A lua diurna
É uma saudade noturna
Que recaiu manhã adentro
É uma vontade de sem fim
Pelo encontro estendido
Sob o céu negro e protetor
É uma beleza fora de lugar
Cheia -ou crescente- de verdade e desjeito
Como o sorriso de um cego
A lua diurna
É o emblema definitivo
da paz espirituosa dos filhos do amor
Também já me assolou a imagem da lua no dia... uma saudade noturna... belíssimos versos... parabéns!
edujr · Mineiros do Tietê, SP 30/7/2007 23:10
Caro Benny,
Obrigado pela presença e palavra fraternas.
Abraço,
Aldo
Caro edujr,
Poucas manifestações a respeito de um escrito devem ser mais revigorantes do que aquelas que indicam que seu contéudo ou sua forma já habitaram o imaginário do leitor...
Obrigado,
Aldo
aldo, como se não bastasse os textos, agora ataca com estas imagens de encher a alama, abraço, andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 31/7/2007 22:10
Caros toOT41, A. e Saramar,
Obrigadão pelo comentário sucinto e eloqüente; pela presença e abraço calorosos; e pela intensidade dupla do advérbio, respectivamente.
Abrações,
Aldo
que lua mais linda!
linda sua poesia!
abraços
Francinne
Cara Francinne,
Obrigado.
Se me permites uma pequena edição no teu carinhoso comentário:
"que lua mais poesia..."
Abraço,
Aldo
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