Em noites de lua cheia, quando o próprio céu em seu negrume convida os homens à perdição, ela surgia para contemplar a escuridão. Não que fosse filha do caos, era apenas a ausência da ordem. Emergia da terra, tão quente quanto o seu corpo e farejava o que pudesse saciar sua vontade, aplacar sua fome. Não caçava bichos, ou melhor, caçava os mais perigosos e ao mesmo tempo indefesos desses, o homem.
Queria avisar ao queridos que me prestigiaram, lendo "Lilith", que só postei aqui a 1ª parte desse conto. Em breve postarei o final. Beijos!
Rita Alves · Rio de Janeiro, RJ 23/8/2010 17:23
Nem precisa !
Você conclui tão bem a idéia aqui !
Um beijo !
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