LUZ DOS TEUS OLHOS
sei do teu cio, pelos teus olhos opacos.
conheço quando explodes mãe-natureza.
a mata esconde o rio em seus buracos,
o seu manto não domina a correnteza.
verdes, brilho vivo de vivas esmeraldas,
olhos - roubaram céus - mares azuis reais.
refervidas rubras lavas, já águas caldas,
olhos-mestiços teus castanhos pedem mais.
chego mais perto e teus olhos me acendem.
se tu queres que me queimem, eu mais demoro.
sei que me decifras, sentes que te devoro.
assim nossos olhos na tenda se entendem.
- chama e óleo na noite seda em que desperto
... sendo sede ... sendo senda, sou deserto!...
Marco Bastos
Salvador - Bahia
Pela luz dos olhos teus
(Tom Jobim)
Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
.............
Professor, seu texto esta exelente, mas sofre uma concorrência dos belos quadros pintados por este poeta pintor, ou pintor poeta, porque e barra pesada dizer qual e melhor. Pô meu, ce arrebenta apresentando este trabalho que me faz deter nas pinturas muito decorativas tambem, enfim tudo muito bom, parabens e tenho certeza vai pras paradas...abraços
victorvapf · Belo Horizonte, MG 1/5/2008 01:24
Uau... faltou fôlego...pra chegar até o final...
...taça que transborda licor exuberante e sensual...
Uau...
__Talvez na outra fila... eu consiga comentar melhor... ahahahah...no momento estou ligeiramente embriagada...ahahahah....(quem pode concorrer com as amêndoas a verde-azuis dessa moça! Jogo desleal...)
Beijos
Os olhos quando se encontram... Linda tua composição!
A definição das cores, foi uma das mais bels que li...
beijos
Olá, Victor.
Obrigado pela presença e pelo comentário que me incentiva.
boa noite.
abraço.
Olá, meu pai
Belíssima esta sua poesia. Como já se diz por aí, os olhos são os espelhos da alma. E os seus versos espelham os olhos da natureza, que ao mesmo tempo podem ser os olhos da amada. Pupilas que revelam, e ao mesmo tempo escondem tantos mistérios, tal qual a famosa esfinge.
Parabéns!!! Vou ler a crônica...
Abraços poéticos
Olá, Cherry Blosson. Espero que o estado etílico/idílico dessa madrugada não tenha obscurecido o fulgor da manhã que ainda nascia. rs. E que o teu dia tenha sido iluminado por sóis de ternura e pelos arco-íris oníricos que traçam parábolas nos céus. Vou aguardar quando for a hora da próxima fila para saber como tudo se acomodou no silêncio do dia. rs. enquanto eu aqui pensava se são melhores as amêndoas_verdes ou as tâmaras dos desertos. rs.
beijos. obrigado.
Olá, Tita. são mesmo muito bonitas as faíscas verdes das esmeraldas e o azul marinho que se materializa nas águas buliçosas do mar. Nesse encontro de cores há águas que fervem como se fôssem lavas do vulcão que há em nós. E tudo é uma questão de ter olhos de ver e de enxergar esses cânticos que soam nesse lindo Planeta.
obrigado e beijos.
Olá, Gustavo. É um prazer ler seu comentário e fiquei feliz por um poeta do seu quilate ter admirado esse soneto. A Natureza normalmente nos fala verdades quando nos abrimos para escutá-la.
abração.
Marco querido poeta,
Belo soneto cravas na menina dos olhos...
Como fonte inspiradora pro_ssigo
escrevo poetrix para tua sexta...
Diante da beleza dos versos
o quadro é coadjuvante.
rs...
Beijos,
Regina
A LUZ DO OLHAR... - Regina Lyra
consome e acerta
a seta do cupido segue
sintonia sem olhar é deserto...
Obrigado, Regina,
pelo comentário e pelo belo poetrix que respondo:
A LUZ DO OLHAR... // COADJUVANTE
Regina Lyra // Marco Bastos
consome e acerta // no deserto as pegadas
a seta do cupido segue // entre as estrelas e a areia
sintonia sem olhar é deserto...// - olhar entre dunas escuras - só a Lua-cheia!
beijos.
