDA VIDA
Um copo caído: Estilhaços.
Um corpo caído em pedaços.
Músculos minúsculos.
Vida medíocre retalhada.
Como o copo! O corpo!
A alma! Qual ao copo!
A lama lá, quão poço!
Numa réstia de razão
Num resto de reflexão
Cacos, estilhaços, destruição.
Elos de um cordão
Pedaços de desunião
Avançam sem ligação
Tantas mentes sem coração
Passa o tempo e a multidão
Lança olhares sem compaixão
Aos cacos e ao corpo roto no chão
Adorei, Robert. Seu poema traduz muito bem a violência que vivemos nos dias de hoje.
Abçs.
Marcio Obrigado pelo comentário.
Se fosse possível fracionarmos a violência acho que a indiferença seria uma das piores frações deste grande mal que assombra nossos dias.
Parabéns seu moço.
Bom poeta como sempre.
Abraços.
Grande Mestre!
Só posso me sentir lisongiado e muito agradecido. Abçs.
Muito bom, Robert!
Meu aplausos a você e ao seu poema!
Abraço!
Esse é o meio retrato da nossa sociedade, que só não é todo violência, por causa da poesia, que esmaece suas doidas poses com seus versos de amor e clamor. Valeu Robert, bela leitura!
Saudações Cordiais.
Grato, Carlos e Dubem!
(Baianidade no overmundo) representando com muita propriedade novas e diferentes faces da maravilhosa cultura soteropolitana. Abraços fortes a vocês.
Real e atual.
Parabéns, Robert.
"Lança olhares sem compaixão
Aos cacos e ao corpo roto no chão"
Vida banalizada... até onde poderemos ser chamados de humanidade?
Dá~lhe, Robert!
Um instantâneo da violência e do descaso. com todo o ritmo do bom poema.
Valeu Osvaldo!
Vez por outra temos que ser Reais, nus e crus.... Abçs.
Grande Rangel!
Mestre Pantaneiro. obrigado por sua visita.
Todos hoje somos uma fração de centavos... amanhã, quanto valeremos? será que valeremos um olhar? Abçs.
Brigadão Zéduardo. Abçs.
Nossas vidas passam tão rápidamente quanto um piscar de olhos...
Temos que atentarmos para nos mesmos... e as vezes nos equecemos...
Alô, Roberto!
Eis-me de volta, tendo a grata satisfação de ler um poema tão belo, tão bem construído, num inteligente arranjo de palavras. Um abraço.
Alô Remisson!
Agradeço a visita e o comentário.
Um abraço!
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