Imagine um boato de rolar de rir
E ver, sim, árvores de tangerina
Com marmelada cascão da cor do céu
E algúem te chama do alto da serra
É Lúcia dos olhos de arco-íris
exibindo na cabeça alterosas brasilinas
Pisque e ela já se foi levando o sol
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
Ah, sim, ela também vai para o céu
Siga-a até o córrego, vá ao Tororó
Aponte os carreteiros em cavalo-de-pau
comendo gelatinas e empadões
Sorrindo para ti, que ri boiando à deriva
Passando por flores, aquelas flores
crescidas da noite para o dia altíssimas
Passam táxis anunciando que te vão levar
E longe, já de garupa, a cabeça nas nuvens
Você está desaparecendo, um balão de ar
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
Imagine-se no trem para Mariana
Ouro Preto e cantoria no espelho
De repente, breque de torniquete
É Lúcia com olhos cor de arco-íris
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
É Lúcia na Serra de Diamantina
Iniciando sua votação , parabéns pelo excelente trabalho . Beijosss
delen · Cotia, SP 28/3/2009 19:15
Ah! As alterosas. São dezoito e trita. Que bom seria um pão de queijo.
Votado. Ivette G M
qualquer cópia é meramente semelhante... existe o diferente da hora,
existe a tonalidade da tinta...
belo texto
beijo,
Poema que Mansur poderia musicar, de prima!
Boa!
Que doideira.......q viagem !
bjssss;)
Seguir viagem é já uma aventura,
imaginen na companhia d'ocêis,
que doce ventura!
Demais di lindo é, saibam.
Gratinada fico eu,
feito Lúcia
no céu com diamantes.
Ridente, mando os beijos meus.
Juli,
Algo em comum. Vi uma Lucia destas por estas mesmas brenhas (uma que pitava um pito, na roça do Makemba, lembra ?)
Me lembrei também que no meio do caminho desta Lucia havia um arco-iris, havia um arco-iris no meio do caminho. E era numa terra onde tem diamantes de sonho e de realidade.
(Sei lá como é que pode? Este papo ficou meio 'Lucy in the sky with diamonds' este papo, não é não?)
Abs
Me senti transportando aos meus tempo de infância por conta da atmosfera irresistível dos seus versos...
Ah, sim, ela também vai para o céu
Siga-a até o córrego, vá ao Tororó
Aponte os carreteiros em cavalo-de-pau
comendo gelatinas e empadões
Sorrindo para ti, que ri boiando à deriva
Passando por flores, aquelas flores
crescidas da noite para o dia altíssimas
Passam táxis anunciando que te vão levar
E longe, já de garupa, a cabeça nas nuvens
Você está desaparecendo, um balão de ar
Parabéns!
Votado.
LSD perfeito
ando de poucas palavras mas
essa viagem na sua poesia
uma melodia gostosa...
bjbj
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