Marco.
.
Beijos, querido Marco!
Regina
L
U
A
C
H
E
I
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1)
Marco!
Dificil escolher o que é mais bonito: a tela ou poema.
Ambos, magnificos!
Bjs.
OLHOS AZUIS DA COR DO CÉU, DO MAR, DA ALMA LIMPA...
E NO OLHAR QUE TUDO COMEÇA, UM DIA FINDA, MAS ESTAMOS AÍ...
AMEI ESTA "LUZ DOS OLHOS TEUS "...
caro marcos, seu soneto encanta do começo ao fim... telúrico, ao falr da mãe-terra natureza, deusa gaia a nos conceder seus dons, lírico, canta este permanente estado de amor entre o ser e a natureza que exp0lode em cores e formas, erótico quando traça o paralelo entre a natureza e o sentimento humano de deslumbramento, tecendo e pintando em cores reais e imaginárias as sensações do poeta... e lindos jogos de antíteses, ser sede, ser deserto, ser sendas abertas... Um soneto ao mesmo tewmpo clássico e moderno. Parabéns, grande poeta, por obra tão inspirada.
danlima · Brasília, DF 2/5/2008 20:37
Prof. Marco.
É maravilhoso,.
Apreciar uma bela obra é gratificante.
Abraços
quatro fragmentos picturais e uma grande imagem poética, e o lhar do poeta sabe, desde sempre o que é belo; teu soneto é lindo ...cada parte do quadro parece, sugere os quartetos, os tercetos; a gente lê e dá vontade de vo(l)tar. E tens meu voto, claro. Parabens pelo soneto encantado. Graça Graúna
graça grauna · Recife, PE 3/5/2008 09:33
Rs...Olhos...tenho uma fascinação pela palavra e pelo olho, onde a gente lê realmente a alma das pessoas, o que quer e o que é...
talvez o único seja Monalisa, rs
Tua srte é primorosa, alia tudo...
a ilusão,o sonho e a verdade, mesmo que muitos não tenham olhos pra isso...
Parabens é pouco. bjs
Tão bem te expressas, seja na tela, seja no poema.
Karimatra · Salvador, BA 3/5/2008 13:29
Olá, meu pai
Cá estou relendo e votando em seu belo soneto.
Parabéns, mais uma vez!
Abraços poéticos
Marco Bastos · Salvador (BA)
LUZ DOS TEUS OLHOS
Extraordinário porque a gente v'e beleza da natureza,
sua pujança e o sentido da vida
...sei do teu cio, pelos teus olhos opacos.
conheço quando explodes mãe-natureza.
a mata esconde o rio em seus buracos,
o seu manto não domina a correnteza....
A força natural na sua forma pura e poética,
Muito singular.Valeu Demais.
L á verso na mão e olhar na boca // boca sorri... // só para ti (2)
U
A
C
H
E
I
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2)
Marco querido,
Beijos, letrix e votos.
Regina
Obrigado, Regina, Querida poetAmiga ...pela presença, pelos comentários e pelos tercetos.
beijos.
Marco.
L á verso na mão e olhar na boca // boca sorri... // só para ti (2)
U au! que sorriso lindo!// E a lua subindo// passa [ pela vidraça] (3)
A
C
H
E
I
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2)
Marco Bastos -(3)
NYDIA BONETTI : - E para que escolher, Nydia? Digamos que a pintura é mais um verso para fechar esse soneto. Pintar à óleo é demorado e enquanto se pinta um quadro dez poemas giram em torno do cavalete e o pincel vai gravando algumas palavras desse diálogo silencioso. obrigado. beijos.
PATI - os olhos que não são limpos ou são tristes ou são feios. Na tristeza ainda pode haver muita beleza. Olhares alegres parecem trinado de passarinho. Mas há olhares impenetráveis que é como se fossem de olhos de gesso por trás de uma armadura. Esses olhos revelam muito do que se passa no hipálamo da couve-flor. rs. beijos e obrigado.
