No jardim,
ouço o clarim, temperança.
Soando louvor, anunciando amor,
que clama, reclama, no som e olor...
que envolve,
devolve toda a esperança.
Esperança dança a valsa do mundo.
Motivante coração palpitante;
tentando ser racional a qualquer instante;
driblando a fantasia
do amor profundo.
Ternura? Loucura? Que, saberá?
Como definir a sensatez?
Aos amantes jamais descrever caberá.
Porém, no jardim vejo-a assim...
Em suavidade de gestos angelicais,
demonstrando que o amor jamais terá fim.
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