A primeira história aconteceu comigo. Palavra que não tive medo, mas
pra qualquer pessoa que eu conto, ela (a pessoa) se arrepia toda.
Eu trabalhava em um lugar que funcionava no Setor de Ãreas Isoladas
Norte, em BrasÃlia. Pelo nome, dá pra perceber como era o local.
Como o trânsito na hora da saÃda sempre fica engarrafado, costumava sair um
pouco depois do expediente, por volta das 19h30. Então, o prédio
ficava abandonado e com poucas luzes acesas.
Estava eu sentado de costas para a porta, quando senti aquela lufada
de vento. Minha sala não tinha janelas, por conta do ar condicionado.
Olhei pra porta, e ela estava fechada.
Aproximei-me do balcão da recepção, e nada ainda.
Debrucei-me sobre ele, e havia uma criança agachada, olhando pra mim.
Dei um passo pra trás e pensei: "vou olhar novamente, se ela NÃO
estiver mais lá, a partir de hoje passo a acreditar em fantasmas".
Olhei de novo e ela continuava lá, calada.
- "Oi", eu disse.
- "Oi", ela respondeu, agachada.
- "Tudo bem?", perguntei.
- "Tudo".
- "Você me assustou", disse eu à menina.
- "Você também", ela respondeu.
- "O que você está fazendo aà agachada?"
- "Estou escondendo da minha mãe que está ali, na sala ao lado".
-"Ah tá. Então acho melhor você voltar pra ela, porque estou indo
embora agora, ok?"
-"Ok!" E só então ela se levantou e saiu.
A segunda aconteceu com um conhecido meu, já maior de 60, que mora
na roça, no interior de MG.
Como todo homem que cresceu numa fazenda, não costuma ter medo de
nada, exceto, talvez, de agulha e dentista.
O local onde ele mora não tinha energia elétrica na época do ocorrido.
Várias pessoas da região - inclusive o filho mais velho e o compadre
dele - haviam relatado a aparição de um velho barbudo, todo branco.
Foi quando, numa noite nublada e sem lua, os cães começaram a latir do
lado de fora da casa.
Ele saiu pra ver o que era, mas não viu nada.
Os cães começaram a latir mais, raivosamente.
Por fim ele gritou na direção que os cães latiam, ordenando: "Quem tá
aÃ, sai agora!!!"
Na mesma hora ele sentiu "uma coisa" passando por ele, como um vento
forte, mas não era vento, porque ele conta que "aquilo" o atravessou, de maneira que fez ele arrepiar todo e cair no chão!
Quando ele conseguiu se recompor, levantou rapidamente e se trancou na casa.
No dia seguinte, chamou uma benzedeira pra rezar lá.
Desse dia em diante, a aparição deixou de atormentar os moradores da região.
Lufada de vento é algo que dá medo né? Sempre que tem escrito "lufada de vento", já dá aquele arrepio na espinha.
De vez em quando passa alguma lufada de vento por aqui, rs... parabens!
Sinvaline · Uruaçu, GO 5/3/2012 19:16
Goestei da lufada, por aqui também tem.
Aproveito para pedir una lufada de zói no mes testo. "A ressaca'. Fico agradecido
Gteixeira
Hehehe as lufadas de vento aà são mais fantasmagóricas que aqui hein Sinva! Agradecido!
catengo · BrasÃlia, DF 6/3/2012 08:34
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