DANLIMA. - Seus comentários e sua presença carismática sempre engrandecem os trabalhos que você analisa. Gosto das incursões que você faz, do tema à forma. Falar sobre "o bom e o bonito" é sempre uma tarefa muito delicada e eu não vivenciei ao longo do tempo ambientes mais sofisticados e eruditos onde poderia ter aprendido a cultuar o classicismo. Eu escrevo intuitivamente e os meus referenciais são muito simples, esses mesmos da Natureza que busco compreender e dela tirar correlações. Por sinal, eu admiro quando o Fernando Pessoa escreve como Alberto Caeiro, e o Drummond . pela mesma razão. Muito obrigado pela presença e é sempre uma grande satisfação ler os seus textos e seus comentários. abraço.
TITA - obrigado pelo voto. Já trocamos umas letrinhas quando você veio na fase de edição. beijos.
PEDRO MONTEIRO - obrigado pela presença e pelo comentário. Tenho acompanhado o seu trabalho e também admirado a sua inspiração. abraço.
GRAÇA GRAUNA. - dizem que as mulheres tem um sexto sentido muito aguçado. Depois que você viu relações entre as quadras e os tercetos do soneto e os quatro recortes da pintura, já estive tentando enxergar as correlações mas talvez o meu lado das "Exatas" ainda esteja atrapalhando. E vou continuar teimando, mesmo porque hoje não consigo entender as categorias nem a lógica formal aristotélica.. rsrs.
Conhecer "a coisa" por amar a "coisa" e não por saber que, por analogia, ela tem muitas características de uma determinada categoria. Não desfazer a gestalt, conteúdo-e-forma, e não buscar entender o "todo" pela soma do conhecimento que temos dos fragmentos. São algumas nebulosas que ainda não consegui desfazer mas parece que o conhecimento que se pode ter de algo advém mais de uma profunda "empatia-com" que do conhecimento das "propriedades" daquilo que se quer conhecer - uma coisa assim como olhar por dentro de uma bola de gude e enxergar ali dentro o Universo. Maluquice, né? rsrs. Beijo e Obrigado.
CINTIA THOMÉ - Monalisa, azougue com olhos noturnos de azeviche. Vixe!... rs. Mas há olhos mesmo assim, gazos, baços, não fixam nem fitam, não fritam, nem ferem, como os olhos das serpentes que parecem ter nos olhos duas entradas de cavernas... Olhos sem pupila, não gosto desses olhos não. Obrigado Cintia, sempre generosa ao comentar meus escritos. beijos e inté.
KARIMATRA - prazer em conhecê-la, soteropolitana. Muito obrigado pelo comentário e pela presença. Depois vou conhecer os seus trabalhos. abraços.
GUSTAVO - mais uma vez, também obrigado. Apareça sempre. Abração do pai. boa noite.
CLARA ARRUDA. Muito obrigado por ter vindo. Fico feliz quando gostam dos meys trabalhos. beijo e bom domingo.
AZUIR FILHO. Muito obrigado. Seus comentários sempre vão ao ponto mais importante das poesias. A Natureza é sim, muito forte - fenômeno natural ou metáfora. Abraços. Ótimo domingo.
.
Bem
Hoje estou melhor, mas o "estado etílico" prossegue, afinal o licor ainda se serve... Por sinal continua sensualíssimo e transbordante.Apesar das metáforas, enxerguei a figura da mulher do começo até o fim. Um delicioso duelo de olhares, fantástico, mais um pouco de ousadia e ele se transformaria num belíssimo erótico. Tendas, sedas, candelabros, perfumes exóticos, olhares, dias e noites de céu infinitamente azuis. Não se usava a palavra poesia nem a palavra erótico, tudo era tudo apenas existia... (Dá pra se imaginar o que se passava embaixo daquelas tamareiras...). ahahah...
Se me permite deixo pra você um dos meus "pequenos” que fala desse "duelo", e que gosto muito.
