Embota-se muito os sentidos lendo receituários para doenças que não existem.
Fecham-se cortinas
quando abrem-se os olhos para as noites
que se costuram sem anerstesia
aos nervos do tempo
Plug-e-play,
o coração conexa-se aos nãos e siNs
que lhe devoram o aço
e concreto
armados sobre o sonho de castelos de areia
e diamantes.
Conversas, telepatias,
e-mails, sinais de fumaça,
falas e ditos invisíveis com forças que só existem
porque acreditamos nelas.
[...]
Como a praia,
deixemos a onda bater,
o ouro correr no sangue, vibrar
o sentido virando-o do avesso a alma
embebida em letras, bons ventos
e chás.
poema escrito na página da poetisa Regina Luna, na poesia Mulher da Vida (ou... simplesmente mulher).
Como a praia,
deixemos a onda bater,
o ouro correr no sangue, vibrar
o sentido virando-o do avesso a alma
embebida em letras, bons ventos
e chás.
Muito lindo!!!!
votadissima!
beijos
André, que jogo quente de palavras ...
E o final, 'e chás' é lindo ...
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