Lembro-me de ti, a cada passo,
normalmente, na hora do relax.
Tua imagem toma várias formas.
Ofertou-me, tua voz, belos fluidos...
Tuas idéias, já preciso delas.
O tempo, já passado, sem ti,
começa a esvaziar-me, sem dó,
quedo-me a buscar-te, com força,
sinto-te, mas não te escuto.
Onde estás?
Que fazes?
Ó imagem idealizada e existente, por mim,
atende, rapidamente, a meu apelo
e verás, do quanto sou capaz de conservar-te.
Teresina, 21 de julho de 1982.
(Do livro "Caminhos", Teresina, 1986, página 57.)
© Direitos reservados.
Lembro-me de ti, a cada passo,
normalmente, na hora do relax.
Tua imagem toma várias formas.
Ofertou-me, tua voz, belos fluidos...
Tuas idéias, já preciso delas.
O tempo, já passado, sem ti,
começa a esvaziar-me, sem dó,
quedo-me a buscar-te, com força,
sinto-te, mas não te escuto.
Onde estás?
Que fazes?
Ó imagem idealizada e existente, por mim,
atende, rapidamente, a meu apelo
e verás, do quanto sou capaz de conservar-te.
Teresina, 21 de julho de 1982.
(Do livro "Caminhos", Teresina, 1986, página 57.)
© Direitos reservados.
OLÁ BOM DIA...É UM BELO POEMA, UM BONITO TRABALHO!!! PARABENS... !!!
DECRÉPITA BÚSSOLA · Caçapava, SP 2/6/2011 09:04
Adorei teus versos!!
Essa busca incessante de algo que idealizamos, é uma tortura só.
Abraços
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