SOL NOTURNO
Queimava-me teu olhar
Quando enfim tocavas-me
O sol na noite se fazia
_________
Amanheceu chovendo, mas recolhi sua "ternura" transformada em miríades de gotas pelas mãos "oníricas" da natureza...
_____
_____
...respondendo ao que você me perguntou anteriormente... Minhas "amêndoas" vieram sim do oriente, mas não de uma terra que tem um sol nascente. Vieram de uma que tem uma lua crescente e fértil. Uma palestina remota, tão antiga que já quase esquecida, quase mitológica, mas eternamente idílica aos olhos de Deus. Passaram também por terras chamadas Lusas e vieram cá, nessa terra tão morena a ouvir contos e cantos de cunhãs e de tantas Áfricas. Sou uma boa e bela mistura brasileira.
Ah ouvi dizer que no Líbano, amêndoas verdes são muito apreciadas.
Mas eu particularmente acho que tâmaras maduras são infinitamente de sabor mais intenso... (ahahah)
Um domingo encantado pra você!
Beijos
Cherry Bossom___ (ou cerejeira florida ou... Roseli Gomes)
Quando o deserto diz tanto...Crescente da Lua levantina, Vênus no aconchego; Lua-cimitarra corta a peia na pele dos desejos; seios, soltas-dunas-ao-vento, ventre...que antecipa a dança dos figos e das tâmaras, no oásis...que as canelas do meu cavalo-árabe alcança pela rota das caravanas que deixaram as pegadas das patas dos camelos...na areia... tantos caminhos paralelos, por onde a fantasia leva as candeias para a tenda das estrelas...e foram só mil e uma noites em que os rubis que pendiam dos teus cabelos negros faiscaram a tua testa com as gotas rubras que queimaram os teus pés descalços...e nisso eu te roubei e te levei no dorso do meu cavalo, cinza de pintas brancas, galopando no lençol da lua-cheia.
Um dia ainda escrevo uma poesia para falar de amor e de algo que seja erótico, oh! Cerejeira...rs. Lindo domingo.
beijos.
Marco.
SOL NOTURNO // CARÍCIA PARA A GIRASSOL
Cherry Blossom // Marco Bastos
Queimava-me teu olhar // Vênus na pele em meus dedos de chuva
Quando enfim tocavas-me // - pétalas_uva, nuas em flor -
O sol na noite se fazia // levante-lua crescente ( * brinco de estrela.
Uau... nossa assim não saio desse estado etílico nunca....ahahaha...e amanhã é segunda feira, preciso pelo menos tentar ficar sóbria...ahahahahah...
Quando essa outra poesia for sair ma avise com antecedência. Preciso me precaver de soníferos, calmantes e afins... ahahahah
Ficou linda sua interação em "Sol Noturno", amei! Vou incluí-la no histórico do texto.
Beijos
Cherry
CONTINUANDO O LETRIX:
L á verso na mão e olhar na boca // boca sorri... // só para ti (2)
U au! que sorriso lindo!// E a lua subindo// passa [ pela vidraça] (3)
A luz penetrante // na languidez de um olhar // sinto verbo no cio...(4)
C
H
E
I
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2) (4)
Marco Bastos -(3)
E lá vamos nós, de letrix ladeira abaixo.rsrs.
CONTINUANDO O LETRIX:
L á verso na mão e olhar na boca // boca sorri... // só para ti (2)
U au! que sorriso lindo!// E a lua subindo// passa [ pela vidraça] (3)
A luz penetrante // na languidez de um olhar // sinto verbo no cio...(4)
C io de verbo? - tagarelice!...// se não queria // por que me disse? : (5)
H oje sou lua de prata // com seu chamego // você me mata! (6)
E
I
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2) (4)
Marco Bastos -(3) (5), (6) rs.
Olá, Regina. Bom dia.
CONTINUANDO O LETRIX:
bjs.
L á verso na mão e olhar na boca // boca sorri... // só para ti (2)
U au! que sorriso lindo!// E a lua subindo// passa [ pela vidraça] (3)
A luz penetrante // na languidez de um olhar // sinto verbo no cio...(4)
C io de verbo? - tagarelice!...// se não queria // por que me disse? : (5)
H oje sou lua de prata // com seu chamego // você me mata! (6)
E
I mediata noite // ia dia-a-dia...// - sempre sendas do coração (7)
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2) (4)
Marco Bastos -(3) (5), (6) rs, (7).
Marco,
Deixo a continuação de outro letrix com beijos.
Regina
V im buscar o que deixei // encontrei o que não quis// mas estou feliz (2)
E agora diante de tudo // pergunto: por que emudeci? // Olho e vejo o que quis. (3)
L
A
S audade, fui ao cais // era mar e nada mais!... // - virei navio!...(1)
Marco Bastos (1)
Regina Lyra (2) (3)
Olá, Marco. Boa Tarde.
Conclúndo o Letrix e corrigindo uma falha nossa. (minha no 2).
Beijos enluarados...
Regina
L á verso na mão e olho a boca // boca sorri... // só para ti (2)
U au! que sorriso lindo!// E a lua subindo// passa [ pela vidraça] (3)
A luz penetrante // na languidez de um olhar // sinto verbo no cio...(4)
C io de verbo? - tagarelice!...// se não queria // por que me disse? : (5)
H oje sou lua de prata // com seu chamego // você me mata! (6)
E ngano! // A emoção revitaliza e cura // no calor prata transforma-se... (8)
I mediata noite // ia dia-a-dia...// - sempre sendas do coração (7)
A mor de véspera // é como olhar sob véu...// Os corpos encontrar-se-ão... (1)
Regina Lyra (1) (2) (4) (8) rs...
Marco Bastos -(3) (5), (6) rs, (7).
Olá Marco, amei conhecer seus textos poéticos, lindos!
Conheci vc na Cherry e ao visita-lo fiquei muito satisfeita!
Bjs e parabéns!
Gena Maria
Bom dia, Regina. Cumprimento-a pelo Dia das Mães. Li sua poesia dedicada à sua mãe. Gostei.
E aí o Letrix vai. rs.
beijo.
Marco.
V im buscar o que deixei // encontrei o que não quis// mas estou feliz (2)
E agora diante de tudo // pergunto: por que emudeci? // Olho e vejo o que quis. (3)
L onge, muito longe // voa a gaivota // rumo - sumo no horizonte (4)
A
S audade, fui ao cais // era mar e nada mais!... // - virei navio!...(1)
Marco Bastos (1) (4)
Regina Lyra (2) (3)
Obrigado, Gena. Marília - Dracena, é um eixo de manhãs ensolaradas, cirros que escorregam no azul profundo de um céu que à noite fica pesado de estrelas. É muito bom ter contato com vocês de cidades próximas da Andradina em que nasci, mesmo porque o quadriculado de nossas ruas bem traçadas é uma rede que apreende todos os rrrrr em nossas imagens e linguagens. rs.
beijos.
Marco.
Sempre maravilhosos Marco, poesia e telas!
Te ler é bom demais! beijo.
Beijos, Marco!
Regina
V im buscar o que deixei // encontrei o que não quis// mas estou feliz (2)
E agora diante de tudo // pergunto: por que emudeci? // Olho e vejo o que quis. (3)
L onge, muito longe // voa a gaivota // rumo - sumo no horizonte (4)
A ssim é a vida // velas partidas // costuras em seguida.(5)
S audade, fui ao cais // era mar e nada mais!... // - virei navio!...(1)
Marco Bastos (1) (4)
Regina Lyra (2) (3) (5)
Quem sabe sabe!....Maravilhoso até nos comentários.
Rose Rocha · Jundiaí, SP 23/5/2008 09:36
Obrigado pela presença e comentário, Rose Rocha.
Quanto ao comentário sobre os comentários,
a poesia é o poema e os comentários.
- Essa é a nossa travessia!...
ótimo final de semana.
beijos.
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